Mensagens populares

Mostrar mensagens com a etiqueta Miguel Relvas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Miguel Relvas. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, abril 10, 2013

Forças anímicas a quanto obrigas...

Parece que ao ex-ministro dos Assuntos Parlamentares, o Sr. Relvas, faltaram-lhe forças anímicas para prosseguir a sua execução governativa, mas ainda assim ainda lhe sobram forças para permanecer na Assembleia da República e manter uma performance político-partidária em momentos tão incertos e tão combativos. Valha ao actual Governo estóicos homens que lutam em prol do interesse nacional e não baixam a guarda perante o inimigo!!!

«Relvas não quer renunciar a deputado»

quarta-feira, julho 18, 2012

Por uma democracia popular - Rua com o Relvas

Para quem, como eu, já está mais que impressionado e saturado com as constantes polémicas em torno do ministro Miguel Relvas e, no seguimento desses mesmos casos pouco convencido da sua honestidade intelectual e sinceridade política, sugiro que suba o tom do seu protesto e, num puro acto do exercício da sua cidadania e de democracia popular ( conceito pouco do agrado dos políticos) apele para a demissão do cito governante. Seria de todo conveniente e no mínimo dignificante que o lesado saisse pelos seus próprios pés, mas como parece que este paraquedista político está mais agarrado ao poder que uma lapa à rocha, apelemos ao 1º-Ministro que deixe para trás o lóbi maçónico e os favores do ministro Relvas e ponha definitivamente um ponto final nesta novela!

terça-feira, julho 17, 2012

Zangam-se as comadres...

descobrem-se as verdades!!!


«Miguel Relvas vai apresentar queixa por difamação contra Helena Roseta»

E o 3º poder do Estado( Poder Judicário) vai continuar a assobiar para o lado? Ou será que este poder também faz parte destes prolongados e vergonhosos compadrios?

quinta-feira, setembro 08, 2011

Vai-te embora Relvas, vai

Há um episódioda minha existência pós-adolescência que, por mais insignificante que seja, pelo riso que me provocou perdurou na minha memória. Certo dia, vinha eu do campo a ouvir uma rádio local (alentejana) quando dei por mim a dar atenção ao programa de discos pedidos. O cómico deste corriqueiro e trivial cenário foi quando um ouvinte pediu a música do Fernando Correia Marques, "Vai-te embora melga, vai". Até aqui tudo sem graça, mas a piada eclodiu quando o locutor agradecendo o pedido questionou se o ouvinte queria deixar alguma dedicatória especial. Este numa inusitada prontidão atira: «À minha sogra».
A piada pode ter sido elementar e até gasta pelo protagonista visado, mas trago-a de novo à ribalta para uma dedicatória diferente. Desta feita quero dedicar este hino popular ao ministro adjunto e dos assuntos parlamentares, Dr. Miguel Relvas.
Não o faço para reeditar a serôdia graça, mas porque entendo que esta sombria personagem política tem ou pode vir a ter um prejudicial papel sobre um Governo que se quer credível, empreendedor, mas sobretudo patriótico. E, para haver uma perfeita simbiose entre estes pressupostos é igualmente necessário que o executivo benefície de ponderação, tranquilidade e confiança. Isso é tudo quanto uma melga não pode dar a um modesto político. A sua presença junto de um qualquer elemento governativo certamente que perturbará a sua paciência, tal como o seu sonoro zumbido afectará naturalmente os níveis de concentração desejáveis para tal função! Todos sabemos o  quão persistente tem sido a melga maçónica junto da classe política, essencialmente do bloco central nestas últimas décadas de Democracia em Portugal. A sua presença agrava-se por contaminar o desejável espírito patriótico que possa existir num elenco governativo, semeando a lógica corporativista, do tráfico de interesses e parcial das atribuições de um Estado de Direito. A existência de insectos pouco transparentes que muitas vezes não se vendo, ouvimos esvoaçar  sem saber a fazer o quê, preocupa seguramente.
A filiação em associações corporativas, elitistas, enigmáticas, sem atribuições específicas e transparentes, cabais e com fins generosos, deveria ser incompatível com o exercício de cargos governativos, sob pena de os interesses de umas se sobreporem a outros mais amplos e inequívocos.
Estou convicto que este prolongado zum-zum no nosso quadrante político-partidário tem prejudicado de sobremaneira a qualidade da nossa Democracia e da seriedade da respectiva classe política. No meio de décadas de militante existência e subversiva acção, o que fica da sua herança para os vindouros? É correcto colocar a questão; o que é que esta melga fez por Portugal? Ou, ao invés, deveríamos inquirir sobre o que é que este insecto meloso fez com Portugal? No final de contas, entre algumas questões e outras tantas dúvidas, a dita melga voa, voa, incessante sobre conturbados ambientes. E tanto é assim que, com tamanho e ensurdecedor zumbido nem Passos Coelho já se consegue fazer ouvir.
Uma coisa sei, seja Relvas a melga ou mero veículo de transmissão do dito insecto e seu estorvo até ao Governo, que vai haver chatice, lá isso vai...