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segunda-feira, setembro 21, 2015
terça-feira, novembro 26, 2013
sábado, julho 27, 2013
quinta-feira, julho 25, 2013
Elementos estratégicos para um concelho (Viana do Alentejo) - Matadouro Municipal
[retirado originalmente do blogue Alcáçovas]
No dealbar de mais uma eleições autárquicas, marcadas para Setembro próximo e enquanto cidadão interessado, sinto a vontade e a disponibilidade de exercer uma cidadania mais plena e consciente e, por isso ouso discutir o futuro do concelho de Viana do Alentejo para que o mesmo, além de ter massa critica que o envolva, tenha ideias que possam ser desafiadas numa ampla plataforma politica. Por isso e, além do já referido programa necessário ao nível do Turismo Cultural que pode ser uma das âncoras do desenvolvimento do concelho e que falarei adiante noutra reflexão, parece-me muito apropriado discutir planos estratégicos de desenvolvimento económico local e da criação de ferramentas que o permitam concretizar. Já disse anteriormente noutros contextos que o concelho vive muito do trabalho agrícola, com um fortíssimo pendor das actividades agro-pecuárias. Ora neste contexto e, invertendo uma lógica autárquica passada de criação apenas de espaços de lazer e de consumo, julgo importante para a nova equipa liderante da autarquia criar oportunidades para a iniciativa privada se fixar e desenvolver no concelho. Se além do vastíssimo e explorável Património Cultural como a arquitectura, a história e a própria etnografia ( chocalhos e olaria) que devidamente valorizado pode permitir criação de roteiros e a vinda de operadores turísticos particulares, o investimento da autarquia numa infra-estrutura que visasse estimular o tecido empresarial existente, como inclusivamente de aumentar exponencialmente essa franja empresarial, seria uma forma de optimizar as suas valências, estimular o tecido económico e desta forma desenvolver sustentavelmente o concelho. A infra-estrutura que julgo muito oportuna criar-se no concelho, tanto pela sua localização geográfica, como pela actividade económica basilar que aí se concentra e inclusivamente pela escassez deste tipo de serviços em toda a região alentejana, seria um Matadouro Municipal, com âmbito regional, como forma de corresponder às reais necessidades do mercado pecuário. Depois de anunciado o tipo de infra-estrutura, parece-me importante justificar em primeiro lugar o porquê da sua aposta no concelho e, em segundo o porquê de ser dinamizado pela iniciativa autárquica, não obstante a grave crise económico-financeira que actualmente vivemos.
Relativamente à primeira premissa enunciada, se atentarmos que em toda a região alentejana e da margem sul da Estremadura, existem apenas quatro matadouros, um em Setúbal ( a 119kms de Viana do Alentejo), um em Beja (60kms de Viana do Alentejo), outro em Sousel (91kms de Viana do Alentejo) e ainda um quarto matadouro localizado em Reguengos de Monsaraz ( 63kms de Viana do Alentejo), mas este último, além de privado como todos os outros, é unicamente destinado a suínos e utilizado por empresas espanholas do mercado da montanheira, parece por demais evidente que existe aqui uma enorme pecha por preencher. Aliás, o próprio matadouro de Beja é há muito dado como falido e em vias de encerrar, e, não é também de estranhar que muitas das empresas de retalho (SONAE e Grupo Jerónimo Martins) comecem a deslocalizar o abate e desmanche de espécies animais para a EStremadura e Ribatejo, em virtude da falta de estratégia e condições logísticas no Alentejo para satisfazer este mercado, com graves prejuízos para a saúde animal e naturalmente qualidade alimentar. Assim, no meu humilde entender, a criação de um matadouro municipal poderia encetar uma nova dinâmica na região, visto nesta área estar concentrada umas das maiores regiões de produção animal (Montemor-o-Novo, Évora, Viana do Alentejo, Alcácer do Sal, etc) e, pela falta de meios logísticos afins, seria quase automaticamente absorvido pelas imensas necessidades do mercado, seja de pequenos abates(domésticos), pequenos e médios produtores e até abate e desmanche para empresas de retalho. Nesta lógica, criar-se-ia uma dinâmica de transporte de animais e da vinda de empresas e produtores de vastíssimas áreas, dando a conhecer o concelho, estimulando a actividade económica local e trazendo por fim maior sustentabilidade ao tecido económico local que poderia muito bem adapatar-se a esta nova (desejável) realidade. Outra das vantagens seria o de tornar o preço do abate e desmanche de espécies animais muito mais competitivo do que actualmente é, que encarece bastante o produto aí transformado.
Por último, respondendo à segunda pregorrativa que visa discutir o porquê do investimento municipal, até pelas actuais dificuldades económicas vigentes, justifica-se pela necessidade da autarquia investir numa estratégia económica de médio-longo prazo, com visão e oportunidade, com um produto/serviço verdadeiramente diferenciador e, sobretudo, numa altura em que existem financiamentos comunitários que poderão permitir muito mais facilmente que este "projecto" seja exequível por iniciativa da administração local, do que por desejo particular. E como não sou sequer defensor da assunção pela iniciativa pública por actividades que devem ser geridas, no meu enteder, por particulares, julgo que poderia ser repensada a participação da autarquia vianense neste empreendimento, que poderia passar por participação por quotas, ou por administração conjunta com associações regionais do sector (meramente a título indicativo/exemplificativo do o nome da ACOS ou da ACOMOR ou ainda da AJASUL), dando por essa via uma enorme demonstração de abertura e sinergia com as entidades locais do sector económico e mostrando que o concelho está aberto ao desenvolvimento sustentável e deseja cooperar quem nele vir uma real oportunidade para crescer.
Fica aqui o desafio lançado às candidaturas autárquicas ao concelho, pois o que espero é ver visão, estratégia e ousadia que permita fazer ao próximo presidente da CMVA bem mais que a gestão corrente e a criação de infra-estruturas meramente de lazer e consumo, como muito bem fez o executivo do PCP durante os seus vastos mandatos. Apoio inequivocamente a candidatura de Bengalinha Pinto, mas o desafio fica lançado a qualquer um dos candidatos, que pense e reflita no interesse e nas potencialidades que este investimento poderia ter no desenvolvimento de todo o concelho. Só uma última ressalva: apesar da minha escolha estar feita, o candidato que apoio não fica refém da minha solitária e, quiçá inusitada ideia. Apenas me pareceu útil trazer à liça uma necessidade tão premente que eu, agora mais dedicado ao ramo pecuário, sinto existir e, por isso também poder ser uma oportunidade única para o concelho.
No dealbar de mais uma eleições autárquicas, marcadas para Setembro próximo e enquanto cidadão interessado, sinto a vontade e a disponibilidade de exercer uma cidadania mais plena e consciente e, por isso ouso discutir o futuro do concelho de Viana do Alentejo para que o mesmo, além de ter massa critica que o envolva, tenha ideias que possam ser desafiadas numa ampla plataforma politica. Por isso e, além do já referido programa necessário ao nível do Turismo Cultural que pode ser uma das âncoras do desenvolvimento do concelho e que falarei adiante noutra reflexão, parece-me muito apropriado discutir planos estratégicos de desenvolvimento económico local e da criação de ferramentas que o permitam concretizar. Já disse anteriormente noutros contextos que o concelho vive muito do trabalho agrícola, com um fortíssimo pendor das actividades agro-pecuárias. Ora neste contexto e, invertendo uma lógica autárquica passada de criação apenas de espaços de lazer e de consumo, julgo importante para a nova equipa liderante da autarquia criar oportunidades para a iniciativa privada se fixar e desenvolver no concelho. Se além do vastíssimo e explorável Património Cultural como a arquitectura, a história e a própria etnografia ( chocalhos e olaria) que devidamente valorizado pode permitir criação de roteiros e a vinda de operadores turísticos particulares, o investimento da autarquia numa infra-estrutura que visasse estimular o tecido empresarial existente, como inclusivamente de aumentar exponencialmente essa franja empresarial, seria uma forma de optimizar as suas valências, estimular o tecido económico e desta forma desenvolver sustentavelmente o concelho. A infra-estrutura que julgo muito oportuna criar-se no concelho, tanto pela sua localização geográfica, como pela actividade económica basilar que aí se concentra e inclusivamente pela escassez deste tipo de serviços em toda a região alentejana, seria um Matadouro Municipal, com âmbito regional, como forma de corresponder às reais necessidades do mercado pecuário. Depois de anunciado o tipo de infra-estrutura, parece-me importante justificar em primeiro lugar o porquê da sua aposta no concelho e, em segundo o porquê de ser dinamizado pela iniciativa autárquica, não obstante a grave crise económico-financeira que actualmente vivemos.
Relativamente à primeira premissa enunciada, se atentarmos que em toda a região alentejana e da margem sul da Estremadura, existem apenas quatro matadouros, um em Setúbal ( a 119kms de Viana do Alentejo), um em Beja (60kms de Viana do Alentejo), outro em Sousel (91kms de Viana do Alentejo) e ainda um quarto matadouro localizado em Reguengos de Monsaraz ( 63kms de Viana do Alentejo), mas este último, além de privado como todos os outros, é unicamente destinado a suínos e utilizado por empresas espanholas do mercado da montanheira, parece por demais evidente que existe aqui uma enorme pecha por preencher. Aliás, o próprio matadouro de Beja é há muito dado como falido e em vias de encerrar, e, não é também de estranhar que muitas das empresas de retalho (SONAE e Grupo Jerónimo Martins) comecem a deslocalizar o abate e desmanche de espécies animais para a EStremadura e Ribatejo, em virtude da falta de estratégia e condições logísticas no Alentejo para satisfazer este mercado, com graves prejuízos para a saúde animal e naturalmente qualidade alimentar. Assim, no meu humilde entender, a criação de um matadouro municipal poderia encetar uma nova dinâmica na região, visto nesta área estar concentrada umas das maiores regiões de produção animal (Montemor-o-Novo, Évora, Viana do Alentejo, Alcácer do Sal, etc) e, pela falta de meios logísticos afins, seria quase automaticamente absorvido pelas imensas necessidades do mercado, seja de pequenos abates(domésticos), pequenos e médios produtores e até abate e desmanche para empresas de retalho. Nesta lógica, criar-se-ia uma dinâmica de transporte de animais e da vinda de empresas e produtores de vastíssimas áreas, dando a conhecer o concelho, estimulando a actividade económica local e trazendo por fim maior sustentabilidade ao tecido económico local que poderia muito bem adapatar-se a esta nova (desejável) realidade. Outra das vantagens seria o de tornar o preço do abate e desmanche de espécies animais muito mais competitivo do que actualmente é, que encarece bastante o produto aí transformado.
Por último, respondendo à segunda pregorrativa que visa discutir o porquê do investimento municipal, até pelas actuais dificuldades económicas vigentes, justifica-se pela necessidade da autarquia investir numa estratégia económica de médio-longo prazo, com visão e oportunidade, com um produto/serviço verdadeiramente diferenciador e, sobretudo, numa altura em que existem financiamentos comunitários que poderão permitir muito mais facilmente que este "projecto" seja exequível por iniciativa da administração local, do que por desejo particular. E como não sou sequer defensor da assunção pela iniciativa pública por actividades que devem ser geridas, no meu enteder, por particulares, julgo que poderia ser repensada a participação da autarquia vianense neste empreendimento, que poderia passar por participação por quotas, ou por administração conjunta com associações regionais do sector (meramente a título indicativo/exemplificativo do o nome da ACOS ou da ACOMOR ou ainda da AJASUL), dando por essa via uma enorme demonstração de abertura e sinergia com as entidades locais do sector económico e mostrando que o concelho está aberto ao desenvolvimento sustentável e deseja cooperar quem nele vir uma real oportunidade para crescer.
Fica aqui o desafio lançado às candidaturas autárquicas ao concelho, pois o que espero é ver visão, estratégia e ousadia que permita fazer ao próximo presidente da CMVA bem mais que a gestão corrente e a criação de infra-estruturas meramente de lazer e consumo, como muito bem fez o executivo do PCP durante os seus vastos mandatos. Apoio inequivocamente a candidatura de Bengalinha Pinto, mas o desafio fica lançado a qualquer um dos candidatos, que pense e reflita no interesse e nas potencialidades que este investimento poderia ter no desenvolvimento de todo o concelho. Só uma última ressalva: apesar da minha escolha estar feita, o candidato que apoio não fica refém da minha solitária e, quiçá inusitada ideia. Apenas me pareceu útil trazer à liça uma necessidade tão premente que eu, agora mais dedicado ao ramo pecuário, sinto existir e, por isso também poder ser uma oportunidade única para o concelho.
sexta-feira, julho 19, 2013
Paço dos Henriques [Alcáçovas], um lugar com História
E acrescento ainda, um lugar a caminho da sua devida dignificação e valorização, tanto arquitectónica, como histórica, algo que nunca teve até à data. Para já e pelas fotografias expostas podemos observar pequenas obras de "maquilhagem" que atestam naturalmente os esforços da actual autarquia em pelo menos conservar o que existe, na tentativa de dignificar minimamente o espaço, como também de melhor protegê-lo para o acelerar da degradação física. Desta forma torna-se sempre menos oneroso para todos nós, qualquer obra de reabilitação e conservação de monta que se venha a fazer no futuro!! Afinal, não custava nada irmos ocasionalmente olhando pelo nosso Património...
sábado, junho 29, 2013
terça-feira, maio 28, 2013
domingo, abril 21, 2013
Romaria a Cavalo a N.ª Sra. de aires [Viana do Alentejo]
Para os interessados em mais detalhes sobre o evento, deixo aqui a ligação à Câmara Municipal de Viana do Alentejo.
terça-feira, abril 16, 2013
Sobre Bengalinha Pinto, no blogue Alcáçovas
Bengalinha Pinto, um candidato, um projecto, um voto!!
Este
texto foi devidamente ponderado por todos os motivos que exigem
serenidade e reflexão no apoio a um candidato, mas sobretudo por fazê-lo
a alguém que foge significativamente à minha matriz ideológica. Acresce
neste âmbito que um candidato autárquico é muito mais a pessoa, a
equipa e o projecto do que o apoio partidário que traz na sua
rectaguarda. No caso de Bengalinha Pinto, da sua equipa, do seu mandato
em curso e da sua já anunciada recandidatura o trabalho desenvolvido e o
projecto apresentado falam por si e são naturalmente e inequivocamente
um estímulo para mim enquanto cidadão no desafio autárquico.
Sobre
a candidatura de Bengalinha Pinto como independente apoiado pelo PS,
apraz-me dizer que em boa hora Viana do Alentejo contou com este gestor
autárquico. Confesso que o conheci após a sua vitória nas autárquicas de
2009, mas esse conhecimento foi-se consolidando, transformando-se numa
amizade e profunda admiração por todo o trabalho desenvolvido em prol do
concelho e igualmente pela estratégia que gizou para o seu futuro. O
que vinha de trás era um bafiento executivo comunista que teimava em
abrir as portas do desenvolvimento ao concelho, fazendo meras obras de
regime, muitas delas completamente desnecessárias e inoperantes apenas
para marcar um cunho do seu mandato com obras faraónicas de betão. Criou
muitas infraestruturas de lazer para jovens quando o que este concelho
vinha precisamente perdendo era a aposta no futuro e nos seus jovens.
Não vale a pena construir uma casa pelo telhado e Bengalinha Pinto
preocupou-se e ainda se preocupa em criar condições para que a economia
local seja revitalizada e que a iniciativa privada seja bem-vinda e
próspera dando desta forma melhores bases para um futuro sustentável do
concelho. Não lhe interessa o oportunismo de ter a sua edilidade como o
principal empregador do concelho, nem o populismo e a tentação de acatar
as solicitações de inúmeras associações e entidades locais como forma
de comprar a posteriori o
seu apoio eleitoral, como foi sendo regra no passado. Criou uma vasta
plataforma de entendimento e de discussão sobre a economia local (GADE),
estimulou a parceria entre associações para rentabilizar os seus
horizontes, redimensionou iniciativas criadas no passado, mas adaptadas
às novas exigências económicas, apostou na melhor qualificação técnica e
na informação dos seus munícipes, aprofundou a sua aposta nas
actividades lúdicas e culturais rentabilizando os espaços concelhios
para o efeito, empreendeu um massivo apoio de âmbito social, também este
resultado directo da crise que se atravessa, criou marcas âncora para o
concelho como são disso exemplo os chocalhos das Alcáçovas e a olaria
de Viana do Alentejo, prossegue a indispensável renovação das
infra-estruturas básicas de saneamento, apropiou-se como devido
interesse do projecto do Paço dos Henriques e prepara-se para finalizar
umas das mais importantes ferramentas para o desenvolvimento do concelho
que é o PDM de Viana do Alentejo. Admito que não foram ainda alcançados
os melhores resultados possíveis ou desejáveis, no entanto acho que é
este o caminho, trilhado com seriedade, ponderação, trabalho e muita
esperança no futuro do concelho. E assim Bengalinha Pinto vai seduzindo
muitos cidadãos e eleitores como eu que, ao contrário do vetusto
passado, ignorou as tentações megalómanas e estéreis apostas, para dar
uma real dimensão ao concelho e aos seus horizontes futuros.
Se
há alguma área onde gostaria de ver o executivo de Bengalinha Pinto
apostar mais na área económica era sobretudo no apoio à actividade
agrícola pela sua importância no desenvolvimento económico local e da
empregabilidade no concelho, bem como na área do turismo e, neste
segmento no turismo cultural pelas quase inesgotáveis oportunidades que
há para desenvolver e rentabilizar em prol de um desenvolvimento
sustentável. A aposta na área da Cultura será algo que irei desenvolver
mais adiante, pela importância estratégica que julgo que poderá vir a
ter no estímulo ao turismo e consequentemente à economia local.
Dito
isto, não gostaria de terminar sem fazer um apelo às estruturas locais
do PSD e CDS-PP para que se unam verdadeiramente em prol do concelho e
nesse diapasão, reconhecendo o bom trabalho desenvolvido pelo actual
executivo e admitindo igualmente que será muito difícil reunirem algum
candidato que possa ombrear com Bengalinha Pinto, encetam um apoio
conjunto à sua candidatura dando uma cabal demonstração de seriedade e
objectividade em política, actualmente tão gastas pelas duvidosas opções
dos nossos dirigentes político-partidários. Sou democrata-cristão e não
me custa nada apoiar desta forma uma candidatura que me parece séria,
determinada e sobretudo capaz de dar ao concelho um novo rosto,
preocupada com a fixação de gente no concelho, com o estímulo à
economia, da qualificação e educação dos seus munícipes e de uma
solidariedade social para com quem mais necessita. Neste momento não me
parece oportuno, nem justificável sequer que existam candidaturas
provenientes do espectro político da Direita em Viana do Alentejo, pelo
trabalho desenvolvido pela actual equipa e até pela eventualidade do
voto útil utilizado na candidatura de Bengalinha Pinto para fazer face a
outra forte candidatura proveniente do PCP poder dar resultados
residuais e desoladores para as possíveis candidaturas de CDS-PP e PSD. Assim,
exorto os responsáveis políticos a medirem bem as virtudes de novas
candidaturas, quando neste momento existe já uma fortíssima opção,
espelhada em Bengalinha Pinto, um candidato, uma equipa e um projecto!!
Etiquetas:
Alcáçovas,
Bengalinha Pinto,
Câmara Municipal de Viana do Alentejo,
Credibilização,
Gestão Autárquica,
Poder Autárquico,
PS,
Viana do Alentejo
quinta-feira, setembro 06, 2012
terça-feira, março 13, 2012
segunda-feira, março 12, 2012
domingo, março 11, 2012
História nas Alcáçovas - um dia especial
Retirado do blogue Alcáçovas onde tenho o prazer de escrever.
«10 de Março - Um dia mágico para as Alcáçovas
Um dia memorável, onde se apresentou uma primeira obra sobre o Paço das Alcáçovas e seus embrechados, história, técnica e proposta de valorização futura, da autoria do mestre André Lourenço e Silva. Em boa hora surge esta talentosa obra.
Faço votos que o apoio dado pela autarquia vianense e pela própria Junta de Freguesia das Alcáçovas prossiga na demanda do conhecimento histórico local e na aposta da valorização patrimonial.
Que tarde bem passada, augurando um novo futuro para este concelho!!
Frederico Nunes de Carvalho»
segunda-feira, fevereiro 27, 2012
segunda-feira, julho 18, 2011
sábado, novembro 27, 2010
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