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É quase caso para dizer que o melhor é fugir de Évora, tal não é o grau de desnorte, endividamento, inércia, conflitualidade, etc., entr...
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Pintura de José Malhôa Manuel Maria Carrilho, embaixador de Portugal na UNESCO queria que o país apresentasse uma candidatura por inícios ...
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segunda-feira, setembro 21, 2015
quinta-feira, setembro 03, 2015
Timor em Lamego [Museu de Lamego]
Esta publicação recente, mostra-nos muito do artesanato de final do século XIX recolhido por portugueses que por ali passaram. Há peças oriundas de Timor Leste, Indonésia e China, mas esta obra dá-nos também muito do quotidiano dos antigos governadores portugueses daquela região.
Este livro recentemente publicado evoca também nas suas deliciosas cem páginas, a arquitectura tradicional timorense, a comunidade chinesa de Timor e ainda as marionetas de Java, na Indonésia.
A edição designada Memórias de Timor em Lamego está aqui acessível através de descarga na rede.
Para mais informações, por favor aceda aqui à página institucional do Museu de Lamego.
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domingo, abril 19, 2015
D. Catarina de Bragança de saída de Lisboa [Dirk Stoop]
Esta gravura encontramo-la no Museu de Lamego.
Saída de Dona Catarina de Bragança, em 1662, no Terreiro do Paço a caminho de Inglaterra para contrair matrimónio com o rei britânico Carlos II.
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terça-feira, abril 14, 2015
sexta-feira, abril 10, 2015
quarta-feira, fevereiro 25, 2015
De Lamego a Goa em exposição
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quarta-feira, janeiro 14, 2015
Os Impérios Ibéricos Ultramarinos [Universidade de Évora]
Para mais informações sobre este colóquio internacional, deixo aqui a respectiva ligação institucional.
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segunda-feira, janeiro 05, 2015
Olivenza e agora Olivença
Surgiu muito recentemente a notícia dos dois lados da fronteira na respectiva comunicação social que cerca de 80 cidadãos oliventinos receberam do Estado Português a nacionalidade portuguesa pelo reconhecimento da parte de Portugal da cultura e identidade lusas existentes neste território. Existe mais de uma centena de processos de obtenção da nacionalidade a somar a estes iniciais 80 cidadãos. Muito do mérito desta iniciativa do Estado Português resulta do esforço incansável da associação local Além-Guadiana e da estreita colaboração do deputado centrista Dr. Ribeiro e Castro para que a iniciativa pudesse ter substância parlamentar.
Fico pessoalmente agradado por esta novidade que beneficia muitos oliventinos que assim desejaram ser também portugueses e, espero que esta medida se alargue a muitos mais juntamente com a continuidade do excelente trabalho desenvolvido por genuínos oliventinos em prol da difusão da cultura nacional em terras usurpadas por Madrid em 1801.
Junto deixo a ligação para uma notícia divulgada pelo jornal espanhol El Diario Extremadura.
Cabo Verde com novo impulso católico
No meio do Atlântico, a oeste do continente africano, ergue-se um arquipélago de 10 ilhas conhecido por Cabo Verde. Neste conjunto de ilhas descobertas por antigos navegadores portugueses, foi criada a primeira diocese em Santiago, em 1533 por cisão da arquidiocese do Funchal, tornando-se no mais antigo bastião da Igreja Católica em continente africano, por responsabilidade do reino de Portugal de então nas suas diligências junto de Roma.
Ontem, foi conhecido do Vaticano a nomeação do bispo de Santiago como o primeiro cardeal de Cabo Verde, D. Arlindo Furtado de 65 anos.
Antes de mais delongas, saúdo o seu cardeal católico, o país Cabo Verde e todos os irmãos e cristãos cabo-verdianos por este reconhecimento do Vaticano da importância que o país tem na implantação dos valores cristãos em África e na relevância que este cardeal poderá ter num equilíbrio mais justo entre o Norte e o Sul da geografia cristã.
Não poderia deixar de aqui citar algumas das sábias palavras deixadas por D. Arlindo Furtado após o conhecimento desta nomeação histórica.
«Eu acho que são essas duas coisas que se conjugam: o apreço pela história e pelo papel da Igreja em Cabo Verde e a integração de mais gente do Sul para a responsabilidade ao nível da Igreja Católica. A igreja em Cabo Verde tem uma história única em África e é o reconhecimento de uma história, de um trabalho e de um papel na sociedade cabo-verdiana e não só.» Citando Agência Lusa.
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quarta-feira, dezembro 17, 2014
Grandes Portugueses [Henrique Leitão]
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segunda-feira, dezembro 01, 2014
1º de Dezembro, Dia de Portugal [Tribuna do Alentejo]
Ontem dia 30 de Novembro, por ocasião do 3º desfile de bandas achei oportuno tecer umas linhas da minha crónica quinzenal Brados de Província no jornal alentejano Tribuna do Alentejo, sobre a temática do feriado que foi retirado pelo actual Governo no seguimento de imposições da Troika para que o mesmo encetasse reformas administrativas e a aumentar os níveis de produtividade do país. De forma cobarde e sem qualquer discussão pública, o executivo de Passos Coelho apenas e só aboliu como feriado nacional o dia mais representativo da nossa independência e história enquanto nação. Daí surgiu um movimento denominado como Movimento Iº de Dezembro criado essencialmente para recuperar a dignidade deste dia. Quanto ao resto caro leitor, bastará perder uns minutinhos e lerá tudo sobre o dia hoje ainda celebrado em muitos recantos da nossa portugalidade que deixei como reconhecimento do meu humilde contributo para imortalizar essa evocação. Aqui fica a ligação para o texto na íntegra.
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quarta-feira, novembro 05, 2014
sexta-feira, outubro 31, 2014
Luana Piovani e Portugal
Ainda há coisas que unem povos Luana Piovani. A Cultura é certamente uma delas. Obrigado a todos os irmãos brasileiros que veem nos portugueses amigos e cúmplices em vez de bodes expiatórios para os seus insucessos!
terça-feira, setembro 02, 2014
terça-feira, fevereiro 25, 2014
O assassinato de Sá Carneiro e Amaro da Costa [por Farinha Simões]
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sábado, janeiro 25, 2014
Quando Évora foi pró Maneta [General Loison]
«O MASSACRE DE ÉVORA (29 de Junho 1808)
Foi com as forças comandadas por Loison, o mítico “Maneta”, do qual derivará a expressão popular “ir pró maneta”, que se deram vários massacres indiscriminados, destacando-se o à cidade de Évora, a terceira do reino, pela violência que aqui se viveu. Esse dia fatídico, foi a 29 de Julho de 1808, na parte da tarde, no qual morreram cerca de mil pessoas, quer em combate, quer em posteriores execuções sumárias.
Junot entregou a Loison uma divisão de seis mil infantes e cinco esquadrões de Cavalaria, enquanto as forças que defendiam a cidade dispunham de poderosos meios de artilharia mas não totalizavam mais de dois mil homens.
A dificuldade para o inimigo foi a de passar a Porta de Alconchel, defendida pelos atiradores que guarneciam a desaparecida capela de Nossa Senhora da Ajuda, edificada sobre a referida porta. Durante uma hora a porta foi defendida, destacando-se a bravura dos monges do Convento dos Remédios.
A seguir, facilmente se deu a mortandade da população.
Escreve Frei Manuel do Cenáculo Villas Boas, então arcebispo da cidade:
“...no dia fatal de 29 de Julho fomos atacados pelo numeroso exercito de nove para dez mil homens francezes, commandados pelo general em chefe conde do Imperio, Loison, [...] Corri para a minha cathedral e no meio do confuso alarido, do estrondo dos canhões mandei propôr capitulação; [...] Então foi que elles á vista das minhas humilhações e supplicas deram indicios de que mudavam o parecer em que vinham [...]”A cidade foi totalmente saqueada, perdendo-se o riquíssimo recheio das igrejas, tal como o próprio anel do arcebispo.»
Foi com as forças comandadas por Loison, o mítico “Maneta”, do qual derivará a expressão popular “ir pró maneta”, que se deram vários massacres indiscriminados, destacando-se o à cidade de Évora, a terceira do reino, pela violência que aqui se viveu. Esse dia fatídico, foi a 29 de Julho de 1808, na parte da tarde, no qual morreram cerca de mil pessoas, quer em combate, quer em posteriores execuções sumárias.
Junot entregou a Loison uma divisão de seis mil infantes e cinco esquadrões de Cavalaria, enquanto as forças que defendiam a cidade dispunham de poderosos meios de artilharia mas não totalizavam mais de dois mil homens.
A dificuldade para o inimigo foi a de passar a Porta de Alconchel, defendida pelos atiradores que guarneciam a desaparecida capela de Nossa Senhora da Ajuda, edificada sobre a referida porta. Durante uma hora a porta foi defendida, destacando-se a bravura dos monges do Convento dos Remédios.
A seguir, facilmente se deu a mortandade da população.
Escreve Frei Manuel do Cenáculo Villas Boas, então arcebispo da cidade:
“...no dia fatal de 29 de Julho fomos atacados pelo numeroso exercito de nove para dez mil homens francezes, commandados pelo general em chefe conde do Imperio, Loison, [...] Corri para a minha cathedral e no meio do confuso alarido, do estrondo dos canhões mandei propôr capitulação; [...] Então foi que elles á vista das minhas humilhações e supplicas deram indicios de que mudavam o parecer em que vinham [...]”A cidade foi totalmente saqueada, perdendo-se o riquíssimo recheio das igrejas, tal como o próprio anel do arcebispo.»
Texto retirado do sítio da CME.
quarta-feira, janeiro 22, 2014
sexta-feira, novembro 22, 2013
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