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segunda-feira, março 09, 2015

Consciência Ambiental [de Alvito para o Mundo]

Depois de ter lido este artigo na Green Savers sobre a crescente sensibilidade das empresas tecnológicas em diminuir a sua pegada ecológica no planeta, ocorreu-me de imediato uma visão diária que tenho de uma fábrica em Alvito, de onde das suas 3 chaminés emana uma poluição
algo desmesurada que irá afectar inquestionavelmente a qualidade do ar e provocar emissões de CO2 para a atmosfera. Nos tempos que correm não terei a insensibilidade, desfaçatez e até a hipocrisia de censurar um investimento que se foi localizar no interior, que exporta o grosso da sua produção, que dá inúmeros postos de trabalho ao concelho de Alvito e até a outros limítrofes, mas haverá certamente algum pequeno gesto que seja que poderá sinalizar o mea culpa pelo atentado ambiental que diariamente vai ocorrendo. E esse gesto poderia ser tão somente uma compromisso ambiental desse tipo de indústrias de, como contrapartida à poluição que praticam, terem políticas pedagógicas sobre a temática e plantar árvores como forma de combater o CO2 e amenizar a tal pegada ecológica. Teriam um pequeno gesto, quiçá até mais simbólico, mas importante para que as gerações futuras e novos investimentos entendam que no nosso amado planeta é importante ver as coisas pelo todo, pelo conjunto e que muito do que fazemos quotidianamente tem efeitos práticos na Natureza, perdendo todos com esses efeitos que potenciamos. Fica aqui uma deixa...
 

sábado, setembro 13, 2014

Património Arqueológico [Vila nova da Baronia]


 
Igreja de Nossa Senhora da conceição, em Vila Nova da Baronia - créditos do blogue Genealogia do Algarve
 

Este possível fragmento de uma cupa funerária(romana) encontra-se ao lado da fachada principal da igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Vila Nova da Baronia. Deixo aqui esta nota de mais um elemento arqueológico neste concelho que se encontra de certa forma, dissimulado pela teia urbana da localidade.

quarta-feira, maio 30, 2012

Contributos para a Carta Arqueológica de Alvito




Estas duas bases de coluna foram encontradas no âmbito dos trabalhos de reabilitação e conservação do monte das Loisandas, no concelho de Alvito. Ambas se encontravam adossadas à estrutura do edifício, relativamente disfarçadas sob o reboco. Apenas para salvaguarda do proprietário que gentilmente forneceu a informação e aceitou que a mesma fosse incluída na Base de Dados do IGESPAR, devo realçar que as obras em causa não tiveram qualquer acompanhamento arqueológico, porque o local em causa não obrigava a esse tipo de intervenção. Um bem haja pela coragem e pelo seu contributo para um melhor conhecimento da Arqueologia Alentejana.

segunda-feira, julho 18, 2011

Os frescos Compadres do Fresco

Saúdo esta iniciativa encetada em conjunto pelas empresas Spira e Be Portuguese for One Day. E faço-o por variados motivos que julgo importante destacar. Em  primeiro lugar gostaria de salientar a qualidade e originalidade do conceito e do projecto. Sem qualidade não há sucesso!!
Depois, é uma iniciativa centrada geograficamente numa área economicamente deprimida. Falamos do Alentejo, região tradicionalmente votada ao abandono e com grandes dificuldades no recrutamento de tecido empresarial e de iniciativa privada. Acresce neste âmbito estarmos a falar de Alvito, concelho do distrito de Beja, com 2523 habitantes, populacionalmente o 2º mais pequeno de todo o Alentejo, apenas atrás de Barrancos, perdendo em 2011, comparativamente com o Censos de 1991, cerca de 6.13% da sua população. Por isto, já é um projecto vencedor, pejado de coragem e solidariedade territorial.
De seguida  evoco o conceito Compadres do Fresco pela área que abrange: Cultura. Este é um segmento pouco valorizado comercialmente em Portugal e ainda assim com muita margem de progressão, apenas ainda pouco conhecido. E como nós sabemos que os portugueses poucos riscos gostam de correr! A Spira e a Be Portuguese for One Day não enjeitaram a oportunidade e não recearam o risco. Parabéns! Acresce a essa condição, o acender do rastilho que esta parceria provocou com uma clara aposta na Cultura e no turismo daí decorrente. Esta é uma área que se complementa excepcionalmente com a actividade turística e hoteleira, logo é uma potencial âncora de desenvolvimento regional.
Saúdo ainda a recente iniciativa por dois outros motivos, distintos, mas muito relevantes para o que julgo importante alterar no paradigma cultural nacional: a humildade e simultaneamente a destreza de, aceitando as suas limitações no mercado, partir para a construção de parcerias no intuito de desenvolver o seu conceito, aprimorá-lo e fazê-lo chegar a mais destinos. Apenas juntos venceremos e, olhando meramente para o nosso umbigo e para um individualismo económico bacoco e inóquo, não teremos sucesso! Este gesto tem o ónus de servir de exemplo e de desbravar o inóspito caminho por que devem devem passar os agentes culturais do país. Por  último, esta iniciativa, tanto pelo que sei, é integralmente privada, pelo que lhe devo também por isso valorar qualidade. A área da Cultura é um segmento que tem vivido no nosso país sob o jugo e paternalismo estatal na pessoa do malogrado Ministério da Cultura. Assim, esta é uma viva e cabal demonstração que, trabalho, criatividade e cooperação na área da Cultura pode vingar sem necessitar impreterivelmente (como vemos ad eternum nalgumas instâncias) do caritativo selo estatal.  Faz-se e acontece Cultura desde que os seus agentes sejam criativos, empenhados, dinâmicos e cooperativos, na busca de sinergias e de nichos subvalorizados. Poderão viver da Cultura, assim desejem viver também para ela!!
Parabéns SPIRA e Be Portuguese for One Day pela ousadia, mas sobretudo pela coragem de seguir em frente quando o caminho não é absolutamente claro e recto aos nossos olhos. É preciso arriscar, predicado comum há 5 séculos atrás em Portugal, mas raro nos dias de hoje. Obrigado pelo idealismo e convicção que tanto falta fazem para superarmos a presente crise e que vocês se dispuseram a empregar. Enfim, frescos são, os Compadres do Fresco.




sábado, julho 16, 2011

Escavação em Alvito - 2011



Seria inteiramente justo e apropriado colocar neste artigo os nomes dos arqueólogos, antropólogos e técnicos de património participantes nesta escavação de emergência, só não o faço por desconhecimento! Mas fica a nota do seu trabalho realizado.