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sábado, outubro 06, 2012
Juridical Culture in Portugal
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segunda-feira, outubro 01, 2012
Arqueozoologia em Sintra
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O Futuro da Memória [Serpa]
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sexta-feira, setembro 28, 2012
quarta-feira, setembro 26, 2012
Música de outrora, em Vila Viçosa
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terça-feira, setembro 25, 2012
Evolução dos Manuscritos
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sábado, setembro 22, 2012
No amanhã mandamos nós.
No meio de todo este caldo social
que parece prestes a transbordar, só há algo que merece uma pequena
discordância minha. Concordo naturalmente e compreendo mesmo todas as manifestações
que se têm seguido às sucessivas ripadas fiscais e salariais de que os
portugueses têm sido alvo pelo presente Governo. Compreendo e concordo que quem
falhou rotundamente nos seus compromissos ao não conseguir reduzir o défice
como estava previsto e ter falhado todas as suas previsões económicas foi o
actual Governo. Concordo que os portugueses tiveram não apenas agora, mas
sobretudo agora uma paciência de santo para as tais investidas de austeridade
ordenadas por Passos Coelho em função do que o seu Governo fez para alterar a
actual conjuntura. Mas não concordo que se censure apenas o actual Governo ou
que se coloque a tónica do problema nele. Falharam sim, sem dúvida, mas como
antes falhou cabalmente Sócrates, como antes fez trapalhadas Santana, e como
antes fugiram Barroso e Guterres. Defendo sim neste contexto a reprovação de
toda a nossa classe política, pela sua mediocridade, pelo seu lascismo, pela
sua avareza, pela sua soberba e demais pecados mortais. Tivemos uns políticos
que se deixaram iludir pelo poder e suas benesses, outros que nada dele
entendiam mas que foram à boleia por pagamento de fretes, e outros ainda que
estando por “convicção ideológica” em nada contribuíram para elevar o grau de
exigência na governação, fazendo o jogo político que deu azo a esta ebulição
social e descontentamento generalizado. Mas não tivemos políticos com
sensibilidade para aferir do estado da Nação e que soubessem antecipar os
problemas para lhes dar melhor solução. Chamaria a isso visionarismo e estadismo,
algo que temos em grande défice, há muito tempo! E se, confesso, nunca esperei grande
coisa de um garoto recém-formado na “escola do crime” da política, ainda
depositei algumas esperanças no seu parceiro Portas pelo seu passado político.
Mas enganei-me cabalmente. Portas não compreendeu que depois de ter reprovado
conjuntamente com Passos Coelho o PEC 4 de Sócrates e de os eleitores e portugueses
lhes terem dado alguma tolerância para imporem novas medidas de austeridade em
função das periódicas visitas da Troika e do evoluir do quadro económico do
país, a sua (de Portas e Passos) margem de manobra para governarem o país era
nula. Não havia como ou porque falhar. Os portugueses com o 12 de Março de 2011
fizeram um claro aviso à navegação que Coelho e Portas negaram ler nas
entrelinhas. Convenhamos que doravante em ano e meio de governação da coligação
houve demasiados erros, muitos de falta de comunicação, outros de falta de
sensibilidade, outros mesmo de falta de capacidade, que fizeram transbordar o
copo da paciência lusa. Quando Passos Coelho faz a comunicação ao país no
malogrado dia 7, deitou para trás das costas tudo aquilo que tivera corrido mal
com o seu Governo como se os portugueses tivessem de carregar novo fardo sem
barafustar um mínimo de desagrado. Enganou-se e Portas viu a bombar explodir
dentro de casa sem que tivesse ouvido o tilintar do seu relógio. Esqueceram-se
ambos dos casos Relvas, da polémica EDP, do problema das Secretas, do reavivar caso
dos submarinos de Portas, das nomeações políticas, das afirmações mais insensíveis
como aquelas da emigração ou do português piegas, do problema crescente do desemprego,
etc… Ou seja, Portas e Coelho tinham em mãos um já longo historial a juntar aos
constrangimentos sócio-económicos provenientes do mandato de Sócrates para que
de ânimo leve, após se ter tido conhecimento que as previsões do défice
orçamental apontavam para o incumprimento do estabelecido inicialmente, a
anteceder um jogo da selecção nacional pudessem arriscar lançar uma bomba
social como aquela proferida por Passos coelho no fatídico dia com nova dose proferida
por Vítor Gaspar três dias depois. Toda esta retrospectiva marcaria a explosão contestatária
marcada para os dias seguintes.
Compreendo,
dito tudo isto a revolta de todos os compatriotas e mesmo a sinto na mesma de
igual modo. Apenas discuto a alternativa política no momento (não vejo que os
portugueses queiram novamente o PS e nem coloco a questão do PCP ou BE), a
inusitada instabilidade governativa de que temos sido pródigos nos últimos anos
onde os governos não terminam os seus mandatos, ou o risco de partirmos para convulsões
político-partidárias da República velha (Iª República) pelo aprofundar das
tensões entre os partidos e dos consequentes aproveitamentos políticos
retirados dos movimentos populares recentes.
Além de tudo isto,
gostaria que tudo aquilo que temos para exigir a um Governo o façamos agora
obrigando-o a entender o desígnio e a vontade popular. Esperar pela eterna
solução da alternância do poder com os mesmos partidos a repetirem soluções
antigas não nos fará bem algum. Está na hora de os obrigarmos a terminarem os
seus mandatos mas absolutamente escrutinados por nós. Assim se negamos a subida
da TSU, se nos parece inabitável Relvas neste Governo, se achamos que o combate
contra o Desemprego deverá ser mais vincado, se entendemos que Passos Coelho
deve dar um murro na mesa da Troika, deveremos encetar uma cidadania mais
activa e co-responsável com os governos que colocamos no poder. Isto é um
imenso aligeirar das nossas responsabilidades e, ao invés, ao tomarmos o pulso
do país, obrigando, coagindo mesmo o Governo a marcar o seu discurso em absoluto
interesse dos seus cidadãos, obrigamo-lo a ser responsável, patriótico, dinâmico
e criativo. O contrário é um cheque em branco para que possam governar sem rumo
sabendo que o que lhes pode suceder é saírem um pouco mais cedo do que inicialmente
previram. O que quero é sobretudo moralizar a classe política, para que o seu modus operandis se vá toldando para uma
melhor governação no futuro. Sacudir a água do capote, ou melhor, empurrar a
poeira para debaixo do tapete não resolve nada! Por tudo isto é que arrisco
dizer que estas manifestações podem não ser tão inocentes e espontâneas quanto
seria desejável. Mas mesmo assim, no amanhã mandamos nós…
quarta-feira, setembro 19, 2012
Centro de Interpretação de Alcalar - Actividades
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Sobre vias romanas em Mangualde
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segunda-feira, setembro 17, 2012
O Guadiana e os Tartessos
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Pela participação e cidadania jovem
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Felicidades Celina.
Tenho acompanhado de longe o seu percurso musical, que gradualmente foi ganhando consistência e apurada sonoridade. Trabalhou já com grandes artistas nacionais e inicia doravante um projecto a solo que faço votos que tenha os maiores sucessos. Sempre apreciei a sua insistência em correr atrás dos seus sonhos e a música foi a sua demanda, por isso, Força Celina, felicidades!
sexta-feira, setembro 14, 2012
Este país não é para cobardes
Mário Soares, em plena revolução de Abril estava "emigrado" em Paris, e hoje, quando uma jovem precária e desesperada geração tenta, sem meios, sem conhecimento, sem organização, forjar uma nova revolução, Soares, diz que é solidário e não fora ter um compromisso importante e estaria ao seu lado para lutar contra tanta injustiça e tanta austeridade. Este é mais um dos pretensos heróis que apenas aparece quando a revolução já se desenhou e afastou os perigos da frente. Mário Soares, apesar de decano mantém o seu carácter de cobarde e de alienado perante a sociedade que diz defender. Outra figura política, de nome Nogueira Leite, diz que se "pira" daqui assim que o Governo aperte mais com a sua mesada da CGD. Antes tinham sido Durão Barroso e Guterres a afastarem-se do poder quando o povo desolado olhava para o lado na tentativa de descortinar que alternativa haveria para mais uma crise política. É esta a estirpe da classe política nacional do pós 25 de Abril. Todas as dezenas de ministros, secretários de estado, deputados, assessores e demias administradores públicos que passaram pelo poder e dele abusaram, só o fizeram porque demorámos tempo de mais a acordar e a tirar os pés imundos de cima da nossa cabeça. Está na hora da nossa redenção, do nosso comprometimento total e incondicional por Portugal. Mas para isso, livremo-nos dos partidos e dos movimentos que dissimuladamente tentam aproveitar-se do fulgor do momento na ânsia de conquistarem o que não lhes pertence: a nossa liberdade e a nossa vontade. Há por aí movimentos que se dizem apartidários mas todos nós sabemos donde vêm e para onde vão. Sabemos qual é a sua agenda, onde se colocam no quadrante político-partidário nacional e por isso devemos evitar cair novamente nessa esparrela. A revoluçaõ social está aí e o processo já é inevitável.
Se há virtude que o actual Governo trouxe para o país é a absoluta unanimidade em torno da necessidade de mudança do desenho político-partidário. Urge mudarmos, urge integrarmo-nos novamente em movimentos políticos e cívicos que tragam nova substância, credibilidade, e esperança para o futuro do país, mas sobretudo que realizem uma Primavera Social onde caibam todos, desde que a cobardia de ousar ser mais Portugal fique à nossa porta. Na rua só há espaço para a força da convicção, para o reconhecimento do passado e para a audácia no futuro. Doravante o conceito casa passa a ter uma dimensão geográfica e política que nunca tivera no passado, vivida por uma imensa multidão solidária, empenhada e esperançada na definitiva mudança. Aspiramos a terminar definitivamente com as hordas de políticos castradores da nossa capacidade de sonhar, coarctando desde cedo a nossa iniciativa, o nosso empenho e o amor por Portugal. Doravante serão eles que se acanharão perante o frémito de mudança e de responsabilidade que tomaremos sobre Portugal. Alheámo-nos é certo, mas de hoje em diante cada político estará avisado de quanto pode e deve fazer pelos seus cidadãos. Acabou a disciplina de voto, acabaram-se as promessas vãs de lugares, de remunerações, de amizades circustanciais, de impunidades, de inconsequência, de ignorância e incompetência. Estes partidos devem deixar o espaço necessário para que a sociedade civil possa desempenhar o seu dever de honrar o pais e de dar futuro aos portugueses, coisa que em 38 anos de ilusória democracia nunca se almejou conquistar. Se sempre foram cobardes, fujam que é hora, fujam que este país não é [mais] para cobardes.
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quinta-feira, setembro 13, 2012
Entre o Japão e o Alentejo
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terça-feira, setembro 11, 2012
Um partido manietado, um pais suspenso.
Hoje tivemos, nós portugueses, o privilégio de ouvir umas palavras do exmo. sr. Ministro dos Negócio Estrangeiros, dr. Paulo Portas sobre um novo pacote de medidas de austeridade. Disse exmo. senhor que é além de Ministro dos Negócios Estrangeiros, é Ministro de Estado e líder do 2º partido da coligação, vulgo CDS-PP. Disse que vai ouvir os órgãos do partido, ponto. Mas pergunto eu na minha mais santa ingenuidade, a perguntar não devia ter sido antes da tomada de posição pública do Governo para melhor garantir a estabilidade da governação? Ou sabe de antemão que os respectivos representantes da Comissão Política Nacional e Conselho Nacional são favoráveis? Admito que a uma substancial maioria dos membros da CPN e do CN do partido vivam directamente do facto do CDS estar no poder, seja como deputados, assessores, representantes de empresas públicas, etc, mas será isso suficiente, para que abdiquem das mais básicas noções de solidariedade e de coerência perante os portugueses e votem favoravelmente este pacote explosivo de ataque à sobrevivência dos cidadãos portugueses? Será que na hora de decidirem entre os portugueses amarfalhados por entre dívidas, impostos e incertezas, optarão por um simples gesto de atenção para com eles, ou resignarão ao óbvio pela manutenção das suas mordomias, luxos e ordenados? Quero crer que decidirão em consciência pelo respeito da dignidade humana, pois é precisamente o que está aqui em causa e que demonstrarão a Portas que este terá de ser mais criterioso nas relações da coligação, terá de ser mais presente perante os portugueses, terá de ser mais cúmplice de quem o elegeu, no partido e no país. O país está suspenso e um partido manietado, mas para o bem da causa pública, deve o CDS saber tomar o seu verdadeiro lugar nesta governação e ser fiel aos seus principíos ideológicos e ainda mais ao programa eleitoral que o levou ao poder. Tenho fé, muita fé, porque cada vez mais a política e o destino do país, já não passam de profissões de fé.
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Outra feira pecuária - SEPOR[Espanha]
Como a economia nacional estava cada vez mais fustigada pelo fraco consumo e pela interminável carga fiscal, ousemos avneturar-nos lá fora cá dentro, que é como quem diz, exportemos. Para isso devemos cada vez mais estar atentos aos mercados e concorrência e à divulgação dos nossos produtos. Assim, ocasionalmente aqui deixo informação sobre colóquios, feiras e exposições associados à Agricultura e a actividades produtoras.
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domingo, setembro 09, 2012
Exemplo de Patriotismo? Eis uma pequena lição.
Enquanto em Portugal grandes empresas e empresários, vão engrossando os seus lucros não obstante o clima económico de grande aperto e dificuldades financeiras, muitos transferindo mais valias para o estrangeiro para evitar a tributação no nosso sistema fiscal, ou investindo noutros países onde podem usufruir de mão-de--obra barata, ou negociando com Estados-Pária(Angola) para mero aproveitamento económico-financeiro, em Espanha uma actriz de reconhecida notoriedade mediática, de classe média-alta aproveita esse estatuto social e condição económica para ajudar os seus concidadãos a melhorar a conjuntura actual de Espanha. Replicando este modelo por outras tantas centenas de espanhóis, muito mais facilmente o país sairá do buraco em que se colocou. Não fosse já pela sua profissão reconhecida mundialmente, ficaria igualmente nos escaparates da história recente de Espanha pela sua atitude mobilizadora, pioneira, devota para com o seu país e servindo de estrela-guia numa sociedade ávida de referências e de exemplos.!! E o curioso é que proporcionalmente, a Espanha não enfrenta uma emigração dos seus desempregados e jovens tão alta quanto Portugal, o que poderá significar que estes encararam o "touro de frente" e se preparam para debelar esta momentânea crise ficando onde fazem efectivamente falta. E por essa via as crises noutros países como em Espanha são circunstanciais, enquanto em Portugal são estruturais e eternas. No nosso país não temos classe média, não temos classe reinvidicativa e intelectual, não temos classe política, não temos classe económica e financeira que nos possam fazer valer em momentos de apertos como o de agora. Apenas vamos tendo Troikas que nos colocam as contas em dia, até que sucessivos governos a posteriori façam questão de ir depauparando para suscitarem novas vindas destas entidades que nos vão tutelando periodicamente. Não nos esqueçamos que desde o 25 de Abril, já tivemos 3 visitas deste género e se tivessemos políticos patriotas, nunca chegaríamos a este ponto de Estado de Necessidade.
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quinta-feira, setembro 06, 2012
E a Carminho aqui tão perto...
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O Bolt sabe.
«Dava a Bola de Ouro ao Cristiano Ronaldo», Usain Bolt confesso fã de Cristiano Ronaldo sobre a atribuição da Bola de Ouro. Eu também lha dava!!
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segunda-feira, setembro 03, 2012
Simpósio Ibero-Americano de Cartografia
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domingo, setembro 02, 2012
Ajudas energia - SECA 2012
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Pré-conceitos de políticos?
«Diretora do DCIAP
"Portugal não é um país corrupto", diz Cândida Almeida»
Custa-me a acreditar que a directora do DCIAP possa ter feito um juízo desta índole! Há, efectivamente pessoas competentes nos sítios errados e há pessoas incompetentes nos sítios certos e agora com a senhora directora do DCIAP entendo cada vez mais que em Portugal há muitas pessoas incompetentes nos sítios errados.
sábado, setembro 01, 2012
Acabem com os feriados!!
Os portugueses já não necessitam deles. Neste momento cada vez mais cidadãos nacionais gozam de 365 dias por ano de férias[forçadas].
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quinta-feira, agosto 30, 2012
Pelo Museu Regional de Beja[Joaquim Oliveira Caetano]
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quarta-feira, agosto 29, 2012
Oficina Fotográfica em Tibães
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terça-feira, agosto 28, 2012
Arqueologia vs. Política
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ANPOC solidária
Desde já aqui deixo as minhas felicitações para a ANPOC - Associação Nacional Produtores Cereais, Oleaginosas e Proteaginosas pela sua posição no que se refere aos recentes e calamitosos incêndios deflagrados na ilha da Madeira.
Desta atitude ressaltam-me algumas considerações que aqui exponho:
Desta atitude ressaltam-me algumas considerações que aqui exponho:
1º - É salutar ver que no Continente, independentemente das provocações do Governo Regional da Madeira, há gente que aposta na coesão nacional e na solidariedade territorial.
2º - A ANPOC solidariza-se com os agricultores madeirenses, cria toda uma logística inédita na sua hsitória para poder apoiar as vítimas dos terríveis incêndios na Madeira e dá um claro sinal não apenas aos seus colegas de sector, como a todo o país no sentido de reagir prontamente e em conjunto perante a adversidade. Temos muito a aprender com este tipo de acções!
3º - Mais importante para o sector agrícola, parece-me indicativo o facto desta causa ter sido lançada no momento em que a ANPOC é liderada por um jovem agricultor. Daqui retiro uma optimista perspectiva sobre o associativismo na Agricultura Nacional, na lógica do empreendedorismo, da solidariedade e do espírito de causa e da visão do conjunto. Julgo que esta nova geração de agricultores pode dar muito mais à Agricultura do que tudo aquilo que ficou para trás e se perdeu. O dirigente Bernardo Albino deu mostras de ter visão, acutilância, dinamismo e cooperativismo, pressupostos essenciais para que o associativismo agrícola possa verdadeiramente vingar no país. Os meus sinceros parabéns ao homem e dirigente, à ANPOC e a todas as entidades e pessoas que se solidarizaram com esta causa.
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Notícia antiga, mas verdadeira?
Desconhecia em absoluto o teor desta notícia. Não posso sequer conceber a ideia do Governo para adoptar esta medida. Enquanto a tendência geral nos países desenvolvidos é de criar meios de proximidade para os seus cidadãos/utentes, nomeadamente na implementação de logisticas mais avançadas para o tratamento in situ dos pacientes, no estrito cumprimento do dever de um Estado que é o de dar assistência aos seus cidadãos e zelar pela Vida Humana, o governo português envereda pelo oposto, na tentativa de poupar uns euros. Não acredito que a política deste Governo possa ser meramente orçamental e financeira em áreas tão sensíveis e respeitantes da dignidade humana como é a Saúde. Faço votos que esta notícia não tenha tido consequências práticas e que o Governo tenha devidamente ponderado os prós e contras desta atitude. Caso contrário, apelo veementemente aos dirigentes locais dos partidos do Governo que defendam antes dos seus partidos o interesse das suas populações e façam sim este saudável e avisado lóbi perante os máximos responsáveis políticos e governativos sobre tamanho erro político. Apelo assim às estruturas concelhias e distritais do CDS e PSD para que com a sua tenacidade e dialéctica argumentativa convençam os decisores a voltarem atrás!!
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Nova vitória da Lusofonia e do Português!
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Equus Lusitanus - Exposição fotográfica
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Regulamento de Trabalhos Arqueológicos . Novidades
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segunda-feira, agosto 27, 2012
E por falar em Barrancos, vêm aí as festas!
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Barrancos reconhece Tauromaquia
Recentemente a Câmara Municipal de Barrancos reconheceu em sessão plenária a importância económica, social e cultural que a Tauromaquia tem no concelho.
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terça-feira, agosto 21, 2012
quinta-feira, agosto 16, 2012
quarta-feira, agosto 15, 2012
segunda-feira, agosto 13, 2012
Transparência nos fundos da PAC
Sei que o super ministério de Assunção Cristas tem muito por onde se preocupar e nem tudo é Agricultura, no entanto se também nessa área quer realizar uma profunda reforma, então faça a promoção de maior e melhor informação nos fundos comunitários da PAC, visto que segundo o sítio Farm Subsidy no Indíce de Transparência na informação recolhida sobre os fundos da PAC, estamos em 23º num total de 27 países avaliados. Seria bom para o seu ministério, para os próprios beneficiários, para os seus pares na UE e, dada a conjuntura até para a credibilidade do país junto da Troika que a informação passasse para quem de direito. Cada vez mais Portugal deve querer por si mesmo alcançar os lugares cimeiros nos índices e padrões de qualidade, transparência e assertividade.
Temos que deixar para trás o triste hábito de esperar que as coisas estejam de tal forma a correr mal, que tenhamos de ser advertidos por terceiros para alterar a situação vigente. Se há algo que tenho absoluta confiança nesta ministra da agricultura é na sua seriedade e empenho em melhorar a imagem da agricultura nacional, não apenas para a nossa sociedade, como para os nossos parceiros europeus, mas também e sobretudo no seu objectivo de operacionalizar o sector para que dele possam viver mais portugueses e vejam a breve trecho como um nicho de mercado viável e pujante. Para isso, podemos dar pequenos passos e este, o da Credibilização, seria certamente um deles.
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1º de Dezembro e o país à frente dos partidos
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sexta-feira, agosto 10, 2012
Para a História dos Açores
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Grandes Portugueses nos Olímpicos
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| Cortesia Revista Caras |
![]() |
| Cortesia Agência Lusa |
Estes dois atletas encheram o país de orgulho e demonstraram como é o caminho para a glória. Sem dúvida com muito trabalho, mas igualmente com dose de confiança e muita concentração. Estes atletas pelas suas palavras após tão meritória conquista, sonhavam com esta glória e tudo fizeram para a conquistar. Gostei deveras da sua garra e da determinação que empestaram no derradeiro dia da conquista da prata. São verdadeiros exemplos para os portugueses e para Portugal.
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Apelo ambiental - Pelo lobo ibérico
Recebi recentemente uma mensagem electrónica que dava conta de um projecto do Centro de Recuperação do Lobo Ibérico em parceria com o Grupo Lobo que visa a aquisição do terreno em Mafra onde estas duas associações desenvolvem o seu trabalho de protecção e investigação do lobo ibérico. Parece ser uma necessidade inevitável e urgente, pelo que são pedidos pequenos apoios financeiros de todos os cidadãos sensíveis a esta causa. Não podia deixar de publicar esta campanha pelo seu cáracter ecológico e de educação ambiental, tendo desde o início no Frescos Campos abertura e interesse para a publicação desta temática.
Assim, deixo em baixo a ligação para a página institucional desta causa:
http://www.indiegogo.com/project/share/175073
http://www.indiegogo.com/project/share/175073
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quinta-feira, agosto 09, 2012
Pensar global, agir conscientemente.
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domingo, agosto 05, 2012
Quando um homem vale mais que um Comité Olímpico
«Natação
Phelps despede-se com ouro e iguala medalhas de Portugal»
Visto assistirmos a uma miséria franciscana, onde o que parece ter melhorado relativamente aos Jogos de Pequim de 2008 foram mesmo as insólitas e tristes afirmações de atletas que deviam ser considerados de excelência, onde está a Troika para por em ordem o Comíté Olímpico de Portugal e seu presidente, o Comandante Vicente Moura? Se esta é a melhor preparada missão em 100 anos, com diz delirante o seu presidente, suponho que este país não é mesmo para olímpicos, onde se personifica a excelência, o rigor, o profissionlismo e o patriotismo dos seus atletas. Num cenário onde todos os países que participam com os seus atletas no evento desportivo de maior projecção mundial e onde se joga a auto-estima nacional e o orgulho das capacidades de cada país, Portugal ao invês daquilo que Passos Coelho tenta incutir à Troika, não se consegue distanciar do amadorismo e falta de ambição de outrora, dando um claro sinal nestes Jogos, como nos passados, que não anseia decisivamente pela competência, até pelo mérito, pela excelência e pelo reconhecimento internacional! Nos primeiros Jogos em que participámos, obtivemos uma medalha de bronze e isto foi em 1924. Em 2012, quase 100 anos passados arriscámos ter piores resultados do que nessa epopeia histórica onde os atletas eram efectivamente amadores e isentos de objectivos mais audazes.
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quinta-feira, agosto 02, 2012
Mais Ricciardi
Se há uns tempos questionava se José Maria Ricciardi quando falava, o fazia enquanto banqueiro ou como português, no momento, pelas mais recentes afirmações estou mais inclinado para a versão Ricciardi, o português. Disse este homem de negócios o seguinte:
«Está na altura de pôr o crescimento na agenda.» e « sou banqueiro e sinto-me envergonhado pelas coisas que continuam a acontecer com determinados bancos.» in Expresso de 14-07-2012.
Afirmações que darão, sem dúvida alguma, que pensar aos actuais governantes nacionais.
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José Maria Ricciardi
quarta-feira, agosto 01, 2012
Montado Alentejano - riqueza natural
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Gorongosa, por Cândida Pinto
Assim vale a pena ver televisão!!! Excelente documentário versando sobre a vida selvagem no Parque Natural da Gorongosa, em Moçambique, evidenciando as vicissitudes e privações por que passou em plena guerra civil, como as actuais políticas governamentais que visam recuperar este valioso ecossistema africano.
Recomendo!!
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Altruísmo TMN
Não podia deixar de agradecer à TMN enquanto cliente Moche pela sua deferência, atenção e cordialidade nos seus excelentes serviços sempre prestados com o objectivo de satisfazer o cliente. Assim agradeço vivamente a sua amabilidade e prontidão em me fazer chegar a informação de quando um número que tento contactar está disponível para realizar a chamada. Fico dessa forma à espera que a TMN faça o mesmo serviço para os números que tento contactar mas subscritores do serviço Moche, pois para esses números não recebo a tal mensagem informativa. Certamente que é lapso no serviço que será rapidamente rectificado, afinal...O Verão está a chamar!
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