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sexta-feira, agosto 28, 2015

Querido emigrante, é muito mais que um Adeus! [Tribuna do Alentejo]

Deixo aos amigos e leitores a partilha do meu mais recente artigo no jornal alentejano, Tribuna do Alentejo que versa sobre os emigrantes e da sua relação com o Governo e, sobretudo com o país. Apelo a que este inestimável recurso humano seja melhor potenciado pelos nossos governantes que, se os deixaram fugir uma primeira vez, tenham a redenção de puxar agora por eles para junto de nós.  Fica o desafio e sobretudo o tributo a quem dá muito por Portugal e pela sua imagem no estrangeiro. 
Espero que gostem e toda e qualquer crítica, desde que construtiva é muito bem-vinda.

terça-feira, março 17, 2015

Ferrovia Sines-Madrid e Lisboa [Novidades]

Parece que a linha ferroviária de bitola europeia entre o Porto de Sines e Madrid se prepara mesmo para avançar. E acresce a esta boa nova a inclusão do interface entre o Porto de Sines e o Porto de Lisboa, também em linha ferroviária. Paulatinamente, vão surgindo medidas de fundo, estruturais que demonstram maior empenho do investimento público no agitar da economia nacional.

terça-feira, fevereiro 04, 2014

Refrescamento Partidário [Refundação do Centro-Direita]

Dos actuais 19 partidos políticos existentes pela chancela do Tribunal Constitucional, 8 deles são anteriores a 1980, ou seja 42% do nosso espectro partidário tem mais de 34 anos. E se é verdade que após 2000 fundaram-se 6 novos partidos políticos, estes ou resultaram das mais que habituais cisões da Esquerda, ou traduzem-se em movimentos políticos sectoriais ou de causas específicas, não congregando uma estratégia político-partidária necessária para corresponder  aos desígnios nacionais actuais. Asism, parece-me que o Centro-Direita está órfão de um verdadeiro partido político, visto que os dois partidos do actual Governo estão mais que vergastados pelos sucessivos escândalos e casos de incompetência, mas sobretudo por terem apostado numa deriva ultra-liberal afastando-se de prerrogativas ideológicas tão assumidas pelo Centro-Direita como é o caso, a título exemplificativo do Estado Social. Faltam valores nos dois partidos do Governo, escasseam militantes e governantes que estejam absolutamente livre dos interesse económicos e que possam decidir em consciência e pelo interesse nacional. Fazem falta neste país partidos que louvem o mérito, que tenham militantes com experiência profissional e desinteressados dos negócios de Estado. Fazem falta em Portugal partidos políticos que tenham uma verdadeira e ampla estratégia para o futuro de Portugal. Fazem falta partidos políticos que estejam conscientes que dar o exemplo para o país num momento de dificuldades, não é compatível com boys com chorudas remunerações, com negócios obscuros entre empresas do Estado, com elementos sem experiência profssional, com adjudicações directas, com falta de abnegação, com amadorismos, com falta de transparência, etc. Julgo que este poderia ser um momento crucial de se recentrar a Direita partidária em Portugal, aproveitando muitos notáveis e  personalidades descontentes do PSD, CDS-PP, MPT, PND, antigo MEP, ex. MMS para, à semelhança das pretensões da Esquerda portuguesa, congregar vontades e recursos num projcto viável e esperançoso para Portugal e avançar com uma verdadeira alternativa ao Liberalismo que neste momento deveria ter voltado para a gaveta dos conteúdos ideológicos partidários.
Para finalizar esta muito breve reflexão, deixo aqui três notas que eventualmente servirão para aguçar a curiosidade e discussão dos caros leitores:

* registo uma entrevista dada na TVI 24 aos programa Olhos nos Olhos por Judite de Sousa e Medina Carreira a Manuel Monteiro antigo presidente do CDS-PP, de onde retiro a excelente forma deste político e sentido de oportunidade sobre os temas abordados, bem como dou nota de mais um excelente recurso humano do espectro da Direita política desaproveitado pelas elites políticas do país.
*registo que no momento em que o antigo bastonário da Ordem dos Advogados Dr. Marinho e Pinto acedeu a dar o corpo ao manifesto por um partido político (MPT) para enfrentar uma difícil batalha eleitoral (Europeias 2014) muitas outras personalidades impulsionadas pela actual conjuntura política e económico-financeira e pelo chamamento da sociedade civil para participarem activamente no comando do país, poderão estar muito mais sensíveis e receptivas à participação em projectos políticos, o que saúdo.
*recordo um extinto PDC - Partido da Democracia-Cristã que em muito boa hora poderia aparecer para reocupar um espaço que já foi parcialmente seu e neste momento está õrfão de representatividade partidária.




sexta-feira, julho 05, 2013

Instrumentos Intemporais

 
Desculpem o humor, mas depois de tanta demagogia, tanta descredibilização, tanta ânsia de poder, tanta incompetência e insensibilidade da classe política e tanto debate e análise política sobre os acontecimentos em catadupa dos comentadores políticos, tanto ardor por notícias frescas da nossa imprensa que verifiquei freneticamente por estes dias, só me ocorre que umas controladas cargas eléctricas sobre algumas almas pseudo iluminadas, podia efectivamente devolver-lhes a luz!!!

quarta-feira, abril 10, 2013

Forças anímicas a quanto obrigas...

Parece que ao ex-ministro dos Assuntos Parlamentares, o Sr. Relvas, faltaram-lhe forças anímicas para prosseguir a sua execução governativa, mas ainda assim ainda lhe sobram forças para permanecer na Assembleia da República e manter uma performance político-partidária em momentos tão incertos e tão combativos. Valha ao actual Governo estóicos homens que lutam em prol do interesse nacional e não baixam a guarda perante o inimigo!!!

«Relvas não quer renunciar a deputado»

quarta-feira, fevereiro 27, 2013

Passos largos pela Lusofonia [A Bola]

Cortesia jornal A Bola


Não é facto inédito, nem será a derradeira oportunidade de acentuar as relações lusófonas entre países com tanto em comum. Aliás, o mundo global do século XXI tem o ensejo de reaproximar blocos linguísticos que se tornarão inevitavelmente blocos económicos de relevância internacional. Felicito o jornal A Bola por esta epopeia e desafio empresarial que certamente vingará pela qualidade do seu trabalho e pelo interesse que o povo moçambicano tem tanto no desporto, como pela sua linha editorial e até pelo próprio interesse e conhecimento do desporto luso. Já com a experiência angolana parece ter frutificado esta aposta!!
Agora fica ainda mais uma vez o alerta para os responsáveis governativos para a defesa intransigente da nossa Língua Portuguesa, tanto pela sua correcta aplicação no nosso país e sua valorização entre portas, bem como pela sua conveniente projecção internacional, seja por via de maior dinâmica da CPLP, seja por uma política concertada com congéneres lusófonos junto das organizações internacionais (UE, OMC, ONU, OCDE, OTAN, UNESCO, etc) para acelerar a oficialização do português enquanto língua de trabalho nesses respectivos órgãos.

quarta-feira, dezembro 05, 2012

Estivadores: a lança em África do PCP...

para estimular o clima de agitação económico-social por que o partido comunista tanto anseia para retirar os seus dividendos políticos e fazer a ladainha de sempre junto do eleitorado. No presente momento, o acentuar do clima generalizado de descrédito pela classe política, de intolerância perante austeridade, de exasperação perante o Governo e a Troika é aproveitado indecentemente pelo  PCP numa política de terra queimada (expressão tão querida por aqueles verdadeiros patriotas) para cavar ainda mais o fosso entre a sociedade portuguesa e a sua eleite política, sendo que o PCP se arroga no direito de ser diferente e de pretender ter a equidistância suficiente para poder ser alternativa ao governo do país. Mas encobertamente ou não, faz o jogo sujo do boicote ao país e à sua retoma económica, apertando o cerco ao único item da nossa balança económica que ainda funcionava, as exportações. Pretende o PCP delapidar completamente o tecido económico e a nossa capacidade de resiliência face às adversidades económico-financeiras para surgir como o salvador da Pátria e, quiçá numa jogada arriscada, tentar subverter o actual regime democrático vigente??

domingo, dezembro 02, 2012

Iº de Dezembro de 2012 - o dia da Refundação de Portugal












 
 
O Iº Ministro de Portugal, dr. Pedro Passos Coelho pediu recentemente uma refundação para Portugal. Admitindo que não é todos os dias que se celebra tão efusivamente e pomposamente um feriado e, mais ainda se estuda e clama pela sua reposição, poderemos pois estar perante a satisfação do "capricho" do nosso Iº Ministro. Mas estaríamos sobretudo perante a  necessidade histórica do país romper com as suas mentalidades anquilosadas e encetar um novo empenho e patriotismo assentes numa cidadania activa, responsável e escrutinadora de quem nos governa. Parece adquirido que é necessário, urgente até que os portugueses deixem para trás o alheamento, a inércia, a desresponsabilização dos actos de quem  nos governa e queiram assumir as suas responsabilidades nos actos eleitorais, no escrutínio dos seus governos, na reposição de determinadas injustiças. A questão da extinção do feriado do Iº de Dezembro parece, inevitavelmente uma dessas injustiças decorrentes dum processo sem diálogo, sem sensibilidade e sem argumentação válida para o efeito, mas mais grave ainda, evidenciando acentuada impreparação do elenco governamental para o lugar que ocupa. 
A demonstração de vitalidade e de insurgência do povo português perante decisões feitas à sua revelia, sem sensibilidade nem fundamentos, é um cabal aviso aos governantes de quem têm de governar para os portugueses, cumprindo as suas promessas, satisfazendo as sua necessidades mas também respeitando a sua memória histórica. O erro será inevitavelmente corrigido em governos futuros que saberão repor a dignidade que o dia nos merece. Aos participantes no evento em Lisboa, sobra-lhes a resiliência e a demonstração de força e vontade quem têm em se assumirem como portugueses, livres e independentes, assim como o desejaram os nossos antepassados há 372 anos atrás.
O dia foi efectivamente marcante e histórico. Se vai obedecer ao processo de refundação do país tão profusamente ambicionado pelo executivo governamental? Suponho que sabe-lo-emos no próximo dia 1 de Dezembro de 2013!!