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segunda-feira, fevereiro 16, 2015
terça-feira, fevereiro 25, 2014
O assassinato de Sá Carneiro e Amaro da Costa [por Farinha Simões]
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domingo, janeiro 26, 2014
segunda-feira, janeiro 07, 2013
Grandes Portugueses - Mónica Bettencourt-Dias
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Para começarmos bem o ano nada melhor que falarmos de portugueses que se destacam pelo mundo fora no meritório e reconhecido cumprimento das suas actividades. No meio de tantas incertezas e de um certo pessimismo que abunda nas nossas perspectivas futuras, é um bom tónico olharmos para portugueses que não obstante os tempos presentes olham para o futuro com confiança e dão mostras de enorme capacidade produtiva. Este sendo um magazine que já aqui tem tido bastantes referências terá certamente este ano maior actividade, não apenas como incentivo para vislumbrarmos o presente e o futuro com maior confiança, como também pelo precioso contributo que o recém-criado Conselho da Diáspora porá ao serviço de todos os portugueses. Esta excelente iniciativa que só peca por tardia mas que tem o mérito de partir da sociedade civil, deverá ser um farol de ideias e de contributos de portugueses ímpares que são vistos pelo mundo fora com grande prestígio para melhor adequarmos Portugal a estes tempos de grande dificuldade e incessante competividade.
Parabéns entretanto a Mónica Bettencourt-dias pelo reconhecimento no seu país de acolhimento pelo trabalho aí desenvolvido.
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terça-feira, agosto 28, 2012
sexta-feira, julho 15, 2011
domingo, junho 26, 2011
(Quase) Grandes Portugueses
Para quem é leitor mais assíduo do FrescosCampos, conhece certamente um espaço que oportunamente encetava designado por Grandes Portugueses. Nele depositava os méritos e louros de portugueses que realizando feitos relevantes, chamavam a si o epíteto de Grandes Portugueses. Já foram retratadas pessoas desde o desporto, teatro, televisão, música, etc. Hoje gostaria de homenagear um português que foi Grande na sua área profissional, vulgo Arquitectura. Falo naturalmente de Eduardo Souto Moura, um arquitecto da Escola Superior de Belas Artes do Porto, antigo colega de Siza Vieira, e recentemente vencedor do Prémio Pritzker 2011. Não são todos os portugueses que recebem tal prémio, nem um discurso dedicado em sua honra, proferido pelo presidente dos EUA. Este singular galardão, honra a sua vastíssima e rica obra, bem como o país de onde é oriundo, pois foi a par do seu percurso pessoal, a sua formação académica que certamente consolidou a qualidade da carreira que veio a granjear nos últimos tempos.
Souto Moura no seus discurso proferido na sessão solene da entrega do prémio disse:
«Com 10 séculos de História, Portugal encontra-se hoje numa grande crise social e económica, como já aconteceu em vários períodos anteriores. Hoje, como ontem, a solução para a arquitectura portuguesa é emigrar.
Ora para um português que muito deve ao seu país pelo que o mesmo lhe deu, lhe transmitiu de saberes e experiências, de obra e reconhecimento, não me parece entendível que exorte os seus concidadãos a emigrarem em busca de novas perspectivas de vida, apenas pela actual conjuntura nos querer coartar o direito ao sonho!!
Ainda ponderei acreditar que Souto Moura referia-se ao plano da internacionalização da arquitectura empresarial portuguesa e, nesse âmbito e até em confluência com o discurso oficial de Exportar, Exportar, Exportar, fazia sentido o apelo. No entanto sou mais pessimista quanto ao que quis dizer este galardoado arquitecto nacional. Por isso e, sem beliscar os méritos profisisonais do profissional, acrescento um quase ao Grande Português, pois um de facto nunca se resignaria perante o estado de coisas a que chegámos em Portugal. Um Grande Português, incentivaria todos os seus conterrâneos a trabalhar, a empreender a causa nacional como resposta à grave crise vivida. Nunca estimularia à deserção, ao abandono do ser português!! Salvo os devidos distanciamentos, relembro sempre Mourinho, não obstante os embaraços que os nossos políticos nos causam na opinião pública mundial, defende indeflectivelmente o seu país. Recentemente, numa gala oficial onde almejou ganhar o título de melhor treinador do Mundo, falou na sua língua mãe como sinal de reconhecimento do país que tem e que o formou. Souto Moura, foi bom, mas não mais que isso, pois desvalorizou o país que tem e o formou.
Quanto à sua obra, essa é evidente, grandiosa e intocável!!
terça-feira, maio 03, 2011
Novas de Angola: Zedu receoso
Estas últimas de Zedu, provocam-me algumas dúvidas e questões. Diz o quase monarca angolano que estas movimentações e arbitrariedade são mais facilmente ensaiadas em África porque o povo está dividido. Pergunto porquê? Porque será que África ainda vive tamanha pobreza com abundantes e ricas matérias-primas transaccionadas para todo o mundo? E porque será que existem sempre clivagens político-sociais muitos vincadas nestes estados? Terá algumas a ver com o fosso entre políticos milionários e povo a viver na miséria? Será inocente esta preocupação de Zedu ou estará meramente interessado em abafar novamente o espírito crítico que existe em Angola em torno da sua governação e autocracia? Não será irónico Zedu falar em neocolonialismo dos tais países industrializados ocidentais, para a usura das matérias-primas africanas, quando em grande medida ele próprio estimulou este modus operandis das potências ocidentais para se libertar do jugo português, através do armamento que ia recebendo em troca de favores e aumento de protagonismo e relações comerciais entre Angola e esses países? Os EUA doo há minaram o petróleo angolano por acaso? Não será o problema de Zedu ter-se apercebido que neste mundo nãamigos/aliados e que, à semelhança do outrora parceiro Kadafi que agora viu essas potências puxarem-lhe o tapete após décadas de ditadura líbia, ele está na eminência de ser descartável, assim o expresse soberanamente o povo angolano?
sábado, dezembro 04, 2010
Wikileaks, ou o maior inimigo que os EUA jamais tiveram!!
A organização Wikileaks ao tornar públicas milhares de informações confidenciais da Administração Norte-Americana, arrisca ser o maior inimigo que os EUA jamais conheceram até ao momento. O perigo publicado pelo sítio na rede da cita organização vem do interior da própria organização política norte-americana e prepara-se para chamuscar, senão mesmo incendiar a sua credibilidade e honorabilidade perante a comunidade internacional. As desconfianças que poderão advir de tantas suspeitas podem de forma radical manchar a diplomacia norte-americana e colocar em risco a sua geo-estratégia actual. Muita da credibilidade que outros políticos e governantes norte-americanos no passado almejaram conquistar em processos árduos e morosos, poderá diluir-se no meio de tantas farsas, mentiras, duplicidades, desconsiderações, feitas a muitos dos seus considerados aliados.
Um olhar negro sobre a política e seus jogos de interesses!!
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