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quinta-feira, abril 09, 2015

E por falar em Alqueva [ Recorde Mundial de Produtividade]

Parece que as Terras do Grande Lago já começaram a dar enormes alegrias a quem por lá trabalha e faz produtos agro-alimentares. Esta notícia é proveniente do jornal semanário alentejano Tribuna do Alentejo e, resumidamente fala de algumas produções notáveis que já se conseguiram obter nesta área. Assim, através de dados oficiais da EDIA, trabalhados com informação mundial disponível pela OMC, temos:
 
Milho/Produção Ha -  Média Mundial - 5.5 toneladas Alqueva - 14 toneladas
Tomate/Produção Ha - Média Mundial - 33.6 toneladas Alqueva - 100 toneladas
Uvas de Mesa/Produção Ha - Média Mundial - 9.6 toneladas Alqueva - 30 toneladas
 
 
 
Bem-vindo Alqueva!

AGROIN Alqueva



Para informações detalhadas, o leitor poderá aceder aqui à página institucional do evento.

terça-feira, abril 07, 2015

Flora e Botânica aplicadas à Agricultura



 
Não podia de deixar de mencionar neste espaço, que versa crescentemente sobre ambiente e agricultura, três obras recentemente editadas ou reeditadas, as duas primeiras sob auspícios do ISaPress e a última e mais recente sob a égide do Instituto Politécnico de Portalegre.
É refrescante e motivador assistir a algo com muito pouca tradição nas últimas décadas no seio académico nacional. E tremendamente positivo verificar que há universidades e demais institutos superiores que se preocupam com o destino e a materialização do seu ensino e sobretudo do seu saber e nesta lógica, encetam estratégias que os permitem transpor muita da opacidade do meio universitário de Portugal e abrirem-se aos agentes económicos que vivem do que estes espaços de saber transmitem aos seus alunos. Finalmente começam-se a fazer reedições e novas publicações sobre assuntos económicos, neste caso associados à actividade agrícola, que muito ajudam quem trabalha neste sector e muitas vezes desespera por encontrar obras publicadas em português sobre temas agrícolas. Havendo tantas licenciaturas neste país associadas a engenharia alimentar, zootécnica, florestal, agrícola, medicina veterinária, etc e havendo tantas teses de mestrado e doutoramento altamente interessantes para os respectivos mercados, porque não fazem estas academias parcerias com editoras de forma a rentabilizar este know-how e até a maximizar o seu trabalho e a inter-relação com a comunidade económica e empresarial? Fica o desabafo em jeito de critica. De resto, resta-me felicitar o Instituto Superior de Agronomia e o Instituto Politécnico de Portalegre por abrirem caminho numa área altamente deficitária e esperar que outros os sigam na valorização do saber que cada uma consegue produzir mas que tão frequentemente fica fechado a "sete chaves" e com resultados inócuos para todas as partes.