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segunda-feira, abril 20, 2015

Esclarecimentos PDR 2020 [Évora]

É já no próximo dia 22, quarta-feira, que haverá uma sessão de esclarecimento do novo programa de investimentos agrícolas, PDR 2020, em Évora, no auditório da CCDR - Alentejo, entre as 9h.30 e as 13h.00.
Apesar da presença ser livre e gratuita, é condicionada a prévia marcação, pelo que os interessados deverão confirmar a sua presença através do seguinte endereço electrónico: pdr2020.apoio@gpp.PT

domingo, abril 12, 2015

Lacticínios Alentejanos [DaVACA]

 
Estes iogurtes são fantásticos. Fruto de uma forma de trabalhar muito própria, esta empresa oriunda da zona de Elvas, começa a ganhar pontos de venda nos supermercados alentejanos graças à indesmentível qualidade do produto que fabrica. Eu sou pessoalmente fã dos iogurtes DaVACA e felizmente tenho no supermercado de bairro um fiel amigo que os vende!!

quinta-feira, abril 09, 2015

E por falar em Alqueva [ Recorde Mundial de Produtividade]

Parece que as Terras do Grande Lago já começaram a dar enormes alegrias a quem por lá trabalha e faz produtos agro-alimentares. Esta notícia é proveniente do jornal semanário alentejano Tribuna do Alentejo e, resumidamente fala de algumas produções notáveis que já se conseguiram obter nesta área. Assim, através de dados oficiais da EDIA, trabalhados com informação mundial disponível pela OMC, temos:
 
Milho/Produção Ha -  Média Mundial - 5.5 toneladas Alqueva - 14 toneladas
Tomate/Produção Ha - Média Mundial - 33.6 toneladas Alqueva - 100 toneladas
Uvas de Mesa/Produção Ha - Média Mundial - 9.6 toneladas Alqueva - 30 toneladas
 
 
 
Bem-vindo Alqueva!

AGROIN Alqueva



Para informações detalhadas, o leitor poderá aceder aqui à página institucional do evento.

terça-feira, novembro 04, 2014

A Europa e a fábula dos três porquinhos [Tribuna do Alentejo]

Caros leitores e amigos, deixo-vos com a ligação para o meu segundo artigo que aborda novamente o tema da Europa, mas incidindo agora num plano de futuro com vista a ultrapassar as actuais divergências comunitárias e, sobretudo políticas. E aproveitando a fábula dos três porquinhos, esperemos que doravante a casa europeia seja bem robustecida e ofereça maior resistência a muitos lobos maus que a vão pairando pelas imediações.
 
Aqui fica a ligação para o TRIBUNA DO ALENTEJO com o texto na íntegra. Opinem, critiquem e ajudem esta opinião a ser aprimorada!

terça-feira, outubro 21, 2014

Europa Anquilosada [Tribuna do Alentejo]

Aproveito para publicitar neste blogue o meu primeiro artigo escrito para o jornal alentejano Tribuna do Alentejo. Este texto disserta um pouco sobre alguns males de que padece esta UE e de que necessita de retornar à fonte de forma a que possa assegurar a continuidade do interesse deste bloco político-económico. Há diferenças entre a actual Europa e aquela que em 1993 subscreveu o Tratado de Maastricht e, parece-me que desde então aos nossos dias falta solidariedade, falta coerência e vontade de assumir os objectivos comuns de outrora e sobretudo da ausência do respeito pelas diferenças de cada Estado. Tudo isto e um pouco mais de actualidade no artigo publicado no Tribuna do Alentejo, no passado dia 19. Espero que gostem!!

segunda-feira, outubro 14, 2013

Bolsa Nacional de Terras [Serviço Público]

Venho aqui deixar a informação alusiva à Bolsa Nacional de Terras para (futuros ou instalados) agricultores. Neste espaço do Ministério da Agricultura e Mar, poderão os interessados ver esclarecidas todas as suas dúvidas sobre o tema em epígrafe.

sexta-feira, setembro 14, 2012

Este país não é para cobardes

 Mário Soares, em plena revolução de Abril estava "emigrado" em Paris, e hoje, quando uma jovem precária e desesperada geração tenta, sem meios, sem conhecimento, sem organização, forjar uma nova revolução, Soares, diz que é solidário e não fora ter um compromisso importante e estaria ao seu lado para lutar contra tanta injustiça e tanta austeridade. Este é mais um dos pretensos heróis que apenas aparece quando a revolução já se desenhou e afastou os perigos da frente. Mário Soares, apesar de decano mantém o seu carácter de cobarde e de alienado perante a sociedade que diz defender. Outra figura política, de nome Nogueira Leite, diz que se "pira" daqui assim que o Governo aperte mais com a sua mesada da CGD. Antes tinham sido Durão Barroso e Guterres a afastarem-se do poder quando o povo desolado olhava para o lado na tentativa de descortinar que alternativa haveria para mais uma crise política. É esta a estirpe da classe política nacional do pós 25 de Abril. Todas as dezenas de ministros, secretários de estado, deputados, assessores  e demias administradores públicos que passaram pelo poder e dele abusaram, só o fizeram porque demorámos tempo de mais a acordar e a tirar os pés imundos de cima da nossa cabeça. Está na hora da nossa redenção, do nosso comprometimento total e incondicional por Portugal. Mas para isso, livremo-nos dos partidos e dos movimentos que dissimuladamente tentam aproveitar-se do fulgor do momento na ânsia de conquistarem o que não lhes pertence: a nossa liberdade e a nossa vontade. Há por aí movimentos que se dizem apartidários mas todos nós sabemos donde vêm e para onde vão. Sabemos qual é a sua agenda, onde se colocam no quadrante político-partidário nacional e por isso devemos evitar cair novamente nessa esparrela. A revoluçaõ social está aí e o processo já é inevitável.
Se há virtude que o actual Governo trouxe para o país é a absoluta unanimidade em torno da necessidade de mudança do desenho político-partidário. Urge mudarmos, urge integrarmo-nos novamente em movimentos políticos e cívicos que tragam nova substância, credibilidade, e esperança para o futuro do país, mas sobretudo que realizem uma Primavera Social onde caibam todos, desde que a cobardia de ousar ser mais Portugal fique à nossa porta. Na rua só há espaço para a força da convicção, para o reconhecimento do passado e para a audácia no futuro. Doravante o conceito casa passa a ter uma dimensão geográfica e política que nunca tivera no passado, vivida por uma imensa multidão solidária, empenhada e esperançada na definitiva mudança. Aspiramos a terminar definitivamente com as hordas de políticos castradores da nossa capacidade de sonhar, coarctando desde cedo a nossa iniciativa, o nosso empenho e o amor por Portugal. Doravante serão eles que se acanharão perante o frémito de mudança e de responsabilidade que tomaremos sobre Portugal. Alheámo-nos é certo, mas de hoje em diante cada político estará avisado de quanto pode e deve fazer pelos seus cidadãos. Acabou a disciplina de voto, acabaram-se as promessas vãs de lugares, de remunerações, de amizades circustanciais, de impunidades, de inconsequência, de ignorância e incompetência. Estes partidos devem deixar o espaço necessário para que a sociedade civil possa desempenhar o seu dever de honrar o pais e de dar futuro aos portugueses, coisa que em 38 anos de ilusória democracia nunca se almejou conquistar. Se sempre foram cobardes, fujam que é hora, fujam que este país não é [mais] para cobardes.

terça-feira, agosto 28, 2012

ANPOC solidária

Desde já aqui deixo as minhas felicitações para a ANPOC -  Associação Nacional Produtores Cereais, Oleaginosas e Proteaginosas pela sua posição no que se refere aos recentes e calamitosos incêndios deflagrados na ilha da Madeira.
Desta atitude ressaltam-me algumas considerações que aqui exponho:

1º - É salutar ver que no Continente, independentemente das provocações do Governo Regional da Madeira, há gente que aposta na coesão nacional e na solidariedade territorial.
2º - A ANPOC solidariza-se com os agricultores madeirenses,  cria toda uma logística inédita na sua hsitória para poder apoiar as vítimas dos terríveis incêndios na Madeira e dá um claro sinal não apenas aos seus colegas de sector, como a todo o país no sentido de reagir prontamente e em conjunto perante a adversidade. Temos muito a aprender com este tipo de acções!
3º - Mais importante para o sector agrícola, parece-me indicativo o facto desta causa ter sido lançada no momento em que a ANPOC é liderada por um jovem agricultor. Daqui retiro uma optimista perspectiva sobre o associativismo na Agricultura Nacional, na lógica do empreendedorismo, da solidariedade e do espírito de causa e da visão do conjunto. Julgo que esta nova geração de agricultores pode dar muito mais à Agricultura do que tudo aquilo que ficou para trás e se perdeu. O dirigente Bernardo Albino deu mostras de ter  visão, acutilância, dinamismo e cooperativismo, pressupostos essenciais para que o associativismo agrícola possa verdadeiramente vingar no país. Os meus sinceros parabéns ao homem e dirigente, à ANPOC e a todas as entidades e pessoas que se solidarizaram com esta causa.

sábado, junho 23, 2012

Pede-se um Governo com ética e coerente

E para tal, suponho eu, não faz muito sentido o Governo criticar a posição autoritária, inusitada e desproporcional das grandes superfícies perante os seus produtores em exigir descontos para lhes pagar antecipadamente pelos produtos adquiridos, ou até mesmo por  definirem exclusivamente entre si promoções destinadas ao consumidor final sem ouvirem a produção, imputando-lhes mais tarde parte do ónus dessas acções. Agora é o Governo Português a pressionar os laboratórios farmacêuticos para que, em troca de lhes pagar o que é devido força-os a efectuarem descontos sobre o preço previamente acordado pelos produtos adquiridos. Este Governo socorre-se da sua posição, de algum autoritarismo e do próprio incumprimento de acordos e protocolos previamente estabelecidos com os seus parceiros para levar a sua adiante. Estranho a atitude no Governo liderado por um liberal convicto e temo que subsistam ainda tiques anti-democráticos nalgumas das suas acções, bem como sugiro que haja pelo menos maior articulação entre os membros do executivo, visto que houve uma clara contradição naquilo que Assunção Cristas defendeu e o que o ministro Paulo Macedo tem permitido que o seu ministério faça.
Compreendo naturalmente que não é tarefa fácil coordenar todos os movimentos, acções e comunicações de um Governo, com pouco mais de um ano e constituído por dois distintos partidos políticos, no entanto a sua credibilidade e em última instância o seu sucesso dependem claramente de uma grande consistência política dos seus protagonistas e das suas medidas, como do grau de profundidade das reformas a implementar. Parece-me crucial passar para a opinião pública que o Estado não pretende coartar a actividade económica nem as aspirações da iniciativa privada, bem como a ideia de defender uma justiça social e de encetar uma reforma administrativa plena de consequências e desprovida do autoritarismo bafiento que entorpecia a sua utilidade perante cidadãos e empresas. Pede-se afinal, um novo Governo, mas sobretudo um melhor Estado ao serviço de Portugal!!

domingo, janeiro 22, 2012

Sindicato de Arqueologia

Finalmente a classe profissional da Arqueologia consegue unir-se para ver formalizado um sindicato que a represente e defenda. Surge ainda para mais num momento oportuníssimo e decisivo para o sector pela crescente instabilidade laboral que se vai verificando e que carecerá de ser monitorizada por uma organização que zele efectivamente pelos direitos laborais dos trabalhadores de Arqueologia. Infelizmente algumas instituições públicas que visam tratar desta problemática pouco ou nada fazem em defesa do trabalhador independente, a esmagadora maioria dos trabalhadores de Arqueologia. O ACT [Autoridade para as Condições do Trabalho] pouco faz e também não tem capacidade humana e logística de fiscalização sobre os trabalhos desenvolvidos quotidianamente no país e o Tribunal do Trabalho alega que não tem qualquer tipo de tutela sobre trabalhadores por conta própia. Assim, ficam os trabalhadores de Arqueologia completamente à mercê de empreiteiros e empresários sem ética profissional. Faço apenas uma reserva quanto à utilidade que o futuro sindicato poderá vir a ter na intransigente defesa dos direitos laborais dos técnicos de Arqueologia, que diz respeito à sua eventual apropriação e manietação por partidos políticos e sinuosas agendas eleitorais. Assim, apelo ao futuro sindicato que seja efectivamente um sindicato independente e, não obstante poder ter representados de diversas sensibilidades políticas e partidárias que não se condicione por manifestações partidárias que não são na sua grande maioria a vontade individual e defesa laboral dos associados. Assim, espero que este futuro sindicato não tenha como uma das suas principais medidas a associação a uma central sindical, do tipo da CGTP, UGT ou TSD, pois com essa medida inusitada visaria apenas desacreditar uma classe que não quer ser partidarizada, mas efectivamente independente da classe política instalada no país.
Concordando naturalmente com a existência e viabilidade deste sindicato, comungo da ideia de que este per si não pode resolver todos os problemas inerentes à actividade arqueológica desenvolvida em Portugal, pelo que entendo que seria de todo interesse (e complementaridade com o sindicato a criar) a criação de uma Ordem profissional, pois parece-me a mim que um sindicato tratará fundamentalmente as questões laborais dos seus membros, no entanto há outro tipo de questões acerca do futuro da actividade no país, da sua credibilização, da sua interdisciplinaridade com outras áreas profissionais, da sua metodologia e ética e deontologia, da sua formação, que carecem de tratamento no respectivo campo com a devida organização. Seja como for, este é um primeiro passo que é importante saudar e valorizar para que a nossa classe, efectivamente unida e concentrada nas respostas e soluçõesa dar para a Arqueologia nacional sinta que há um movimento crescente de esperança que nos fortaleça enquanto pessoas e valorize como profissionais que queremos ser.
Faço votos de poder subscrever o manifesto para a criação do sindicato de Arqueologia promovido inteiramente por um incansável grupo denominado Grupo de Trabalho Pró-Sindicato em Arqueologia, assim o mesmo sinta igualmente importante estes dois pressupostos que aqui aflorei: Independência e Ordem (profissional).