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terça-feira, abril 21, 2015

Bom-senso imperou em Espanha [Ilhas Selvagens]

Carta da Missão Espanhola na ONU referindo-se ao alargamento da Plataforma Continental de Portugal a Oeste das Canárias.
 
Aparentemente Portugal obteve nas últimas uma estrondosa vitória diplomática perante reivindicações espanholas subjacentes ao alargamento da designada Plataforma Continental, que visavam ter jurisdição sobre a zona envolvente das Ilhas Selvagens, um pequeno arquipélago português que fica já mais próximo das Ilhas Canárias do que propriamente da Madeira.
Não há justificação aparente para o retrocesso do Governo de Mariano Rajoy sobre este diferendo criado em 2013, deixando no ar alguma contrapartida que possa estar vinculada a esta mudança de estratégia espanhola.
 


domingo, novembro 23, 2014

Portugal, a CPLP e outros apêndices diplomáticos [Tribuna do Alentejo]

Eis o meu último artigo no jornal Tribuna do Alentejo, que esboça meras opiniões sobre relações diplomáticas entre Portugal e os países lusófonos, não esquecendo ainda o recente constrangimento nas relações com o estado de Timor-Leste. Aceito com a maior abertura e humildade as vossas opiniões.

segunda-feira, abril 25, 2011

Espaço Lusófono - Oportunidades de Negócio

Se em momentos económico-financeiros mais pacíficos este seria um apetecível mercado para expandir negócios, hoje, mais do que nunca esta plataforma liguística com mais de 200 mihões de cidadãos, goza de um estatuto e de uma importância inegável para empresas e países que queiram internacionalizar-se no mercado das exportações, por exemplo. Nesta entrevista patrocinada pelo Diário Económico a Joanna Kuenssberg O’Sullivan, encarregada de negócios do Reino Unido em Portugal, está patente uma frontalidade quase chocante desta responsável de terras de sua majestade, face à inércia com que Portugal e o seu corpo diplomático têm tratado a questão económica além fronteiras, na demanda de novos mercados e, neste caso especificamente, do aprofundamento das relações económicas bilaterais entre Portugal e os Estados da Lusofonia. Admito e reconheço o esforço do Primeiro-Ministro cessante em aumentar a capacidade exportadora nacional e em diversificar simultaneamente o destino das mesmas exportações( ainda que Venezuela, China, Líbia, Argélia, Emirados Árabes Unidos, entre outros, sejam parceiros de dúbia honorabilidade e com pouca relação histórico-económica) no entanto não poderia deixar de fazer um reparo a quem entendo que competiria essa função, ao corpo diplomático nacional (vidé este exemplo britânico) e concretamente ao Ministério dos Negócios Estrangeiros(será tão confusa a interpretação da designação e atribuições deste ministério?). Assim, ao Primeiro-Ministro foram incumbidas delegações que eventualmente o terão desconcentrado ou desgastado para outras lutas e desafios mais apropriados. Ao invés, enquanto outros países se preparavam para "assaltar" esta oportunidade de negócio e encetar parcerias (vidé o caso da China, presente vigorosamente  em toda a Lusofonia) com estados lusófonos, Portugal e seu Ministério de Negócios Estrangeiros, entretinha-se com os périplos europeus/comunitários, muito assertivos, liderantes e visionários sobre a Economia Mundial e Solidariedade no aprofundamento do espirito e construção europeias que tão bons resultados obteve.