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segunda-feira, agosto 24, 2015
Nova paisagem Alentejana [Agricultura]
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quinta-feira, junho 25, 2015
quinta-feira, abril 09, 2015
E por falar em Alqueva [ Recorde Mundial de Produtividade]
Parece que as Terras do Grande Lago já começaram a dar enormes alegrias a quem por lá trabalha e faz produtos agro-alimentares. Esta notícia é proveniente do jornal semanário alentejano Tribuna do Alentejo e, resumidamente fala de algumas produções notáveis que já se conseguiram obter nesta área. Assim, através de dados oficiais da EDIA, trabalhados com informação mundial disponível pela OMC, temos:
Milho/Produção Ha - Média Mundial - 5.5 toneladas Alqueva - 14 toneladas
Tomate/Produção Ha - Média Mundial - 33.6 toneladas Alqueva - 100 toneladas
Uvas de Mesa/Produção Ha - Média Mundial - 9.6 toneladas Alqueva - 30 toneladas
Bem-vindo Alqueva!
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quinta-feira, março 19, 2015
Parabéns SIC [Serviço Público]
Estes são dois programas relativamente recentes que passam semanalmente na grelha programática da SIC Noticias e que aqui quero evocar e valorizar. Num momento em que o país vai atravessando uma crise económica sem precedentes e que parte dessa economia assentava maioritariamente em transacções de serviços, é importante alterar o paradigma de desenvolvimento económico do país e re-incentivar a nossa capacidade produtiva e de auto-suficiência alimentar é um passo muito importante para consolidar essa argumentação. Ora nesse contexto e após algumas décadas findo o único programa ligado à actividade agrícola em Portugal, denominado de TV Rural apresentado pelo saudoso eng.º Sousa Veloso, é muito oportuno e estimulante verificar que uma canal privado da televisão portuguesa entendeu relevante voltar a dar enfoque e tempo de antena a esta temática. Associado ao programa Selecção Agrícola que versa sobre a actividade económica associada à agricultura e sustentabilidade ambiental, a SIC Notícias encetou a criação de um programa dedicado especialmente ao mar e a todas as actividades a ele subjacentes, chamado Mar, a Terra Prometida. Tanto um programa, como outro acabam por ser uma pedrada no charco relativamente ao apoio concedido pela comunicação social às actividades económicas em Portugal e sobretudo pelo dar a conhecer do muito de bom que se faz na área agrícola, ambiental e da respectiva sustentabilidade, bem como de todo um ciclo produtivo alavancado pela economia do mar. Este tipo de programas são um estímulo, um incentivo para a replicação de casos de sucesso na área produtiva do país, tal como um laboratório de experiências novas que se podem observar e ainda acabam por ter uma vertente extraordinariamente pedagógica e veículo de informação necessária para robustecer o nosso tecido económico e empresarial. Parabéns SIC por ires na frente e desbravares caminho a outros canais que certamente te seguirão pela assunção da importância destes pequenos grandes gestos!!!
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quarta-feira, março 04, 2015
quinta-feira, fevereiro 19, 2015
quarta-feira, janeiro 14, 2015
Cacau de São Tomé e Princípe [Claudio Corallo]
Vale a pena perder uns minutos a ver como se faz chocolate do melhor cacau do Mundo, isto é, de São Tomé e Príncipe.
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quinta-feira, julho 25, 2013
Elementos estratégicos para um concelho (Viana do Alentejo) - Matadouro Municipal
[retirado originalmente do blogue Alcáçovas]
No dealbar de mais uma eleições autárquicas, marcadas para Setembro próximo e enquanto cidadão interessado, sinto a vontade e a disponibilidade de exercer uma cidadania mais plena e consciente e, por isso ouso discutir o futuro do concelho de Viana do Alentejo para que o mesmo, além de ter massa critica que o envolva, tenha ideias que possam ser desafiadas numa ampla plataforma politica. Por isso e, além do já referido programa necessário ao nível do Turismo Cultural que pode ser uma das âncoras do desenvolvimento do concelho e que falarei adiante noutra reflexão, parece-me muito apropriado discutir planos estratégicos de desenvolvimento económico local e da criação de ferramentas que o permitam concretizar. Já disse anteriormente noutros contextos que o concelho vive muito do trabalho agrícola, com um fortíssimo pendor das actividades agro-pecuárias. Ora neste contexto e, invertendo uma lógica autárquica passada de criação apenas de espaços de lazer e de consumo, julgo importante para a nova equipa liderante da autarquia criar oportunidades para a iniciativa privada se fixar e desenvolver no concelho. Se além do vastíssimo e explorável Património Cultural como a arquitectura, a história e a própria etnografia ( chocalhos e olaria) que devidamente valorizado pode permitir criação de roteiros e a vinda de operadores turísticos particulares, o investimento da autarquia numa infra-estrutura que visasse estimular o tecido empresarial existente, como inclusivamente de aumentar exponencialmente essa franja empresarial, seria uma forma de optimizar as suas valências, estimular o tecido económico e desta forma desenvolver sustentavelmente o concelho. A infra-estrutura que julgo muito oportuna criar-se no concelho, tanto pela sua localização geográfica, como pela actividade económica basilar que aí se concentra e inclusivamente pela escassez deste tipo de serviços em toda a região alentejana, seria um Matadouro Municipal, com âmbito regional, como forma de corresponder às reais necessidades do mercado pecuário. Depois de anunciado o tipo de infra-estrutura, parece-me importante justificar em primeiro lugar o porquê da sua aposta no concelho e, em segundo o porquê de ser dinamizado pela iniciativa autárquica, não obstante a grave crise económico-financeira que actualmente vivemos.
Relativamente à primeira premissa enunciada, se atentarmos que em toda a região alentejana e da margem sul da Estremadura, existem apenas quatro matadouros, um em Setúbal ( a 119kms de Viana do Alentejo), um em Beja (60kms de Viana do Alentejo), outro em Sousel (91kms de Viana do Alentejo) e ainda um quarto matadouro localizado em Reguengos de Monsaraz ( 63kms de Viana do Alentejo), mas este último, além de privado como todos os outros, é unicamente destinado a suínos e utilizado por empresas espanholas do mercado da montanheira, parece por demais evidente que existe aqui uma enorme pecha por preencher. Aliás, o próprio matadouro de Beja é há muito dado como falido e em vias de encerrar, e, não é também de estranhar que muitas das empresas de retalho (SONAE e Grupo Jerónimo Martins) comecem a deslocalizar o abate e desmanche de espécies animais para a EStremadura e Ribatejo, em virtude da falta de estratégia e condições logísticas no Alentejo para satisfazer este mercado, com graves prejuízos para a saúde animal e naturalmente qualidade alimentar. Assim, no meu humilde entender, a criação de um matadouro municipal poderia encetar uma nova dinâmica na região, visto nesta área estar concentrada umas das maiores regiões de produção animal (Montemor-o-Novo, Évora, Viana do Alentejo, Alcácer do Sal, etc) e, pela falta de meios logísticos afins, seria quase automaticamente absorvido pelas imensas necessidades do mercado, seja de pequenos abates(domésticos), pequenos e médios produtores e até abate e desmanche para empresas de retalho. Nesta lógica, criar-se-ia uma dinâmica de transporte de animais e da vinda de empresas e produtores de vastíssimas áreas, dando a conhecer o concelho, estimulando a actividade económica local e trazendo por fim maior sustentabilidade ao tecido económico local que poderia muito bem adapatar-se a esta nova (desejável) realidade. Outra das vantagens seria o de tornar o preço do abate e desmanche de espécies animais muito mais competitivo do que actualmente é, que encarece bastante o produto aí transformado.
Por último, respondendo à segunda pregorrativa que visa discutir o porquê do investimento municipal, até pelas actuais dificuldades económicas vigentes, justifica-se pela necessidade da autarquia investir numa estratégia económica de médio-longo prazo, com visão e oportunidade, com um produto/serviço verdadeiramente diferenciador e, sobretudo, numa altura em que existem financiamentos comunitários que poderão permitir muito mais facilmente que este "projecto" seja exequível por iniciativa da administração local, do que por desejo particular. E como não sou sequer defensor da assunção pela iniciativa pública por actividades que devem ser geridas, no meu enteder, por particulares, julgo que poderia ser repensada a participação da autarquia vianense neste empreendimento, que poderia passar por participação por quotas, ou por administração conjunta com associações regionais do sector (meramente a título indicativo/exemplificativo do o nome da ACOS ou da ACOMOR ou ainda da AJASUL), dando por essa via uma enorme demonstração de abertura e sinergia com as entidades locais do sector económico e mostrando que o concelho está aberto ao desenvolvimento sustentável e deseja cooperar quem nele vir uma real oportunidade para crescer.
Fica aqui o desafio lançado às candidaturas autárquicas ao concelho, pois o que espero é ver visão, estratégia e ousadia que permita fazer ao próximo presidente da CMVA bem mais que a gestão corrente e a criação de infra-estruturas meramente de lazer e consumo, como muito bem fez o executivo do PCP durante os seus vastos mandatos. Apoio inequivocamente a candidatura de Bengalinha Pinto, mas o desafio fica lançado a qualquer um dos candidatos, que pense e reflita no interesse e nas potencialidades que este investimento poderia ter no desenvolvimento de todo o concelho. Só uma última ressalva: apesar da minha escolha estar feita, o candidato que apoio não fica refém da minha solitária e, quiçá inusitada ideia. Apenas me pareceu útil trazer à liça uma necessidade tão premente que eu, agora mais dedicado ao ramo pecuário, sinto existir e, por isso também poder ser uma oportunidade única para o concelho.
No dealbar de mais uma eleições autárquicas, marcadas para Setembro próximo e enquanto cidadão interessado, sinto a vontade e a disponibilidade de exercer uma cidadania mais plena e consciente e, por isso ouso discutir o futuro do concelho de Viana do Alentejo para que o mesmo, além de ter massa critica que o envolva, tenha ideias que possam ser desafiadas numa ampla plataforma politica. Por isso e, além do já referido programa necessário ao nível do Turismo Cultural que pode ser uma das âncoras do desenvolvimento do concelho e que falarei adiante noutra reflexão, parece-me muito apropriado discutir planos estratégicos de desenvolvimento económico local e da criação de ferramentas que o permitam concretizar. Já disse anteriormente noutros contextos que o concelho vive muito do trabalho agrícola, com um fortíssimo pendor das actividades agro-pecuárias. Ora neste contexto e, invertendo uma lógica autárquica passada de criação apenas de espaços de lazer e de consumo, julgo importante para a nova equipa liderante da autarquia criar oportunidades para a iniciativa privada se fixar e desenvolver no concelho. Se além do vastíssimo e explorável Património Cultural como a arquitectura, a história e a própria etnografia ( chocalhos e olaria) que devidamente valorizado pode permitir criação de roteiros e a vinda de operadores turísticos particulares, o investimento da autarquia numa infra-estrutura que visasse estimular o tecido empresarial existente, como inclusivamente de aumentar exponencialmente essa franja empresarial, seria uma forma de optimizar as suas valências, estimular o tecido económico e desta forma desenvolver sustentavelmente o concelho. A infra-estrutura que julgo muito oportuna criar-se no concelho, tanto pela sua localização geográfica, como pela actividade económica basilar que aí se concentra e inclusivamente pela escassez deste tipo de serviços em toda a região alentejana, seria um Matadouro Municipal, com âmbito regional, como forma de corresponder às reais necessidades do mercado pecuário. Depois de anunciado o tipo de infra-estrutura, parece-me importante justificar em primeiro lugar o porquê da sua aposta no concelho e, em segundo o porquê de ser dinamizado pela iniciativa autárquica, não obstante a grave crise económico-financeira que actualmente vivemos.
Relativamente à primeira premissa enunciada, se atentarmos que em toda a região alentejana e da margem sul da Estremadura, existem apenas quatro matadouros, um em Setúbal ( a 119kms de Viana do Alentejo), um em Beja (60kms de Viana do Alentejo), outro em Sousel (91kms de Viana do Alentejo) e ainda um quarto matadouro localizado em Reguengos de Monsaraz ( 63kms de Viana do Alentejo), mas este último, além de privado como todos os outros, é unicamente destinado a suínos e utilizado por empresas espanholas do mercado da montanheira, parece por demais evidente que existe aqui uma enorme pecha por preencher. Aliás, o próprio matadouro de Beja é há muito dado como falido e em vias de encerrar, e, não é também de estranhar que muitas das empresas de retalho (SONAE e Grupo Jerónimo Martins) comecem a deslocalizar o abate e desmanche de espécies animais para a EStremadura e Ribatejo, em virtude da falta de estratégia e condições logísticas no Alentejo para satisfazer este mercado, com graves prejuízos para a saúde animal e naturalmente qualidade alimentar. Assim, no meu humilde entender, a criação de um matadouro municipal poderia encetar uma nova dinâmica na região, visto nesta área estar concentrada umas das maiores regiões de produção animal (Montemor-o-Novo, Évora, Viana do Alentejo, Alcácer do Sal, etc) e, pela falta de meios logísticos afins, seria quase automaticamente absorvido pelas imensas necessidades do mercado, seja de pequenos abates(domésticos), pequenos e médios produtores e até abate e desmanche para empresas de retalho. Nesta lógica, criar-se-ia uma dinâmica de transporte de animais e da vinda de empresas e produtores de vastíssimas áreas, dando a conhecer o concelho, estimulando a actividade económica local e trazendo por fim maior sustentabilidade ao tecido económico local que poderia muito bem adapatar-se a esta nova (desejável) realidade. Outra das vantagens seria o de tornar o preço do abate e desmanche de espécies animais muito mais competitivo do que actualmente é, que encarece bastante o produto aí transformado.
Por último, respondendo à segunda pregorrativa que visa discutir o porquê do investimento municipal, até pelas actuais dificuldades económicas vigentes, justifica-se pela necessidade da autarquia investir numa estratégia económica de médio-longo prazo, com visão e oportunidade, com um produto/serviço verdadeiramente diferenciador e, sobretudo, numa altura em que existem financiamentos comunitários que poderão permitir muito mais facilmente que este "projecto" seja exequível por iniciativa da administração local, do que por desejo particular. E como não sou sequer defensor da assunção pela iniciativa pública por actividades que devem ser geridas, no meu enteder, por particulares, julgo que poderia ser repensada a participação da autarquia vianense neste empreendimento, que poderia passar por participação por quotas, ou por administração conjunta com associações regionais do sector (meramente a título indicativo/exemplificativo do o nome da ACOS ou da ACOMOR ou ainda da AJASUL), dando por essa via uma enorme demonstração de abertura e sinergia com as entidades locais do sector económico e mostrando que o concelho está aberto ao desenvolvimento sustentável e deseja cooperar quem nele vir uma real oportunidade para crescer.
Fica aqui o desafio lançado às candidaturas autárquicas ao concelho, pois o que espero é ver visão, estratégia e ousadia que permita fazer ao próximo presidente da CMVA bem mais que a gestão corrente e a criação de infra-estruturas meramente de lazer e consumo, como muito bem fez o executivo do PCP durante os seus vastos mandatos. Apoio inequivocamente a candidatura de Bengalinha Pinto, mas o desafio fica lançado a qualquer um dos candidatos, que pense e reflita no interesse e nas potencialidades que este investimento poderia ter no desenvolvimento de todo o concelho. Só uma última ressalva: apesar da minha escolha estar feita, o candidato que apoio não fica refém da minha solitária e, quiçá inusitada ideia. Apenas me pareceu útil trazer à liça uma necessidade tão premente que eu, agora mais dedicado ao ramo pecuário, sinto existir e, por isso também poder ser uma oportunidade única para o concelho.
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segunda-feira, janeiro 14, 2013
Investimento agrícola - Apoios financeiros
O BES oferece novos programas de apoio ao investimento e desenvolvimento da actividade agrícola. Basta aceder aqui para confirmar todos os apoios financeiros que o BES coloca ao dispor de quem exerce a actividade agrícola.
sábado, dezembro 15, 2012
quinta-feira, agosto 09, 2012
segunda-feira, julho 16, 2012
quarta-feira, julho 11, 2012
Património e Turismo
Já anteriormente aqui tinha falado das potencialidades do turismo ancorado na vertente cultural enquanto pólo dinamizador de regiões mais deprimidas economicamente. Em Portugal, seja no litoral, ou no interior, seja em zonas mais desenvolvidas ou áreas mais abandonadas e desertificadas de população, há sempre um denominador comum: o rico e vasto Património Histórico-Arquitectónico que as envolve. Este valor acrescentado que Portugal tem e inveja muitos outros destinos turísticos deveria ser melhor rentabilizado e gerido de forma a que permitisse uma mais sustentável e correcta distribuição da riqueza e coesão territorial. De qualquer forma registo com agradoa a crescente e interessada discussão e sensibilização para o tema em causa!
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IPT,
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Turismo Cultural
domingo, maio 27, 2012
sexta-feira, maio 25, 2012
Património Arqueológico como âncora turística
É precisamente este pressuposto que verifico nalguns municípios nacionais e, curiosamente ou não, entre os quais alguns alentejanos. Socorri-me de mais uma visita à Sintra do Alentejo, conhecida entre nós por Castelo de Vide para atestar desta prioridade autárquica. Julgo que o futuro do nosso Alentejo passará inquestionavelmente pelo turismo e o turismo de cariz cultural tem ainda uma enorme margem de progressão na região alentejana como complementaridade ao turismo de natureza e ao turismo gastronómico. Apesar de muitas vezes se exigir algum esforço financeiro e logístico às autarquias para que possam pôr de pé infra-estruturas básicas para a recepção de visitantes, estes custos são rapidamente amortizados pela riqueza que os mesmos acabam por trazer à região de forma indirecta, através de alojamento, refeições, deslocações e bilheteiras entre outros. Certamente que a aposta no Património Cultural de determinada região não é um investimento com retorno imediato, mas com a devida estruturação desses custos e com uma dose bem medida de divulgação, é um investimento garantido e sem risco algum, tanto para os dirigentes autárquicos, como para os seus munícipes/contribuintes.
Deixo em baixo um pequeno registo fotográfico dos materiais arqueológicos expostos no Centro Interpretativo do Megalistismo do Nordeste Alentejano, no antigo paiol do castelo de Catelo de Vide.
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quarta-feira, fevereiro 08, 2012
quinta-feira, janeiro 12, 2012
sexta-feira, novembro 18, 2011
quinta-feira, maio 27, 2010
Pedro Pires, uma justa homenagem ao Homem e à Terra
Pedro Pires, o presidente cabo-verdiano, foi hoje homenageado pela 2ª vez com um doutoramento Honoris Causa. A juntar à primeira homenagem, atribuída pela Universidade Federal do Ceará, a Universidade Técnica de Lisboa atribuiu hoje um doutoramento Honoris Causa a Pedro Pires, na área da Administração Pública. Pedro Pires, personalidade de grande estima e mérito, tanto entre cabo-verdianos, como entre portugueses, teve hoje uma justa homenagem pela sua dedicação inexcedível à vida política e pública, essencialmente em prol do desenvolvimento sustentável de Cabo Verde e, já agora inclusivamente em benefício da união dos povos lusófonos!!
Parabéns ao homenageador pela oportunidade e parabéns ao homenageado pelo seu percurso de vida.
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