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terça-feira, fevereiro 19, 2013
Sobre Francisco Martins Sarmento
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segunda-feira, fevereiro 18, 2013
Mudança Global em exposição de Arqueologia
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domingo, fevereiro 17, 2013
A triste abundância do Alandroal
É claro que o Alandroal é tudo mais que isto, mas não pude deixar de me espantar com a enormidade de acusações que recaem sobre o antigo dirigente camarário do concelho, João Nabais, conhecido militante socialista. Que dizem as elites socialistas locais deste caso, além de terem excluido naturalmente a cita figura de nova candidatura pela sua égide?
domingo, fevereiro 10, 2013
Formação em Turismo [Terras de Dentro]
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sábado, fevereiro 09, 2013
Jornadas Veterinárias [HVME]
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terça-feira, janeiro 29, 2013
Agricultura Biológica Europeia - Participação Cívica
Para os interessados no tema da Agricultura Biológica que decorre um pouco por todo o espaço europeu, sinal do fervoroso desejo dos europeus de garantirem o equilíbrio ambiental do seu território e, simultaneamante de assegurarem a qualidade da sua alimentação, deixo aqui a ligação para um inquérito aberto ao público em geral (cidadão comum, empresas do sector, cooperativas, entidades públicas, etc) que trata de forma abrangente a questão dos produtos biológicos e suas apostas futuras, quer ao nível da fiscalização/controlo, investimento e estratégias extra-europeias. Julgo ser do mais elementar interesse que nós portugueses, participemos nos anunciados fóruns de debate e de desenvolvimento de temas europeus, de forma a evidenciarmos, por um lado o interesse na construção europeia, por outro a realçarmos o nosso conhecimento sobre os temas que assistem as necessidades económicas da União Europeia. Era bom que de uma vez por todas, não queiramos ser meros espectadores sentados e passivos deste modelo de construção europeia e de temas subjancentes ao nosso dia-a-dia tal como a agricultura e tudo o que ela envolve.
Aqui fica a ligação para o inquérito acima mencionado. Eu já participei, participe também.
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sábado, janeiro 26, 2013
Isabel dos Santos, a bilionária [cleptocrata] angolana
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terça-feira, janeiro 15, 2013
Sobre o Zico e as nossas crianças vira-latas
Correndo
o risco de ser mal interpretado o que me parece injusto nesta recente controvérsia é os defensores
dos animais quererem por no mesmo patamar o ser humano e o animal.
Muitos dos maiores defensores dos animais, sendo mulheres ( um elogio à sua sensibilidade), tiveram por
circunstâncias várias do seu quotidiano ou até mesmo por um ideal de vida, a
opção de adoptarem animais em detrimento de terem filhos (também há quem
tenha filhos e simultanemaente animais e se dedique a esta causa, mas
com uma maior clarividência sobre as diferentes realidades em causa) e,
muitas vezes foram induzidos por esse Amor que têm pelos animais a
tomarem-nos quase como seus filhos querendo para eles aquilo que muitas
vezes choca com a condição humana e sobretudo com a nossa convivência
entre espécies. Certamente que no meio deste sentimento há muito de
positivo a retirar nomeadamente quanto ao crescente bem estar animal que
vamos observando na nossa sociedade. Agora já me parece mal que em
alguns casos se caia no radicalismo de exceder as atribuições que nós
humanos devamos dar aos animais, sejam de companhia ou não. Há animais
que podem representar perigos vários para nós, seja por via da sua
violência, seja por via da transmissão de doenças e que por isso não
podemos permitir que coabitem connosco. O Amor pelos animais ao
contrário do Amor pelas crianças não pode ser incondicional. É isto
precisamente que muitos dos defensores hoje do Zico querem, que coloquemos
condições para amar as crianças, pelos estados económico, social,
psiquico da sua mãe (refiro-me essencialmente aos defensores do Zico que também foram no passado defensores do Aborto) mas simultaneamente que amemos sem reservas os
animais. Gostaria que muitos dos defensores dos animais tivessem podido
ser pais, ou tivessem tido a corajosa tarefa de adoptarem uma criança
para verem quão diferente é esse Amor e nessa condição, atrevo-me a dizer que certamente hesitariam em colocar no mesmo patamar coisas colossalmente distintas.
Por fim compreendo hoje cada vez melhor a afirmação de Teixeira de Pascoaes que dizia que «os animais são pessoas, como nós somos animais.»
segunda-feira, janeiro 14, 2013
Investimento agrícola - Apoios financeiros
O BES oferece novos programas de apoio ao investimento e desenvolvimento da actividade agrícola. Basta aceder aqui para confirmar todos os apoios financeiros que o BES coloca ao dispor de quem exerce a actividade agrícola.
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Ílhavo em águas de bacalhau
quinta-feira, janeiro 10, 2013
Viva o borrego alentejano
«...O primeiro prato que me surpreendeu realmente foi o ensopado de borrego, no Alentejo, não imaginava que existissem pratos assim. Adorei...» Chakall in "Notícias Magazine" 2013.
Uma dos meus maiores desejos para os próximos tempos é conseguir demonstrar aos alentejanos mais jovens e aos portugueses em geral da qualidade da carne de borrego alentejano, bem como da imensa panóplia culinária que deste maravilhoso produto se pode tirar. Se é verdade que nos tempos idos no receituário alentejano nem sequer constavam pratos de vaca, hoje em dia esta carne tem conquistado e bem, diga-se de passagem o seu espaço no mercado. Apenas sinto que o borrego alentejano tem muitas potencialidade e um espaço na nossa riquissíma cozinha muito particular. Juntamente com mais criadores de carne de borrego e necessariamente com as associações de produtores sinto que este precioso produto deverá doravante ser muito mais valorizado e consequentemente mais acarinhado pelos consumidores portugueses. Aliás, as associações de produtores são precisamente criadas para se valorizarem os seus produtores e natural e consequentemente aumentarem e valorizarem as suas produções. Não faz sentido existirem as mesmas associações com as mesmas estruturas para menos de metade dos efectivos de ovinos no Alentejo e, sobretudo para cada vez menos interesse dos consumidores por esta carne. Nas actuais estruturas deveremos então adoptar novas estratégias e, sobretudo partir para uma nova política associativa, com maior cooperação entre os associados, maior intervenção e participação no seio das suas representadas, maior profissionalização e, sobretudo certificação e valorização dos seus produtos e ainda da criação de uma plataforma comum de escoamento tanto para o mercado interno, como para o mercado externo das suas produções.
Viva o borrego alentejano!!
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terça-feira, janeiro 08, 2013
Aqui [Coimbra] há uma estratégia e uma cultura
O resto do país, independentemente das reformas que nos obrigaram a fazer[que concordo que eram essenciais] passa ao lado do conceito de estratégia, da mercado comum, de lusofonia, mas sobretudo de cultura e respeito pela identidade nacional.
Se este governo quer efectivamente reformar o país, a sua mentalidade e a economia, deveria começar por assentar os tijolos dessa construção em cima da nossa cultura e não, mais uma vez em cima daquilo que não nos pertence e, cada vez mais perturba a coesão europeia. Se não respeitarmos a nossa cultura e as idiossincrasias de cada país, mais facilmente em momentos de crise se denotam sobressaltos nacionalistas. Estes apenas surgem por um evidente acumular de desrespeitos pela memórias e culturas dos seus povos. Em Portugal vive-se igualmente esse desrespeito ao ignorar quase escandalosamente a nossa Língua Portuguesa e as suas enormes potencialidades, já comprovadamente experimentadas pelo nosso povo irmão, Brasil. Cada vez mais surgem nas academias do saber, estas que deveriam ser os últimos bastiões de defesa da língua, ataques ferozes por parte dos deslumbramentos anglo-saxónicos, muitas vezes impostos por responsáveis académicos que nada mais têm que vaidade e paradoxalmente alguma fraca auto-estima e/ou dificuldade argumentativa em defender aquilo que mais deveríamos amar em Portugal, a sua bela Língua!! Num mundo lusófono em crescendo, onde as relações económicas têm vindo a galopar entre os seus pares, onde o reconhecimento internacional perante a Língua Portuguesa tem sido inquestionável, não faz algum sentido o berço dessa mesma língua perpetuar ataques contra a sua génese. Deveria sim ser também uma estratégia do actual Governo a dinamização do valor que é o Português no Mundo, através do seu reconhecimento oficial em fóruns e organismos internacionais e pela adopção de uma estratégia no seio da CPLP do ensino do português de forma sustentada e eficiente.
Se este Governo quer efectivamente implementar reformas, que as faça inclusivamente no Ensino Superior e regule e fiscalize o sector convenientemente (duas atribuições em que também aqui o Estado tem falhado), terminando com o rega-bofe do CRUP e das autonomias que têm obrigado a resvalar tanto a importância da língua portuguesa, como do interesse estratégico de licenciaturas e demais cursos superiores tão necessários no nosso mercado de trabalho (com os resultados no desemprego e emigração a que diariamente assistimos) para a valeta das nossas prioridades.
Por tudo isto e por se manter fiel às suas origens, à sua cultura e ao seu desígnio, felicito vivamente a Universidade de Coimbra que prefere ensinar estrangeiros a aprender português que toldar portugueses para falarem em inglês!!
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Sai um Coelho rosa, entrará um coelho laranja?
«Jorge Coelho sai da Mota-Engil por razões pessoais»
Este desfecho seria absolutamente natural dado o actual elenco governativo e as especificidades das elites políticas e económicas do país e suas respectivas promiscuidades. Agora resta apenas saber qual é o herdeiro da cadeira do poder da Mota-Engil, pois certamente que a sua filiação partidária é algo antecipadamente garantido!!
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segunda-feira, janeiro 07, 2013
Grandes Portugueses - Mónica Bettencourt-Dias
. 

Para começarmos bem o ano nada melhor que falarmos de portugueses que se destacam pelo mundo fora no meritório e reconhecido cumprimento das suas actividades. No meio de tantas incertezas e de um certo pessimismo que abunda nas nossas perspectivas futuras, é um bom tónico olharmos para portugueses que não obstante os tempos presentes olham para o futuro com confiança e dão mostras de enorme capacidade produtiva. Este sendo um magazine que já aqui tem tido bastantes referências terá certamente este ano maior actividade, não apenas como incentivo para vislumbrarmos o presente e o futuro com maior confiança, como também pelo precioso contributo que o recém-criado Conselho da Diáspora porá ao serviço de todos os portugueses. Esta excelente iniciativa que só peca por tardia mas que tem o mérito de partir da sociedade civil, deverá ser um farol de ideias e de contributos de portugueses ímpares que são vistos pelo mundo fora com grande prestígio para melhor adequarmos Portugal a estes tempos de grande dificuldade e incessante competividade.
Parabéns entretanto a Mónica Bettencourt-dias pelo reconhecimento no seu país de acolhimento pelo trabalho aí desenvolvido.
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sábado, janeiro 05, 2013
Autarquias e o seu papel no Património Cultural
Julgo ser oportuno e interessante o artigo publicado recentemente pela Dra. Maria João Macedo, da Câmara Municipal de Beja no portal do Património [Património.PT] que discorre sobre esta temática. Se há ainda autarquias que actuam neste domínio sem terem uma estratégia pensada e técnicos adequados, torna-se imperioso inverter este status quo e dar um novo elán ao valor que o Património Cultural tem no nosso quotidiano, memória e até na nossa economia. As atribuições inerentes ao Património Cultural que uma autarquia tem são crescentes e emergentes e sobem de tom quando falamos de municípios do interior onde escasseiam associações ou entidade privadas que possam emprestar valências e meios para socorrer as autarquias nesta árdua tarefa e onde simultaneamente por vezes aumenta o abandono e a destruição deste património. Mas chega de prosa. O melhor mesmo é ler o cito artigo, disponível aqui.
sexta-feira, janeiro 04, 2013
Juventude, Inovação e Empenho na Agricultura
Conseguem dar bons resultados entre jovens portugueses apostados em investir na agricultura nacional.
Recentemente um jovem agricultor português, José Barroso de Carvalho, almejou conquistar um Prémio "Projecto mais Inovador na Europa" com a sua produção de morangos em estufas de aeroponia.
Para ler mais sobre este português destemido e empenhado no seu labor, por favor, clique aqui.
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segunda-feira, dezembro 17, 2012
O intolerável Passos Coelho
Disse o nosso 1º Ministro que pensionistas «estão a receber mais do que descontaram». Não questionando as fraudes sucessivas e massivas que têm assolado o Instituto da Segurança Social de onde muitos contribuintes retiraram chorudas reformas injustamente, mas concedidas pela inépcia e lascismo da classe política deste regime, como pela constante ausência de regulação e fiscalização (problema endémico na nossa economia, ou seja, incapacidade do Estado para regular e fiscalizar os sectores da nossa Economia) pergunto onde está mais uma vez o moralismo do nosso pater familias, do nosso farol governativo, da nossa estrela-guia para a refundação do Estado, quando permite que os nossos mais altos dignatários da Nação não descontem para a Segurança Social e possam aferir da sua reforma por inteiro, cumprindo apenas dois mandatos consecutivos num total de 8 anos? É séria e coerente esta afirmação de Passos Coelho quando o erro a existir esteve do lado da incompetência do Estado e seus serviços demasiadamente incompetentes e infinitivamente desinteressados pelo cumprimento da justiça social, querendo agora cobrar esta barbaridade com efeitos rectroactivos e, paralelamente protelando uma decisão sobre a imoralidade da acumulação de reformas da classe política? Lamento esta exteriorização do meu estado de alma, mas efectivamente este Governo defraudou por inteiro as minhas expectativas e, certamente as de muitos outros portugueses que viam nesta conjuntura de crise económica mas também crise de valores e de credibilidade da nossa classe política uma oportunidade de ouro para alterar o modus operandis do aparelho político do Estado e encetar profundas reformas na valorização da classe política, da sua credibilização e salvaguarda e ainda de melhor alcance da justiça. Foi afinal tudo um vazio de oportunidades e uma mão cheia de incumprimentos eleitorais que não mais nos podem instigar do que a revoltarmo-nos com quem nos governa. Se Passos Coelho tiver o azar de passar perto de mim e eu tiver a sorte de estar próximo de uma mercearia, cumprirei um dos seus desígnios e comprarei produto nacional, só não estarei minimamente preocupado se a fruta e os legumes entretanto adquiridos estiverem bem maduros!!!
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sábado, dezembro 15, 2012
Projectos do nosso [des]contentamento
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quarta-feira, dezembro 12, 2012
Conhecimento Arqueológico - Formação Contínua
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terça-feira, dezembro 11, 2012
Arqueologia Ibero-Americana, em 2013
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quarta-feira, dezembro 05, 2012
Estivadores: a lança em África do PCP...
para estimular o clima de agitação económico-social por que o partido comunista tanto anseia para retirar os seus dividendos políticos e fazer a ladainha de sempre junto do eleitorado. No presente momento, o acentuar do clima generalizado de descrédito pela classe política, de intolerância perante austeridade, de exasperação perante o Governo e a Troika é aproveitado indecentemente pelo PCP numa política de terra queimada (expressão tão querida por aqueles verdadeiros patriotas) para cavar ainda mais o fosso entre a sociedade portuguesa e a sua eleite política, sendo que o PCP se arroga no direito de ser diferente e de pretender ter a equidistância suficiente para poder ser alternativa ao governo do país. Mas encobertamente ou não, faz o jogo sujo do boicote ao país e à sua retoma económica, apertando o cerco ao único item da nossa balança económica que ainda funcionava, as exportações. Pretende o PCP delapidar completamente o tecido económico e a nossa capacidade de resiliência face às adversidades económico-financeiras para surgir como o salvador da Pátria e, quiçá numa jogada arriscada, tentar subverter o actual regime democrático vigente??
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terça-feira, dezembro 04, 2012
domingo, dezembro 02, 2012
Iº de Dezembro de 2012 - o dia da Refundação de Portugal
O Iº Ministro de Portugal, dr. Pedro Passos Coelho pediu recentemente uma refundação para Portugal. Admitindo que não é todos os dias que se celebra tão efusivamente e pomposamente um feriado e, mais ainda se estuda e clama pela sua reposição, poderemos pois estar perante a satisfação do "capricho" do nosso Iº Ministro. Mas estaríamos sobretudo perante a necessidade histórica do país romper com as suas mentalidades anquilosadas e encetar um novo empenho e patriotismo assentes numa cidadania activa, responsável e escrutinadora de quem nos governa. Parece adquirido que é necessário, urgente até que os portugueses deixem para trás o alheamento, a inércia, a desresponsabilização dos actos de quem nos governa e queiram assumir as suas responsabilidades nos actos eleitorais, no escrutínio dos seus governos, na reposição de determinadas injustiças. A questão da extinção do feriado do Iº de Dezembro parece, inevitavelmente uma dessas injustiças decorrentes dum processo sem diálogo, sem sensibilidade e sem argumentação válida para o efeito, mas mais grave ainda, evidenciando acentuada impreparação do elenco governamental para o lugar que ocupa.
A demonstração de vitalidade e de insurgência do povo
português perante decisões feitas à sua revelia, sem sensibilidade nem
fundamentos, é um cabal aviso aos governantes de quem têm de governar para os
portugueses, cumprindo as suas promessas, satisfazendo as sua necessidades mas
também respeitando a sua memória histórica. O erro será inevitavelmente
corrigido em governos futuros que saberão repor a dignidade que o dia nos
merece. Aos participantes no evento em Lisboa, sobra-lhes a resiliência e a
demonstração de força e vontade quem têm em se assumirem como portugueses,
livres e independentes, assim como o desejaram os nossos antepassados há 372
anos atrás.
O dia foi efectivamente marcante e histórico. Se vai obedecer ao processo de refundação do país tão profusamente ambicionado pelo executivo governamental? Suponho que sabe-lo-emos no próximo dia 1 de Dezembro de 2013!!
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quarta-feira, novembro 28, 2012
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Festival de Bandas em Lisboa [Iº de Dezembro]
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terça-feira, novembro 27, 2012
Feira do Montado - Portel
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segunda-feira, novembro 26, 2012
Iº de Dezembro - Programa das Festas
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domingo, novembro 25, 2012
sábado, novembro 24, 2012
Iº de Dezembro, feriado de Portugal apresentado em Évora
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quarta-feira, novembro 21, 2012
Ainda sobre Isabel Jonet
Tomo a liberdade de repassar um artigo de Pedro Lomba sobre todo o folclore que envolveu as suas polémicas afirmações sobre a Pobreza.
Vias Romanas na Lusitânia
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Um dia [especial] entre dias
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terça-feira, novembro 20, 2012
Elvas premeia investigação histórica
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domingo, novembro 18, 2012
Para amantes de culinária.
Basta acederem ao sítio na rede do programa televisivo Ingrediente Secreto da autoria do chef Henrique Sá Pessoa. Vi este programa muito recentemente e, pessoalmente enquanto crescente fâ de gastronomia, deliciei-me com as propostas apresentadas pelo chef. Recomendo vivamente este programa a apreciadores de boa cozinha!! Mais uma vez, tenho que dizer que na RTP 2 há Serviço Público, efectivamente.
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sábado, novembro 17, 2012
Seminário de Arqueologia e Comunicação
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sexta-feira, novembro 16, 2012
quinta-feira, novembro 15, 2012
Carlos Pinto Sá, o fim de um ciclo ou...
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quarta-feira, novembro 14, 2012
Debate sobre o Pós-PAC
Sobre o património geológico europeu
terça-feira, novembro 13, 2012
E mais sobre o Montado, versão Ecoturismo
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segunda-feira, novembro 12, 2012
Finalmente, boas notícias para o Montado
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terça-feira, novembro 06, 2012
Subscrevo Nicolau Santos
Subscrevo inteiramente o artigo de Nicolau Santos no Expresso acerca da votação agendada e realizada sobre o Orçamento de Estado para 2013. Há muita cobardia dos deputados (não todos), sobretudo no assumir das suas responsabilidades perante tão doloroso e famigerado instrumento das finanças públicas. Fala coragem a estes aprendizes de políticos e seguidores de interesses.
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Diconário de Arqueologia Portuguesa - nova publicação
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sábado, novembro 03, 2012
A aurora patriótica do PCP
É norma corrente no discurso político e acções de
campanha do PCP a utilização do vocábulo patriótico. Diz o PCP num cartaz
propagandístico «Com o PCP, uma política
e um governo patriótico e esquerda.» Mas o seu líder, Jerónimo de Sousa vai
mais longe. Dizia Jerónimo de Sousa em Maio de 2011, na alvorada das eleições
que viriam a vitória ao actual Governo, que o acordo estabelecido entre o PS,
PSD e CDS com a Troika se traduzia «um verdadeiro golpe contra o regime democrático, a
soberania de decisão do povo português e a independência nacional.»
Saúdo desta forma a evolução positiva que o partido comunista verifica no
sentido de se aproximar dos interesses nacionais do governo de um país, mais
que as diatribes ideológicas marxistas submetidas à IV Internacional e ao
antigo Bloco Soviético antes da queda do Muro de Berlim, que fizeram em muitos
casos colocar o PCP à margem dos interesses nacionais, estratégicos e
patrióticos em todo o processo da descolonização portuguesa, por exemplo. Mas enfim, tudo
isto é passado e certamente que isso acrescido a uma espécie de gulags nacionais exercidos sobre João Amaral,
Edgar Correia e Carlos Luís Figueira, pela sua afronta ao PCP por terem sido
livre pensadores em determinados momentos das suas vidas políticas, bem como
mais recentemente pelo inusitado voto de pesar à Coreia do Norte pelo
falecimento de Kom Jong III e pelo mesquinho contra na Assembleia da República ( o PEV absteve-se na
votação) no voto de pesar pela morte do histórico líder Vaclac Havel,
libertador da extinta Checoslováquia, que inevitavelmente cheirou a acerto de
contas com o passado, não tirarão o timbre responsável, democrático e patriótico ao Partido Comunista Português, não obstante ainda ter nos seus
estatutos o seu cariz Internacionalista estampado no seu ancestral Programa:
Algum dos caros leitores poderia ficar estarrecido ao ler as minhas
observações e mais até a transcrição do Programa do PCP sugerindo que este
partido, ao invés de admitir os erros do passado, umas vezes longínquo, outras
nem tanto, parece resvalar num certo conservadorismo populista (vidé Mário
Nogueira FENPROF e Carvalho da Silva e Arménio Carlos CGTP), ideológico e
partidário, mas o que é verdade é que desde que Jerónimo de Sousa é o seu primus
inter pares( não encontro melhor designação para o lugar do seu líder)
muito coisa mudou no PCP. Obviamente ainda haverá algumas arestas a limar, no
sentido do partido se afirmar verdadeiramente como progressista, tais como a abolição
do sistema de voto por mão no ar e a extinção de uma inexplicável Comissão
Central de Controlo. Mas justiça
lhe seja feita e honremos o 5º Artigo do seu Programa intitulado «Uma pátria independente e soberana com uma política
de paz, amizade e cooperação com todos os povos».
Mas deixando definitivamente algum sarcasmo e ironia para trás, pergunto
se o patriotismo do PCP padece de algum complexo de menoridade, por tardio que
chegou ou se apenas e só é uma faca de dois gumes? Pergunto por exemplo se é
patriótico pedir, incentivar os portugueses a irem para as ruas unirem-se e
manifestarem-se contra os tais governos subjugados pela Troika, contra o desemprego
e contra mais um orçamento de Estado que empobrece os portugueses e depois, na
hora de dar o exemplo, falha clamorosamente. Não consigo conceber como o PCP
pede união e solidariedade entre os portugueses e ele próprio não se consegue unir
ao Bloco de Esquerda num exercício bem mais fácil de esgrimir, junto da AR!
Dois partidos que cada vez mais demonstram ser iguais, nem sequer conseguiram
juntar esforços para apresentarem uma moção de censura conjunta ao Governo em
sinal de protesto pelas tais políticas de direita que criticam ferozmente. Não
fazia realmente sentido dar outro rumo à Esquerda Portuguesa e, dando provas de
absoluto dever patriótico apresentando uma verdadeira alternativa à praxis
partidária existente no seu quadrante político, fundir-se com o BE dando maior
robustez ao que afirma nas suas constantes dialécticas do dever patriótico e
das alternativas de Esquerda e por aí fora? Não é o PCP um partido colectivista
que se nega a dar primazias a vaidades pessoais, similitude também apregoada
pelo seu colega BE? Então não haveria maior prova de desassombro e
responsabilidade política do que mostrar ao eleitorado nacional que o tempo
sendo de excepção, implica novas medidas nunca antes experimentadas em prol do
interesse nacional. Convenhamos, não estou a sugerir a fusão com o PS, onde
reconheço existirem muitos temas fraturantes com o PCP, falo apenas e só do seu
quase "irmão" Bloco de Esquerda. Não daria este passo uma substancial
confiança ao eleitorado de esquerda que não reconhece nestes partidos individualmente
uma alternativa credível para a governação de Portugal? Em tempos que soam a imperativos
de se construírem pontes e de se estabelecerem diálogos políticos, estará o PCP
apto para dar as mãos e construir algo pelo país e pela sua viabilidade futura?
Em Portugal na política vive-se em clima abundamente crispado, onde se pratica
uma lógica de terra queimada, onde se pretende ver sempre o copo meio vazio, de
constantes críticas negativas, de politização da economia, da justiça, dos
sindicatos, onde aquilo que se torna público tem sempre uma conotação ideológica-partidária.
Gostaria sinceramente de poder ver alguns dos partidos que se arrogam no
direito indicar o caminho, também eles de darem o exemplo, como se exige em
casa a um bom pai de família. «O
faz o que eu digo mas não faças o que eu faço» de James Carrel não fica
bem a ninguém, nem ao Governo, nem à oposição. Se há notas positivas que se
devam realçar no desempenho da acção governativa gostaria de ver a oposição em
massa a evidenciá-las dando o seu inestimável contributo para a própria melhoria
da reputação da classe política que estes partidos tanto enxovalharam com as
suas lógicas de poder. E apesar de sentir que o PCP crê cada vez mais
firmemente na sua revolução para Portugal, recomendo apenas que a faça
pacificamente, sem oportunismos, olhando para o passado com humildade e sapiência,
mudando alguns pontos que devem ser rectificados na sua praxis, sufragando definitivamente a ideia de que é realmente um
partido progressista, abdicando um pouco de algumas bandeiras em detrimento do
bem comum. Espera-se muito dos políticos do presente e estes só terão futuro de
foram responsáveis, rigorosos, competentes e, sobretudo patrióticos. O PCP de Jerónimo de Sousa mudou face ao de Carlos Carvalhas muito pouco e, quase só em aparência, falta realizar-se o partido para o país, sem instrumentalização dos sindicatos, de alguma imprensa, sem utopias do passado, estabelecendo diálogos maduros e profícuos com todos os seus adversários partidários, estando apto para ceder inclusivamente a sua existência em detrimento de um projecto partidário mais aglutinador para o país, reconhecendo méritos alheios, que também os há, mas tendo essencialmente a tónica de que se a oportunidade espreita ao virar da esquina, a visão que daí resulta é de uma rua estilhaçada, sendo necessária muita cooperação e patriotismo para colocar novamente tudo na ordem.
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