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terça-feira, janeiro 29, 2013

Agricultura Biológica Europeia - Participação Cívica

Para os interessados no tema da Agricultura Biológica que decorre um pouco por todo o espaço europeu, sinal do fervoroso desejo dos europeus de garantirem o equilíbrio ambiental do seu território e, simultaneamante de assegurarem a qualidade da sua alimentação, deixo aqui a ligação para um inquérito aberto ao público em geral (cidadão comum, empresas do sector, cooperativas, entidades públicas, etc) que trata de forma abrangente a questão dos produtos biológicos e suas apostas futuras, quer ao nível da fiscalização/controlo, investimento e estratégias extra-europeias. Julgo ser do mais elementar interesse que nós portugueses, participemos nos anunciados fóruns de debate e de desenvolvimento de temas europeus, de forma a evidenciarmos, por um lado o interesse na construção europeia, por outro a realçarmos o nosso conhecimento sobre os temas que assistem as necessidades económicas da União Europeia. Era bom que de uma vez por todas, não queiramos ser meros espectadores sentados e passivos deste modelo de construção europeia e de temas subjancentes ao nosso dia-a-dia tal como a agricultura e tudo o que ela envolve.

segunda-feira, abril 25, 2011

Espaço Lusófono - Oportunidades de Negócio

Se em momentos económico-financeiros mais pacíficos este seria um apetecível mercado para expandir negócios, hoje, mais do que nunca esta plataforma liguística com mais de 200 mihões de cidadãos, goza de um estatuto e de uma importância inegável para empresas e países que queiram internacionalizar-se no mercado das exportações, por exemplo. Nesta entrevista patrocinada pelo Diário Económico a Joanna Kuenssberg O’Sullivan, encarregada de negócios do Reino Unido em Portugal, está patente uma frontalidade quase chocante desta responsável de terras de sua majestade, face à inércia com que Portugal e o seu corpo diplomático têm tratado a questão económica além fronteiras, na demanda de novos mercados e, neste caso especificamente, do aprofundamento das relações económicas bilaterais entre Portugal e os Estados da Lusofonia. Admito e reconheço o esforço do Primeiro-Ministro cessante em aumentar a capacidade exportadora nacional e em diversificar simultaneamente o destino das mesmas exportações( ainda que Venezuela, China, Líbia, Argélia, Emirados Árabes Unidos, entre outros, sejam parceiros de dúbia honorabilidade e com pouca relação histórico-económica) no entanto não poderia deixar de fazer um reparo a quem entendo que competiria essa função, ao corpo diplomático nacional (vidé este exemplo britânico) e concretamente ao Ministério dos Negócios Estrangeiros(será tão confusa a interpretação da designação e atribuições deste ministério?). Assim, ao Primeiro-Ministro foram incumbidas delegações que eventualmente o terão desconcentrado ou desgastado para outras lutas e desafios mais apropriados. Ao invés, enquanto outros países se preparavam para "assaltar" esta oportunidade de negócio e encetar parcerias (vidé o caso da China, presente vigorosamente  em toda a Lusofonia) com estados lusófonos, Portugal e seu Ministério de Negócios Estrangeiros, entretinha-se com os périplos europeus/comunitários, muito assertivos, liderantes e visionários sobre a Economia Mundial e Solidariedade no aprofundamento do espirito e construção europeias que tão bons resultados obteve.

Para Angola e em força?

Posted by Picasa 

O professor universitário, Manuel Ennes Ferreira, não dando essa máxima como inusitada, lembra uma série de imbróglios que devem ser solucionados para este fado se concretizar, na firme ideia de criar sinergias em ambos os lados destes lusófonos países. 
Eu é que enquanto leigo em matéria económica, julgava que a expressão seguida era  inversa: «Para Portugal e em força». Não é que tenha alguma coisa contra os capitais angolanos, desde que sejam oriundos de toda a legalidade, julgo nem terem nada a opôr o Benfica, o Belenenses, a EDP, a Zon, a GALP, o BCP, o BPI...
 O caricato é que qualquer dia, ainda que em parte o para Angola e em força querer tornar-se uma realidade a curto prazo, no sentido de querer resgatar a economia nacional do buraco (sem fundo?) em que caiu, alavancando as exportações portuguesas, notamos sim que essas exportações são essencialmente realizadas por empresas nacionais qb, ou seja, onde os capitais estrangeiros e, nomeadamente angolanos são maioritários. Não que veja necessariamente mal nesta ironia, mas sempre ouvi dizer que quem vive bem, está de saúde e se recomenda é quem está comprador, ora as empresas nacionais estão cada vez mais vendedoras...Mas enfim, volto ao início, palavras de leigo!!!