Para os leitores e curiosos da revista alentejana Mais Alentejo, deixo-vos a todos com a ligação para a página desta emblemática revista para que possam votar nos vossos candidatos preferidos às várias categorias do prémio Mais Alentejo.
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domingo, outubro 05, 2014
terça-feira, setembro 09, 2014
Tribuna do Alentejo [Imprensa Regional]
Não sei se os caros leitores já conheciam este novo órgão de comunicação social do Alentejo, mas para mim é de certa forma uma aprazível novidade ter contacto com a Tribuna do Alentejo. Gosto do formato disponibilizado na rede, num grafismo sedutor, e numa linha editorial fresca e acutilante, que transporta para a ribalta o dinamismo crescente do nosso Alentejo, seja no empreendedorismo jovem, seja pelo crescente aparecimento de novas oportunidades e negócios na região. Saúdo os seus promotores pela excelente iniciativa de dar mais voz ao Alentejo, e tornar esta vasta região mais ouvida e esclarecida para e por quem nos deve governar.
Termino deixando aqui plasmado o seu estatuto editorial que subscrevo por inteiro:
- O Tribuna Alentejo é o site noticioso atualizado diariamente, em língua portuguesa, que publica informação local e edita trabalhos publicados por jornais internacionais de referência, bem como por órgãos de comunicação mais afastados dos circuitos comerciais locais e mundiais de informação.
- O Tribuna Alentejo está comprometido em fornecer aos seus leitores informação rigorosa, plural e diversificada, rejeitando o sensacionalismo e respeitando a esfera da vida privada dos cidadãos.
- O Tribuna Alentejo identifica-se com o modelo de sociedade democrática preconizado pela União Europeia, respeitando não só a livre concorrência como também os direitos do Homem e as conquistas civilizacionais da vida em democracia.
- O Tribuna Alentejo faz as suas opções editoriais com base em critérios de atualidade, procurando novos prismas para a sua apresentação ao leitor.
- O Tribuna Alentejo rejeita a informação normalizada por correntes de opinião e interesses dominantes, sejam eles religiosos, económicos, políticos ou mediáticos.
- O Tribuna Alentejo procura oferecer aos seus leitores um olhar independente sobre o que os rodeia sem pretender impor-lhes uma visão do que os rodeia.
sexta-feira, janeiro 03, 2014
Nova oportunidade de negócio para Zédu!
Com a anunciada criação de um novo projecto editorial em Portugal, designado por Observador, segundo consta da autoria de António Carrapatoso, Alexandre Relvas, João Talone, Filipe de Botton e Luís Amaral sugere-me automaticamente uma reflexão muito superficial. Ainda que o seja não me coibo de fazer as minhas deambulações, aliás muito próprias de opinião independente publicada neste blogue. Assim, confesso que este projecto editorial me deu imensa vontade de o plagiar, assim tivesse eu uns milhares de euros, para depois vir diariamente ou semanalmente a público contestar o regime angolano e seus desvarios milionários de novo-ricos e que os irritasse o suficiente para que depois me viessem comprar o meu pasquim por uns milhões de petrodólares. Parece garantido em Portugal que o regime angolano à falta de pluralidade democrática em Angola e de liberdade de opinião e de informação, pretende por cá conquistar/comprar toda a imprensa de modo a ter idênticos resultados. Ora como o português é danado para o negócio, isto parece-me ser um investimento com retorno imediato e exponencial. A má notícia para Angola e Zédu é que se a moda pega, qualquer dia em Portugal somos todos jornalistas e acabamos por ter o melhor rácio do Mundo em jornalistas/jornais/leitores.
Seja como for e ironias aparte, desejo os maiores sucessos a este novo projecto recheado de bons empresários, que espero futuramente acompanhados de bons jornalistas, para que o sucesso seja garantido e sejam efectivamente não um 4º poder mas um contra-poder. Serei certamente um observador da sua linha editorial.
quarta-feira, fevereiro 27, 2013
Passos largos pela Lusofonia [A Bola]
![]() |
| Cortesia jornal A Bola |
Não é facto inédito, nem será a derradeira oportunidade de acentuar as relações lusófonas entre países com tanto em comum. Aliás, o mundo global do século XXI tem o ensejo de reaproximar blocos linguísticos que se tornarão inevitavelmente blocos económicos de relevância internacional. Felicito o jornal A Bola por esta epopeia e desafio empresarial que certamente vingará pela qualidade do seu trabalho e pelo interesse que o povo moçambicano tem tanto no desporto, como pela sua linha editorial e até pelo próprio interesse e conhecimento do desporto luso. Já com a experiência angolana parece ter frutificado esta aposta!!
Agora fica ainda mais uma vez o alerta para os responsáveis governativos para a defesa intransigente da nossa Língua Portuguesa, tanto pela sua correcta aplicação no nosso país e sua valorização entre portas, bem como pela sua conveniente projecção internacional, seja por via de maior dinâmica da CPLP, seja por uma política concertada com congéneres lusófonos junto das organizações internacionais (UE, OMC, ONU, OCDE, OTAN, UNESCO, etc) para acelerar a oficialização do português enquanto língua de trabalho nesses respectivos órgãos.
sexta-feira, dezembro 09, 2011
Novo Rumo na vitalidade angolana
Foi lançada muito recentemente uma nova marca editorial do grupo Impresa, destinada essencialmente aos assuntos económicos em África e, em particlar de Angola. Essa aposta só pode ser mais um claro indício de que o país atravessa uma fase de grande estabilidade e pujança económica, frutuosa inclusivé para o mercado da comunicação social. Parabéns e sucessos para a revista de especialidade Rumo - Busines Intelligence.
sábado, agosto 06, 2011
Uma Troika de Saberes
Recentemente Vasco Pulido Valente redigiu um artigo intitulado "Grécia e Portugal". Confesso também que VPV é um dos poucos cronistas que leio na nossa imprensa escrita. Porém, desta vez, seus escritos ecoaram de forma diferente na minha perspectiva sobre o tema em causa.
Não discuto até tanto o conteúdo, a mensagem per si, mas sim a repetição da mesma e a ausência de optimismo e de alternativa ao cenário dantesco reiteradamente assinado por VPV. O diagnóstico está bem feito, mas o autor persiste no pessimismo, no imobilismo e na descrença. Adaptando a imagem do Velho do Restelo, VPV é um caseiro espectador de bancada. Dito isto e soando a desilusão pessoal, pensei que o momento fosse outro, do tal sobressalto cívico de que falava o senhor presidente e eu mesmo aqui. Em torno desta mensagem, parecia-me que ia tomando forma a necessidade geral de cada português dar um pouco mais de si, de incorporar a lógica patriótica, da solidariedade nacional e do tal dever cívico para poder lançar-se nesta nova epopeia portuguesa.
Julgo que já é tempo de reconhecermos que sermos apenas bons profissionais não chega para retirar Portugal do atoleiro em que alguns (muitos) pouco patrióticos atiraram. VPV é um excelente cronista, faz o seu papel enquanto tal e será também por isso bem remunerado. Mas Portugal carece de Patriotismo, talvez daquele que foi enterrado no pós 25 de Abril receando-se daí alguma semântica e associação fascista. Portugal necessita que demos mais de nós, que demonstremos vivamente o quanto estamos disponíveis e sequiosos de ultrapassar o momento presente.
Parece-me que o país está saturado de diagnósticos e de reconhecimento de erros, mas deverá ser capaz de os reconhecendo, perpectivando o futuro num plano de acção conjunta. Reconhecendo o inegável poder de crítica e reflexão de VPV, gostaria de o ver doravante a acrescentar aos seus textos, mais Esperança, mais Energia Positiva, mais Empenho. VPV além de um cronista, é uma figura pública com responsabilidade e poderes daí decorrentes. Muitos olhariam para o tom optimista do seu discurso como um exemplo a seguir. E é essa Esperança, elixir, tónico essencial para a superação das dificuldades que muitas vezes escasseia entre quem está na linha da frente do diagnóstico aos problemas com que nos temos de debater. Se este desafio aqui lançado tem algum virtuosismo, pretende sobretudo unir a forma dos saberes que muitas vezes se encontram dissonantes ou omissos. Se VPV sabe ser cronista e sabe dizer o que por terras lusitanas vai mal, também poderá saber fazer melhor por essa mesma terra, sob pena de incorrer no mesmo fado do povo lusitano traçado por Caio Júlio César: «Há nos confins da Ibéria um povo que nem se governa, nem se deixa governar». Um bom cronista, no meu modesto entender, pode ser mais que um indeflectível crítico do estado da nação. Pode e deve ser alguém que gize o destino do país, que alimente a sua sociedade de Esperança e enalteça também aspectos a serem corrigidos, mas sempre num olhar pedagógico e não meramente satírico. Este olhar positivo, idealista quiçá, mas sobretudo alavancador e concretizador de ideias forte e realizáveis, urge nos nossos cronistas. A esmagadora maioria, prefere a sangria da crítica nefasta, fraturante, omissa e inóqua, tão adoptada pelas elites políticas. Não tem que ser assim e, alguém poderia dar o exemplo. Gostaria que fosse o VPV...
Acrescento ainda que o saber fazer algo mais pelo país (que perpassa toda a sociedade, toda a população e todas as actividades profissionais), pode ser, a título de exemplo, a participação activa em debates, conferências, colóquios, movimentos, associações, partidos políticos, emfim, em toda esta panóplia de situações ou grupos colectivos que visem aprimorar a qualidade da nossa Democracia e que façam igualmente de nós melhores cidadãos.
Recentemente li outro artigo (confesso que ando a ler um pouco mais que o habitual) do ex-ministro Campos e Cunha e gostei do seu "Ovos mexidos sem eles". Ora aí está uma mensagem objectiva e pragmática, objectiva e optimista, tanto na mensagem, como na Esperança. Vasco, aceita o desafio? Portugal necessita de todos sem excepção, mas necessita mesmo de todos em uníssono e optimistas para garantirmos a superação das adversidades.
Acrescento ainda que o saber fazer algo mais pelo país (que perpassa toda a sociedade, toda a população e todas as actividades profissionais), pode ser, a título de exemplo, a participação activa em debates, conferências, colóquios, movimentos, associações, partidos políticos, emfim, em toda esta panóplia de situações ou grupos colectivos que visem aprimorar a qualidade da nossa Democracia e que façam igualmente de nós melhores cidadãos.
Recentemente li outro artigo (confesso que ando a ler um pouco mais que o habitual) do ex-ministro Campos e Cunha e gostei do seu "Ovos mexidos sem eles". Ora aí está uma mensagem objectiva e pragmática, objectiva e optimista, tanto na mensagem, como na Esperança. Vasco, aceita o desafio? Portugal necessita de todos sem excepção, mas necessita mesmo de todos em uníssono e optimistas para garantirmos a superação das adversidades.
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