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domingo, outubro 31, 2010

Cidadania Activa

O título da petição que acabei de subscrever é : Fim da atribuição, antes dos 65 anos, das pensões de reforma aos detentores de cargos públicos e políticos, bem como da sua acumulação.

Entendo que não há motivo algum que me pudesse demover de a assinar, pelo que aqui deixo o endereço para os demais interessados. Note-se que a mesma petição no momento em que a subscrevi tinha já almejado mais de 50.000 assinaturas. Pelas razões evocadas na mesma, não será difícil atingir-se outros tantos assinantes.
Aos políticos apenas me apraz dizer que não lhes chega serem mandatados em eleições autárquicas, legislativas ou presidenciais, para que os seus eleitores lhe deêm carta branca para toda e qualquer posição que venham a tomar. Um bom político também é aquele que sabe acompanhar as sensibilidades e preocupações da sociedade que integra e representa e toma as posições em função dessas constantes evoluções. Este exemplo, é de certa forma demonstrativo de anseios e opiniões públicas generalizadas que deveriam ser minimamente escutadas e escrutinadas pelo poder político em funções. O problema é que, muitas vezes, este poder político não consegue dissociar-se dos seus interesses pessoais, em detrimento dos interesses colectivos que deveria ter em lugar cimeiro na sua ordem de prioridades...  

sábado, outubro 30, 2010

Família Carvalho - gerações de lavradores


Esta ansiada iniciativa de António Vacas de Carvalho, deu azo à criação de uma página na rede. Mais detalhes, aqui.

quarta-feira, outubro 27, 2010

Sócrates, ETA e Máfia Siciliana

O ar está a tornar-se irrespirável em Portugal e as nossas carteiras vão-se esvaziando aos poucos e poucos. Confesso que, não obstante, em Portugal estarem-nos recorrentamente a ir-nos ao bolso, não contava com a irreverente presença de tão sonantes instâncias, tais como ETA e Máfia Siciliana. Quem virá a seguir? As FARC? Os Talibans e Bin Laden? Admito que a grande elite política nacional tenha muito a ensinar a estes "aprendizes de feiticeiro" no que toca a actos terroristas, mas ainda assim temo que o país seja pequeno demais para tanta gente no mesmo ofício!!!

segunda-feira, outubro 25, 2010

FMI em Portugal - uma solução adiada

Tivemos em Portugal a intervenção do Fundo Monetário Internacional em duas ocasiões. Uma em 1977 e outra em 1983. Em ambos os casos este organismo interveio no país por este não conseguir obter crédito e empréstimos externos para executar as suas dívidas correntes, caindo dessa forma na bancarrota. Simplificando o discurso, o FMI interveio nestas duas ocasiões em Portugal por este país se encontrar no estado a que agora chegámos. Ou seja, mais cedo ou mais tarde ele voltará a dirigir-nos as finanças e a obrigar os portugueses a novas medidas restritivas social e economicamente. Mas a questão principal que deverá ser colocada é se esta vinda será decisiva e definitiva para salvar as contas públicas portuguesas??
Decisivamente não. E porquê? Porque Portugal aquando da 1ª intervenção do FMI, através dos seus generosos, dotados e empreendedores políticos/governantes fez um trabalho tão brilhante que este organismo, passados 6 anos estava cá novamente. E, suponho que no meio disto, haverá a argumentação que desde a última vez que o FMI cá esteve a a actualidade, já decorreram 27 anos. Pois é!! Mas não nos podemos esquecer que tínhamos entrado para a então CEE em 1986 e vinha dinheiro a rodos que serviu para tapar esses buracos. Além disso, não é qualquer país que se pode orgulhar de já ter tido o FMI por 2 vezes no seu caminho, com fortes probalidades de vir aí uma terceira incursão.
E agora nem temos políticos melhores, nem mais dinheiro para tapar esses "pequenos buracos" que quem nos governa teima em abrir nas finanças públicas, ou seja, mudamos por nossa iniciativa, portugueses, ou teremos indefinidamente um futuro adiado!!! Podemos até ter que nos acostumar a gerir a despesa de forma mais eficaz e rigorosa à boa maneira germânica, no entanto para tal é fundamental mesmo ter quem execute sabiamente essa obrigatoriadade, esse desígnio nacional. Para isso, a opção a tomar parte pela dignificação da classe política portuguesa e, pela formação de uma elite intelectual activa e com força na opinião pública nacional. Julgo que com estas premissas o futuro deste país inacabado, ficaria mais perto do horizonte.

Ferramenta para 2011

Revista AMC

Curso de Desenho Arqueológico

sábado, outubro 23, 2010