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sábado, setembro 13, 2014
quarta-feira, setembro 03, 2014
domingo, junho 29, 2014
quarta-feira, junho 25, 2014
Jornadas Ibéricas - Máquinas Agrícolas [AJASUL]
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terça-feira, abril 15, 2014
Conversas com animais [Cantinhos dos Animais de Évora]
Apresentação do livro "Conversas com animais" - Évora, 10 de Maio
Marta Sofia Guerreiro, autora de "Conversas com Animais", estará em
Évora para apresentar o seu livro. O evento realizar-se-à dia 10 de Maio, pelas 15h, na
Escola EB de Frei Aleixo. Ao contribuirem comprando o livro da autora, ajudam igualmente o Cantinho dos Animais de Évora, pois parte dos lucros reverterá para esta organização.
domingo, fevereiro 09, 2014
Força AJASUL
Passados uns tempos após a tomada de posse de novos corpos directivos da Associação de Jovens Agricultores do Sul, vulgo AJASUL, sediada em Évora, parece-me justo e oportuno tecer algumas considerações sobre o seu desempenho, sendo inclusivamente associado e, sobretudo beneficiário dos seus serviços. Digo isto, pois há muitas vezes uma tentação comum a todos nós de apenas e só nos pronunciarmos sobre aquilo que nos descontenta, sobre injustiças que sentimos ou presenciamos ou tristezas, mas há sempre uma faceta alegre, positiva e aglutinadora de vontades que podemos e devemos enaltecer no nosso dia-a-dia. Hoje evoco essa pretensão, esse gesto que pode ser contagiante e multiplicador de novos bons exemplos, falando sobre o desempenho da AJASUL.
Apesar de me cingir ao presente executivo, não tenho alguma crítica implicita aos anteriores mandatos, que de forma bastanta estoica "aguentaram o barco" até que viessem novas ideias e oportunidads para o sector agrícola que dessa forma fomentassem uma dinâmica nova no associativismo agrícola. Feito esta esclarecimento, apraz-me salientar a composição de uma equipa jovem, dinâmica e sobretudo motivada para os novos ventos que sopram na agricultura nacional. Esta mesma equipa recuperou na Feira de S. João realizada em Évora, uma montra agrícola há muito perdida e por si organizada em exclusivo e daí reaproxima as populações locais a este sector. Reorganizou a sua equipa técnica e promove uma impecável assistência seja no acompanhamento e aconselhamento técnicos (projectos, candidaturas, assistência técnica, etc), estando sempre actualizada sobre as novidades de apoios comunitários e/ou disposições legais inerentes à actividade agrícola, criou uma oferta importante para produtores de bovinos, na tentativa de melhor responder às lacunas do mercado da carne, reactivando o leilão nas instalações do IROMA e favorecendo a venda de gado bovino por seu intermédio e tem prevista a continuidade dos anteriores planos de formação, que constituem um dos elementos basilares dos seus objectivos (promover a imprescindível formação profissional não
só ao candidato a Jovem Agricultor (Curso de Empresários Agrícolas),
mas também ao Empresário Agrícola e ao Trabalhador Agrícola,
proporcionado-lhes todo um leque de Cursos Monográficos....).
Em resumo tem oferecido uma panóplia de serviços e recursos aos seus associados que em muito valorizam o seu trabalho.
Sobre o futuro e enquanto associado, gostaria ainda de aqui deixar alguns tópicos do que me parecem susceptíveis de gerar algum interesse. Por exemplo a promoção de maior número de assembleias gerais com vista a ouvir com maior frequência quais os anseios e desafios colocados aos seus associados e respectivas produções, a discussão com outras congéneres locais com vista a aumentar a sua representatividade, tentando congregar esforços em e vez de potenciar diferenças, que muitas vezes se colocam no seio da comunidade agrícola local, encetar parcerias com outras actividades, empresas e associações locais, com vista a incentivar de forma indirecta o entusiasmo e aproximação de alguns associados mais afastados da dialéctica do associativismo e de sua importância para o profícuo desenvolvimento da agricultura nacional, de maximizar a excelente ideia dos leilões, alargando o objecto leiloado a outros produtos, após a realização de inventário sobre quais as principais produções fomentadas pelos seus associados, criar parcerias com empresas da área, para a certificação desses mesmo produtos, elevando assim a qualidade do que existe nas produções da AJASUL (associados) e por fim deixo o grande desafio que se prende com as dificuldades da comercialização de produtos produzidos neste sector. O mercado alimentar carece de maior regulação e fiscalização na área da comercialização e distribuição, pelo que poderiam ser avançadas propostas pelas associações locais e nacionais neste sentido e de forma concertada. Além disso e como já existem muitas associações empenhadas nesta problemática com ideias postas em prática, pode resultar daqui a hipótese da AJASUL tornar-se algo mais que uma associação e poder ser um núcleo de produtores com colocação de produtos finais ao consumidor. São algumas ideias lançadas para estimular o aumento de representatividade e competitividade dos associados da AJASUL.
Força AJASUL!!!
Em resumo tem oferecido uma panóplia de serviços e recursos aos seus associados que em muito valorizam o seu trabalho.
Sobre o futuro e enquanto associado, gostaria ainda de aqui deixar alguns tópicos do que me parecem susceptíveis de gerar algum interesse. Por exemplo a promoção de maior número de assembleias gerais com vista a ouvir com maior frequência quais os anseios e desafios colocados aos seus associados e respectivas produções, a discussão com outras congéneres locais com vista a aumentar a sua representatividade, tentando congregar esforços em e vez de potenciar diferenças, que muitas vezes se colocam no seio da comunidade agrícola local, encetar parcerias com outras actividades, empresas e associações locais, com vista a incentivar de forma indirecta o entusiasmo e aproximação de alguns associados mais afastados da dialéctica do associativismo e de sua importância para o profícuo desenvolvimento da agricultura nacional, de maximizar a excelente ideia dos leilões, alargando o objecto leiloado a outros produtos, após a realização de inventário sobre quais as principais produções fomentadas pelos seus associados, criar parcerias com empresas da área, para a certificação desses mesmo produtos, elevando assim a qualidade do que existe nas produções da AJASUL (associados) e por fim deixo o grande desafio que se prende com as dificuldades da comercialização de produtos produzidos neste sector. O mercado alimentar carece de maior regulação e fiscalização na área da comercialização e distribuição, pelo que poderiam ser avançadas propostas pelas associações locais e nacionais neste sentido e de forma concertada. Além disso e como já existem muitas associações empenhadas nesta problemática com ideias postas em prática, pode resultar daqui a hipótese da AJASUL tornar-se algo mais que uma associação e poder ser um núcleo de produtores com colocação de produtos finais ao consumidor. São algumas ideias lançadas para estimular o aumento de representatividade e competitividade dos associados da AJASUL.
Força AJASUL!!!
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domingo, janeiro 26, 2014
Jornadas Veterinárias em Évora [HVM]
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sábado, janeiro 25, 2014
Quando Évora foi pró Maneta [General Loison]
«O MASSACRE DE ÉVORA (29 de Junho 1808)
Foi com as forças comandadas por Loison, o mítico “Maneta”, do qual derivará a expressão popular “ir pró maneta”, que se deram vários massacres indiscriminados, destacando-se o à cidade de Évora, a terceira do reino, pela violência que aqui se viveu. Esse dia fatídico, foi a 29 de Julho de 1808, na parte da tarde, no qual morreram cerca de mil pessoas, quer em combate, quer em posteriores execuções sumárias.
Junot entregou a Loison uma divisão de seis mil infantes e cinco esquadrões de Cavalaria, enquanto as forças que defendiam a cidade dispunham de poderosos meios de artilharia mas não totalizavam mais de dois mil homens.
A dificuldade para o inimigo foi a de passar a Porta de Alconchel, defendida pelos atiradores que guarneciam a desaparecida capela de Nossa Senhora da Ajuda, edificada sobre a referida porta. Durante uma hora a porta foi defendida, destacando-se a bravura dos monges do Convento dos Remédios.
A seguir, facilmente se deu a mortandade da população.
Escreve Frei Manuel do Cenáculo Villas Boas, então arcebispo da cidade:
“...no dia fatal de 29 de Julho fomos atacados pelo numeroso exercito de nove para dez mil homens francezes, commandados pelo general em chefe conde do Imperio, Loison, [...] Corri para a minha cathedral e no meio do confuso alarido, do estrondo dos canhões mandei propôr capitulação; [...] Então foi que elles á vista das minhas humilhações e supplicas deram indicios de que mudavam o parecer em que vinham [...]”A cidade foi totalmente saqueada, perdendo-se o riquíssimo recheio das igrejas, tal como o próprio anel do arcebispo.»
Foi com as forças comandadas por Loison, o mítico “Maneta”, do qual derivará a expressão popular “ir pró maneta”, que se deram vários massacres indiscriminados, destacando-se o à cidade de Évora, a terceira do reino, pela violência que aqui se viveu. Esse dia fatídico, foi a 29 de Julho de 1808, na parte da tarde, no qual morreram cerca de mil pessoas, quer em combate, quer em posteriores execuções sumárias.
Junot entregou a Loison uma divisão de seis mil infantes e cinco esquadrões de Cavalaria, enquanto as forças que defendiam a cidade dispunham de poderosos meios de artilharia mas não totalizavam mais de dois mil homens.
A dificuldade para o inimigo foi a de passar a Porta de Alconchel, defendida pelos atiradores que guarneciam a desaparecida capela de Nossa Senhora da Ajuda, edificada sobre a referida porta. Durante uma hora a porta foi defendida, destacando-se a bravura dos monges do Convento dos Remédios.
A seguir, facilmente se deu a mortandade da população.
Escreve Frei Manuel do Cenáculo Villas Boas, então arcebispo da cidade:
“...no dia fatal de 29 de Julho fomos atacados pelo numeroso exercito de nove para dez mil homens francezes, commandados pelo general em chefe conde do Imperio, Loison, [...] Corri para a minha cathedral e no meio do confuso alarido, do estrondo dos canhões mandei propôr capitulação; [...] Então foi que elles á vista das minhas humilhações e supplicas deram indicios de que mudavam o parecer em que vinham [...]”A cidade foi totalmente saqueada, perdendo-se o riquíssimo recheio das igrejas, tal como o próprio anel do arcebispo.»
Texto retirado do sítio da CME.
segunda-feira, janeiro 20, 2014
Arte Fotográfica de Évora
Fico absolutamente siderado ao ver que na minha cidade há pessoas com um talento indisfarçável e que podem levar o nome de Évora bem alto. Seria bom sentir que tudo o que excelência se faz neste pequenino Portugal não venha exclusivamente dos centros de Lisboa e Porto. Évora como cidade histórica, como centro de decisão política de outrora, como núcleo de massa crítica e intelectual, como terra de universidade e de superior capacidade de reflexão e de pensamento pode e deve fazer muito mais por este país, assim o ambicione quem nela habite. Muitos parabéns ao fotógrafo Jerónimo Heitor Coelho por este pedaço do céu que nos dá desassombradamente. Évora agradece por elevá-la tão alto e de forma tão imediata como poucos almejam.
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segunda-feira, janeiro 13, 2014
Vila Galé em Évora em 2015
Na edição deste fim-de-semana do jornal Expresso vinha una notícia alusiva a mais este investimento estruturante para a cidade de Évora e a mesma notícia pode ser corroborada na edição da electrónica da Câmara Municipal de Évora. Surgem mais boas notícias de investimento, emprego e economia para Évora logo no abrir de 2014. Venham mais notícias destas, pois do que necessitamos é de emprego, estímulos económicos e empreendedorismo. Este novo hotel que se situará na zona das Portas do Raimundo contará com 186 quartos e abrirá em 2015, num investimento total orçado em 15 milhões de euros.
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terça-feira, dezembro 17, 2013
Teatro em Évora
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segunda-feira, dezembro 09, 2013
Turismo Cultural debatido em Évora
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sexta-feira, novembro 22, 2013
terça-feira, novembro 12, 2013
domingo, novembro 03, 2013
Em Évora, Agricultura, Energia e Ambiente
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Portugal no rumo certo?
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domingo, outubro 27, 2013
Formação em Enologia
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quarta-feira, outubro 02, 2013
Leilão de Évora já abriu
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sexta-feira, setembro 27, 2013
Conferências na Biblioteca Pública de Évora
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segunda-feira, setembro 02, 2013
A cor no Mundo Antigo
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