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sexta-feira, julho 05, 2013

Instrumentos Intemporais

 
Desculpem o humor, mas depois de tanta demagogia, tanta descredibilização, tanta ânsia de poder, tanta incompetência e insensibilidade da classe política e tanto debate e análise política sobre os acontecimentos em catadupa dos comentadores políticos, tanto ardor por notícias frescas da nossa imprensa que verifiquei freneticamente por estes dias, só me ocorre que umas controladas cargas eléctricas sobre algumas almas pseudo iluminadas, podia efectivamente devolver-lhes a luz!!!

quarta-feira, julho 03, 2013

Mobilidade na função pública ou...

...autarcas paraquedistas ou ainda amanhem-se como puderem!!!
A lista abaixo é ainda curta, mas já prefigura alguns candidatos que tendo exercido funções de presidentes de câmara noutros concelhos, surgem agora candidatos noutros locais!!  São eles:

Álvaro Santos Amaro [PSD]
José Ribau Esteves [PSD]
Jorge Pulido Valente [PS]
Carlos Pinto de Sá [PCP]
Vítor Proença [PCP]
Fernando Seara [PSD]
Luís Filipe Meneses [PSD]
João Penetra [PCP]
José Estevens [PSD]


PS: Desculpem-me aqueles que estão na mesma condição e que aqui inadvertidamente e misericordiamente não coloquei!!



terça-feira, abril 16, 2013

Sobre Bengalinha Pinto, no blogue Alcáçovas

Bengalinha Pinto, um candidato, um projecto, um voto!!




Este texto foi devidamente ponderado por todos os motivos que exigem serenidade e reflexão no apoio a um candidato, mas sobretudo por fazê-lo a alguém que foge significativamente à minha matriz ideológica. Acresce neste âmbito que um candidato autárquico é muito mais a pessoa, a equipa e o projecto do que o apoio partidário que traz na sua rectaguarda. No caso de Bengalinha Pinto, da sua equipa, do seu mandato em curso e da sua já anunciada recandidatura o trabalho desenvolvido e o projecto apresentado falam por si e são naturalmente e inequivocamente um estímulo para mim enquanto cidadão no desafio autárquico.
Sobre a candidatura de Bengalinha Pinto como independente apoiado pelo PS, apraz-me dizer que em boa hora Viana do Alentejo contou com este gestor autárquico. Confesso que o conheci após a sua vitória nas autárquicas de 2009, mas esse conhecimento foi-se consolidando, transformando-se numa amizade e profunda admiração por todo o trabalho desenvolvido em prol do concelho e igualmente pela estratégia que gizou para o seu futuro. O que vinha de trás era um bafiento executivo comunista que teimava em abrir as portas do desenvolvimento ao concelho, fazendo meras obras de regime, muitas delas completamente desnecessárias e inoperantes apenas para marcar um cunho do seu mandato com obras faraónicas de betão. Criou muitas infraestruturas de lazer para jovens quando o que este concelho vinha precisamente perdendo era a aposta no futuro e nos seus jovens. Não vale a pena construir uma casa pelo telhado e Bengalinha Pinto preocupou-se e ainda se preocupa em criar condições para que a economia local seja revitalizada e que a iniciativa privada seja bem-vinda e próspera dando desta forma melhores bases para um futuro sustentável do concelho. Não lhe interessa o oportunismo de ter a sua edilidade como o principal empregador do concelho, nem o populismo e a tentação de acatar as solicitações de inúmeras associações e entidades locais como forma de comprar a posteriori o seu apoio eleitoral, como foi sendo regra no passado. Criou uma vasta plataforma de entendimento e de discussão sobre a economia local (GADE), estimulou a parceria entre associações para rentabilizar os seus horizontes, redimensionou iniciativas criadas no passado, mas adaptadas às novas exigências económicas, apostou na melhor qualificação técnica e na informação dos seus munícipes, aprofundou a sua aposta nas actividades lúdicas e culturais rentabilizando os espaços concelhios para o efeito, empreendeu um massivo apoio de âmbito social, também este resultado directo da crise que se atravessa, criou marcas âncora para o concelho como são disso exemplo os chocalhos das Alcáçovas e a olaria de Viana do Alentejo, prossegue a indispensável renovação das infra-estruturas básicas de saneamento, apropiou-se como devido interesse do projecto do Paço dos Henriques e prepara-se para finalizar umas das mais importantes ferramentas para o desenvolvimento do concelho que é o PDM de Viana do Alentejo. Admito que não foram ainda alcançados os melhores resultados possíveis ou desejáveis, no entanto acho que é este o caminho, trilhado com seriedade, ponderação, trabalho e muita esperança no futuro do concelho. E assim Bengalinha Pinto vai seduzindo muitos cidadãos e eleitores como eu que, ao contrário do vetusto passado, ignorou as tentações megalómanas e estéreis apostas, para dar uma real dimensão ao concelho e aos seus horizontes futuros.
Se há alguma área onde gostaria de ver o executivo de Bengalinha Pinto apostar mais na área económica era sobretudo no apoio à actividade agrícola pela sua importância no desenvolvimento económico local e da empregabilidade no concelho, bem como na área do turismo e, neste segmento no turismo cultural pelas quase inesgotáveis oportunidades que há para desenvolver e rentabilizar em prol de um desenvolvimento sustentável. A aposta na área da Cultura será algo que irei desenvolver mais adiante, pela importância estratégica que julgo que poderá vir a ter no estímulo ao turismo e consequentemente à economia local.
Dito isto, não gostaria de terminar sem fazer um apelo às estruturas locais do PSD e CDS-PP para que se unam verdadeiramente em prol do concelho e nesse diapasão, reconhecendo o bom trabalho desenvolvido pelo actual executivo e admitindo igualmente que será muito difícil reunirem algum candidato que possa ombrear com Bengalinha Pinto, encetam um apoio conjunto à sua candidatura dando uma cabal demonstração de seriedade e objectividade em política, actualmente tão gastas pelas duvidosas opções dos nossos dirigentes político-partidários. Sou democrata-cristão e não me custa nada apoiar desta forma uma candidatura que me parece séria, determinada e sobretudo capaz de dar ao concelho um novo rosto, preocupada com a fixação de gente no concelho, com o estímulo à economia, da qualificação e educação dos seus munícipes e de uma solidariedade social para com quem mais necessita. Neste momento não me parece oportuno, nem justificável sequer que existam candidaturas provenientes do espectro político da Direita em Viana do Alentejo, pelo trabalho desenvolvido pela actual equipa e até pela eventualidade do voto útil utilizado na candidatura de Bengalinha Pinto para fazer face a outra forte candidatura proveniente do PCP poder dar resultados residuais e desoladores para as possíveis candidaturas de CDS-PP e PSD.  Assim, exorto os responsáveis políticos a medirem bem as virtudes de novas candidaturas, quando neste momento existe já uma fortíssima opção, espelhada em Bengalinha Pinto, um candidato, uma equipa e um projecto!!


domingo, fevereiro 17, 2013

A triste abundância do Alandroal


É claro que o Alandroal é tudo mais que isto, mas não pude deixar de me espantar com a enormidade de acusações que recaem sobre o antigo dirigente camarário do concelho, João Nabais, conhecido militante socialista. Que dizem as elites socialistas locais deste caso, além de terem excluido naturalmente a cita figura de nova candidatura pela sua égide?


quarta-feira, fevereiro 22, 2012

Olivença - Estranhas comemorações

Recentemente o GAO - Grupo dos Amigos de Olivença noticiou pela comunicação social nacional uma estranha comemoração que o alcaide de Olivença se prepara para realizar naquele território saqueado por Espanha. Ao que foi veiculado por este grupo o alcaide oliventino deseja comemorar os 211 anos de ocupação ilegal daquele território através de uma guerra designada por Guerra das Laranjas, ocorrida em 1801. Pretende-se realizar uma mega produção da vitória de um país agressor sobre Portugal que teve como consequência a usurpação daquele território. Tem havido muito silêncio e até cumplicidades entre o município local, a região administrativa da Extremadura e o próprio Governo Central de Espanha de quem seria de esperar uma tomada de posição sobre o assunto. Quanto aos órgãos de soberania nacionais parece seguir-se o mesmo diapasão, o silêncio é de ouro. Contudo e, voltando ao título da mensagem, parece ser estranho querer-se comemorar a invasão de um país que retirou direitos de jurisdição, circulação e de nacionalidade ao território anexado. Ou seja, irá-se comemorar em Olivença 211 anos de agressão e anexação sobre um território nacional! Parece no mínimo estranho que o Governo Português, por intermédio do Ministério dos Negócios Estrangeiros não se queira pronunciar e até mesmo condenar esta iniciativa. Acresce que a coligação governamental PSD-CDS sempre teve uma postura minimamente coerente e séria no que toca a esta clívagem diplomática, pelo que seria de esperar por parte do Dr. Paulo Portas, ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, coerência e patriotismo numa rápida condenação ao acto de agressão que a nossa vizinha Espanha se prepara para fazer. Aliás, sendo um dos poucos motivos de alguma apreensão e discórdia com a nossa vizinha Espanha, exceptuando talvez a questão dos caudais dos rios internacionais, ambos sempre omissos nas questões que Portugal pretende discutir com Espanha nas periódicas cimeiras lsuo-espanholas, parece-me que Espanha teria todo o interesse em sanar definitivamente estes pruridos com Portugal. Ao invés teima na arrogância e na prepotência de quem ocupa, usa e abusa dos bens alheios.
Sou democrata-cristão  e enquanto simpatizante do CDS-PP sentir-me-ei muito defraudado se este Governo não tomar uma enérgica medida com vista a censurar estes dispautérios de vestuto colonialismo castelhano.
Em jeito de conclusão, quanto ao facto do tema ter sido recentemente abordado e activamente censurado pelo PS de António José Seguro, apesar de me congratular por dessa forma ter sido colocado o tema na agenda mediática, só posso com isso reconhecer uma total insignificância do líder da oposição parlamentar, fruto do passado recente de responsabilidades na quase bancarrota de Portugal, onde a mesma pessoa era deputado do PS de apoio ao Governo Sócrates e, por isso solidário com todas as suas decisões tomadas. E, pelos temas que aborda, entre o qual o de Olivença, algo de inusitado no PS, apenas revela que procura desesperadamente pontos de conflito e clívagem com este Governo para se poder descolar do famigerado plano de resgate da Troika. Recordo ainda que o PS se agora foi enérgico a levantar esta problemática, em todos os 6 anos de consulado governamental (com cimeiras luso-espanholas pelo meio) foi incapaz de abordar ao de leve sequer o tema. Ou seja, esta atitude apenas revela desnorte e hipocrisia de uma classe política que tudo faz para ser notada e para demonstrar que faz diferente do rival no Governo.
Se a memória não me falha as próprias comemorações veiculadas em vários órgãos de comunicação social, desde o Público, Jornal de Notícias, TVI24, Agência Financeira e Jornal da Madeira, já tinham sido anunciadas ainda com o Governo de Sócrates, pelo que ainda mais gravosa se torna a atitude. De qualquer forma, neste caso em concreto, Olivença e o Patriotismo agradecem por terem sido lembrados.
Quanto ao que espero deste Governo? Sinceramente que seja verdadeiramente independente, patriótico e rigoroso na demanda de responsabilidades e de soluções para esta velha questão de 211 anos (só por aqui se vê o deixa andar nacional!). Se o MNE português chamasse o embaixador espanhol em Portugal e abordasse inclusivamente esta questão no seio da UÉ, bem como solicitasse correspondentes diligências do nosso embaixador em Madrid, parecia-me algo de louvável, pois se se quer ser diferente do populismo, da demagogia e da cobardia, actue-se em conformidade. Se Madrid quer ser um membro sério da UÉ, um parceiro reconhecido, amigo e solidário dos seus pares, terá que se deixar de velhos tiques de potência colonialista e ser o primeiro interessado em dissipar quaisquer conflitos com o seu vizinho lusitano.


quinta-feira, setembro 08, 2011

Vai-te embora Relvas, vai

Há um episódioda minha existência pós-adolescência que, por mais insignificante que seja, pelo riso que me provocou perdurou na minha memória. Certo dia, vinha eu do campo a ouvir uma rádio local (alentejana) quando dei por mim a dar atenção ao programa de discos pedidos. O cómico deste corriqueiro e trivial cenário foi quando um ouvinte pediu a música do Fernando Correia Marques, "Vai-te embora melga, vai". Até aqui tudo sem graça, mas a piada eclodiu quando o locutor agradecendo o pedido questionou se o ouvinte queria deixar alguma dedicatória especial. Este numa inusitada prontidão atira: «À minha sogra».
A piada pode ter sido elementar e até gasta pelo protagonista visado, mas trago-a de novo à ribalta para uma dedicatória diferente. Desta feita quero dedicar este hino popular ao ministro adjunto e dos assuntos parlamentares, Dr. Miguel Relvas.
Não o faço para reeditar a serôdia graça, mas porque entendo que esta sombria personagem política tem ou pode vir a ter um prejudicial papel sobre um Governo que se quer credível, empreendedor, mas sobretudo patriótico. E, para haver uma perfeita simbiose entre estes pressupostos é igualmente necessário que o executivo benefície de ponderação, tranquilidade e confiança. Isso é tudo quanto uma melga não pode dar a um modesto político. A sua presença junto de um qualquer elemento governativo certamente que perturbará a sua paciência, tal como o seu sonoro zumbido afectará naturalmente os níveis de concentração desejáveis para tal função! Todos sabemos o  quão persistente tem sido a melga maçónica junto da classe política, essencialmente do bloco central nestas últimas décadas de Democracia em Portugal. A sua presença agrava-se por contaminar o desejável espírito patriótico que possa existir num elenco governativo, semeando a lógica corporativista, do tráfico de interesses e parcial das atribuições de um Estado de Direito. A existência de insectos pouco transparentes que muitas vezes não se vendo, ouvimos esvoaçar  sem saber a fazer o quê, preocupa seguramente.
A filiação em associações corporativas, elitistas, enigmáticas, sem atribuições específicas e transparentes, cabais e com fins generosos, deveria ser incompatível com o exercício de cargos governativos, sob pena de os interesses de umas se sobreporem a outros mais amplos e inequívocos.
Estou convicto que este prolongado zum-zum no nosso quadrante político-partidário tem prejudicado de sobremaneira a qualidade da nossa Democracia e da seriedade da respectiva classe política. No meio de décadas de militante existência e subversiva acção, o que fica da sua herança para os vindouros? É correcto colocar a questão; o que é que esta melga fez por Portugal? Ou, ao invés, deveríamos inquirir sobre o que é que este insecto meloso fez com Portugal? No final de contas, entre algumas questões e outras tantas dúvidas, a dita melga voa, voa, incessante sobre conturbados ambientes. E tanto é assim que, com tamanho e ensurdecedor zumbido nem Passos Coelho já se consegue fazer ouvir.
Uma coisa sei, seja Relvas a melga ou mero veículo de transmissão do dito insecto e seu estorvo até ao Governo, que vai haver chatice, lá isso vai...

terça-feira, abril 26, 2011

Eles comem tudo...mas nem se apercebem

«Este presidente é mesmo foleiro. Nem sequer convidou os deputados para a cerimónia do 25 de Abril.» Palavras desgostosas de José Lello, deputado e político profissional que acha que tem tido poucas festas onde participar, queixando-se nesta circunstância do presidente da República pela sua insensibilidade política ao restringir os free-pass 25 de Abril forever. Talvez ficasse bem ao senhor presidente, mas ele é vítíma das circunstâncias e das subsequentes limitações orçamentais criadas pelo Partido Socialista e pelos milhares de festas, adjudicações, inaugurações, convites, etc que promoveu e que agora obrigam algumas elites do partido a ter uma abrupta dieta social. É difícil para quem está mal habituado, mas pelo menos reconheço que afinal já não pagam sempre os mesmos!! A única diferença é que para muitos deixa de haver pão na mesa, quando para outros apenas se reduziu o número anual de festas para que se é convidado...
Mas fica registada a elevada seriedade e ética do deputado cessante José Lello, bem como o seu patriotismo, patente na mais firme, convicta e imprescindível necessidade de estar presente nas comemorações da Presidência da República do 25 de Abril.

Há uma 3ª via.

«O eleitorado percebe que o PS é um prodígio de incompetência. O eleitorado gostaria de perceber que o PSD é outra coisa. Não se vê como (...) O PSD decidiu empenhar-se numa série de acções suicidas destinadas a provar que talvez não valha a pena arriscar a mudança.» Alberto Gonçalves in "Diário de Notícias".

segunda-feira, abril 25, 2011

Matando o moribundo, por Boaventura Sousa Santos

«Não se experimentou até agora uma coligação de esquerda, envolvendo o PS, o PCP e o BE». In "Público" 25 de Abril de 2011.

domingo, abril 03, 2011

Sócrates preparava-se para a crise política!!

«Segundo João Tiago Silveira, as nomeações publicadas em Diário da República após 23 de Março "foram todas" alvo de despachos assinados antes dessa data e, "como é hábito", foram publicadas semanas depois.»


Então podemos constatar que esta anormal incidência de promoções e nomeações dias antes de estalar a crise política de 23 de Março, estava a ser realizada antevendo qualquer circunstância excepcional que pudesse barrar esses hábitos pouco sérios. Podemos também deduzir e até concluir que Sócrates com estas premeditadas nomeações e promoções pré 23 de Março, estava ciente do que estava a provocar e nada fez para contrariar essa conjuntura, antes pelo contrário, acentuou-a até chegar à reprovação do PEC IV na AR. Este é um cabal exemplo do gabarito dos nossos políticos e pior, governantes, do seu calculismo político e desprendimento patriótico.
Obrigado João Tiago Silveira, com estas palavras, acabaste por revelar um pouco mais do verdadeiro PS. Certamente que os históricos do partido, aqueles arautos da Liberdade e Democracia que lutaram para implantar o 25 de Abril estão deveras orgulhosos pela actual plêiade de governantes...