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sexta-feira, janeiro 03, 2014

Nova oportunidade de negócio para Zédu!

Com a anunciada criação de um novo projecto editorial em Portugal, designado por Observador, segundo consta da autoria de António Carrapatoso, Alexandre Relvas, João Talone, Filipe de Botton e Luís Amaral sugere-me automaticamente uma reflexão muito superficial. Ainda que o seja não me coibo de fazer as minhas deambulações, aliás muito próprias de opinião independente publicada neste blogue. Assim, confesso que este projecto editorial me deu imensa vontade de o plagiar, assim tivesse eu uns milhares de euros, para depois vir diariamente ou semanalmente a público contestar o regime angolano e seus desvarios milionários de novo-ricos e que os irritasse o suficiente para que depois me viessem comprar o meu pasquim por uns milhões de petrodólares. Parece garantido em  Portugal que o regime angolano à falta de pluralidade democrática em Angola e de liberdade de opinião e de informação, pretende por cá conquistar/comprar toda a imprensa de modo a ter idênticos resultados. Ora como o português é danado para o negócio, isto parece-me ser um investimento com retorno imediato e exponencial. A má notícia para Angola e Zédu é que se a moda pega, qualquer dia em Portugal somos todos jornalistas e acabamos por ter o melhor rácio do Mundo em jornalistas/jornais/leitores.
Seja como for e ironias aparte, desejo os maiores sucessos a este novo projecto recheado de bons empresários, que espero futuramente acompanhados de bons jornalistas, para que o sucesso seja garantido e sejam efectivamente não um 4º poder mas um contra-poder. Serei certamente um observador da sua linha editorial.

sábado, janeiro 26, 2013

Isabel dos Santos, a bilionária [cleptocrata] angolana

Soubemos muito recentemente que a filha de José Eduardo dos Santos, aquela que compra tudo o que mexe em Portugal, é a mulher mais rica de toda a África. Os portugueses em geral adoram os angolanos e neste caso de crise aguda que vivemos agradecemos toda a solidariedade fraterna que possamos ter ainda para mais de um povo irmão que consideramos o angolano. No entanto, e aqui falo por mim, já não agradeço tanto a "solidariedade" de alguém que enriqueceu sem sabermos como, pois o seu único CV é ser filha de Zédu, o perpétuo presidente de Angola e que parece que num tique de ressabiamento colonialista, quer agora comprar Portugal a todo o custo. Aliás, mais seriamente todos sabemos que toda a diversificação dos seus investimentos em Portugal, além de pretender diversificar e dificultar os conhecimentos sobre o seu património e de ampliar os seus bens fora de Angola caso o clâ Dos Santos caia em desgraça, pretende igualmente calar a pouca oposição e informação que vai havendo do regime autoritário de Zédu que acontece precisamente pela mão dos meios de comunicação social portugueses. Comprando todos, espera Isabel dos Santos e toda a elite angolana que gira em torno do Governo, calar as ténues denúncias que vão surgindo na imprensa internacional sobre o regime autoritário e cleptocrata de Angola. Ao povo angolano sobra a mais profunda solidariedade portuguesa por viveram sob um regime ditatorial que cala quem a si se opõe e submete quem se indigna e contesta a sua legitimidade governativa. Certamente que o povo angolano em mais uma prova de grande maturidade cívica não ficará indiferente a mais esta notícia que apenas e só vem confirmar a magnitude da fortuna ilegítma de uma filha da ditadura angolana. Ninguém discute a evolução económico-social que o país vem vivendo nestes últimos tempos, mas outra coisa não seria de esperar de um território quase infinitivamente rico e com créditos provenientes do petróleo abissais que ninguém consegue escrutinar seriamente com respectivas contas!! 

terça-feira, maio 03, 2011

Novas de Angola: Zedu receoso

Estas últimas de Zedu, provocam-me algumas dúvidas e questões. Diz o quase monarca angolano que estas movimentações e arbitrariedade são mais facilmente ensaiadas em África porque o povo está dividido. Pergunto porquê? Porque será que África ainda vive tamanha pobreza com abundantes e ricas matérias-primas transaccionadas para todo o mundo? E porque será que existem sempre clivagens político-sociais muitos vincadas nestes estados? Terá algumas a ver com o fosso entre políticos milionários e povo a viver na miséria? Será inocente esta preocupação de Zedu ou estará meramente interessado em abafar novamente o espírito crítico que existe em Angola em torno da sua governação e autocracia? Não será irónico Zedu falar em neocolonialismo dos tais países industrializados ocidentais, para a usura das matérias-primas africanas, quando em grande medida ele próprio estimulou este modus operandis das potências ocidentais para se libertar do jugo português, através do armamento que ia recebendo em troca de favores e aumento de protagonismo e relações comerciais entre Angola e esses países? Os EUA doo há minaram o petróleo angolano por acaso? Não será o problema de Zedu ter-se apercebido que neste mundo nãamigos/aliados e que, à semelhança do outrora parceiro Kadafi que agora viu essas potências puxarem-lhe o tapete após décadas de ditadura líbia, ele está na eminência de ser descartável, assim o expresse soberanamente o povo angolano?