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sábado, dezembro 15, 2012
domingo, abril 01, 2012
sexta-feira, setembro 16, 2011
A laranja caiu de podre na Madeira
Madeirenses, abram os olhos por favor.
Etiquetas:
Alberto João Jardim,
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sábado, setembro 03, 2011
Dinheiros públicos vs. gestores públicos vs. crise pública
Assim numa primeira impressão tomada pelo título da mensagem, parece sensato sugerir ao actual Governo a devida ponderação acerca dos vencimentos anuais dos gestores públicos (com e sem prémios). Neste sentido, parece-me justo admitir que muitos dos chorudos vencimentos dos respectivos gestores públicos não estão compatibilizados com a realidade económica do país. Vai daí que entendo que muitos deles devam aceder à consequente avaliação e redução das suas remunerações, fazendo por isso parte da solução e não do problema do endividamento público. É fundamental que um Estado que tenha contas deficitárias, que tenha sido socorrido por ajuda externa e aumentado as contribuições dos contribuintes, se sinta no dever moral e não só, de dar o exemplo no rigor e na moderação da gestão do erário público. O acto de alienar as suas participações em empresas privadas ou simplesmente privatizar outras, não encerra o problema da moralidade dos salários excessivamente altos que ainda financia despudoradamente...até porque muitos dos gestores públicos ainda no seu cargo, contribuiram para o aumento do défice e não para o desejável oposto.
terça-feira, abril 26, 2011
Palavras tão simples e tão difíceis de absorver!!
«A questão central do país não é o défice, mas sim a economia. O défice não é mais do que a consequência de não haver um plano de desenvolvimento económico.» Murteira Nabo, in "Público" 25 de Abril de 2011.
quarta-feira, março 23, 2011
sábado, junho 26, 2010
(in)Justiça Fiscal do PS
Depois das atribulações recentes acerca do défice público português e do próprio endividamento externo nacional, resolveu o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos que os portugueses teriam de fazer novos sacríficios em prol da tão almejada, mas simultaneamente alienada saúde das finanças públicas. Diz que os mais desfavorecidos terão mais mecanismos de defesa face a essas imposições morais e fiscais de reduzir o défice público português, comparativamente com os mais abastados. Mas também dizia juntamente à priori com o 1º-Ministro que não aumentariam os impostos!! E por isso e, só por isso, consigo compreender a vergonhosa política fiscal levada a cabo por este desgastado, incompetente, arrogante e traficante(no sentido de exercer tráfico de influências sobre cargos da mais alta magistratura da hierarquia do Estado e até de empresas com sua participação) Governo. Onde é que há justiça fiscal quando todos os 3 escalões de IVA (5, 12 e 20%) sofrerão um aumento de 1%. Onde é que há justiça fiscal quando um Governo aumenta pela mesma percentagem todos estes escalões, sabendo que os produtos que beneficiam da taxa mais baixa, são considerados produtos de 1ª necessidade? Se fizermos bem as contas, o aumento do IVA de 1% para os vários escalões, representa valores bem diferentes no peso que doravante passará a ter nesses mesmos produtos. Ora 1% de 5, representa um aumento do IVA de 20%, enquanto que 1% de 12, representa um acréscimo de 8,33% e, por fim, 1% do último escalão, associados a produtos de luxo e sumptuários, equivale a um aumento efectivo de 5% do IVA. Ora onde está a justiça fiscal do Partido Socialista? Como quer explicar aos portugueses que quem vai ser mais penalizado e sacrificado é quem tem mais dificuldades, enquanto quem consume produtos considerados de luxo vem um aumento menos significativo no seu talão de compras!! Não poderia o Governo isentar de aumento o 1º escalão, dos 5% e, para contrabalançar, aumentar o valor do IVA do 3ª escalão, dos 20% para 2%, por exemplo?
Injustificável, simplesmente!!
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