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quarta-feira, setembro 09, 2015

Do Alentejo para África [Cacuaco]



A Associação Alentejo de Excelência, associação de defesa e valorização da região alentejana, tem em curso mais uma iniciativa de solidariedade social. Assim este fantástico núcleo de gente voluntariosa e empenhada num mundo mais justo e harmonioso, propõe-se a ajudar a Biblioteca Santa Isabel, situada no município de Cacuaco (Luanda - Angola) com a entrega de todos quanto queiram colaborar neste evento em Portugal, de livros técnicos, gramáticas, material escolar, livros infantis, um computador e uma pequena impressora.  Obviamente que os recursos não são abundantes e a iniciativa tem um alcance modesto, no entanto com a vontade de todos, é possível ajudar as crianças e jovens deste município angolano a terem uma vida com mais sonhos e melhor conhecimento. Enquanto membro desta associação congratulo-me com a excelente iniciativa de colegas que em boa hora alargaram o espectro de acção da nossa associação até ao povo irmão de Angola. E para todos que estejam por perto (isto é, na localidade acima referida), podem deixar o material doado nos pontos de recolha referidos.
Em Angola estará um colega da nossa associação que reencaminhará devidamente estes recursos para a entidade seleccionada para esta campanha.
Participem!!



sexta-feira, janeiro 03, 2014

Nova oportunidade de negócio para Zédu!

Com a anunciada criação de um novo projecto editorial em Portugal, designado por Observador, segundo consta da autoria de António Carrapatoso, Alexandre Relvas, João Talone, Filipe de Botton e Luís Amaral sugere-me automaticamente uma reflexão muito superficial. Ainda que o seja não me coibo de fazer as minhas deambulações, aliás muito próprias de opinião independente publicada neste blogue. Assim, confesso que este projecto editorial me deu imensa vontade de o plagiar, assim tivesse eu uns milhares de euros, para depois vir diariamente ou semanalmente a público contestar o regime angolano e seus desvarios milionários de novo-ricos e que os irritasse o suficiente para que depois me viessem comprar o meu pasquim por uns milhões de petrodólares. Parece garantido em  Portugal que o regime angolano à falta de pluralidade democrática em Angola e de liberdade de opinião e de informação, pretende por cá conquistar/comprar toda a imprensa de modo a ter idênticos resultados. Ora como o português é danado para o negócio, isto parece-me ser um investimento com retorno imediato e exponencial. A má notícia para Angola e Zédu é que se a moda pega, qualquer dia em Portugal somos todos jornalistas e acabamos por ter o melhor rácio do Mundo em jornalistas/jornais/leitores.
Seja como for e ironias aparte, desejo os maiores sucessos a este novo projecto recheado de bons empresários, que espero futuramente acompanhados de bons jornalistas, para que o sucesso seja garantido e sejam efectivamente não um 4º poder mas um contra-poder. Serei certamente um observador da sua linha editorial.

terça-feira, abril 23, 2013

Novas sobre a corrupção em Angola

Parecem existir novidades sobre o envolvimento de elites governamentais e do MPLA em Angola em crimes económicos. Louvo a iniciativa do cidadão angolano Adriano Parreira pela sua incansável demanda pela justiça no que toca aos agentes políticos e governamentais de Angola. Deixo aqui a ligação para a notícia publicada hoje no jornal Público.
Deixo também aqui a ligação para a associação angolana que tem estado no epicentro desta intensa batalha, a Associação Mãos Livres.
Em jeito de conclusão gostaria de ver se também neste caso o senhor José Ribeiro, director do Jornal [do regime]de Angola que tanto tem atacado a justiça portuguesa e os seus agentes por terem investigado algumas personalidades angolanas, se vai atirar à justiça suiça por ingerências desta junto dos intocáveis que lhe pagam o salário ao final de cada mês?

quarta-feira, fevereiro 27, 2013

Passos largos pela Lusofonia [A Bola]

Cortesia jornal A Bola


Não é facto inédito, nem será a derradeira oportunidade de acentuar as relações lusófonas entre países com tanto em comum. Aliás, o mundo global do século XXI tem o ensejo de reaproximar blocos linguísticos que se tornarão inevitavelmente blocos económicos de relevância internacional. Felicito o jornal A Bola por esta epopeia e desafio empresarial que certamente vingará pela qualidade do seu trabalho e pelo interesse que o povo moçambicano tem tanto no desporto, como pela sua linha editorial e até pelo próprio interesse e conhecimento do desporto luso. Já com a experiência angolana parece ter frutificado esta aposta!!
Agora fica ainda mais uma vez o alerta para os responsáveis governativos para a defesa intransigente da nossa Língua Portuguesa, tanto pela sua correcta aplicação no nosso país e sua valorização entre portas, bem como pela sua conveniente projecção internacional, seja por via de maior dinâmica da CPLP, seja por uma política concertada com congéneres lusófonos junto das organizações internacionais (UE, OMC, ONU, OCDE, OTAN, UNESCO, etc) para acelerar a oficialização do português enquanto língua de trabalho nesses respectivos órgãos.

sábado, janeiro 26, 2013

Isabel dos Santos, a bilionária [cleptocrata] angolana

Soubemos muito recentemente que a filha de José Eduardo dos Santos, aquela que compra tudo o que mexe em Portugal, é a mulher mais rica de toda a África. Os portugueses em geral adoram os angolanos e neste caso de crise aguda que vivemos agradecemos toda a solidariedade fraterna que possamos ter ainda para mais de um povo irmão que consideramos o angolano. No entanto, e aqui falo por mim, já não agradeço tanto a "solidariedade" de alguém que enriqueceu sem sabermos como, pois o seu único CV é ser filha de Zédu, o perpétuo presidente de Angola e que parece que num tique de ressabiamento colonialista, quer agora comprar Portugal a todo o custo. Aliás, mais seriamente todos sabemos que toda a diversificação dos seus investimentos em Portugal, além de pretender diversificar e dificultar os conhecimentos sobre o seu património e de ampliar os seus bens fora de Angola caso o clâ Dos Santos caia em desgraça, pretende igualmente calar a pouca oposição e informação que vai havendo do regime autoritário de Zédu que acontece precisamente pela mão dos meios de comunicação social portugueses. Comprando todos, espera Isabel dos Santos e toda a elite angolana que gira em torno do Governo, calar as ténues denúncias que vão surgindo na imprensa internacional sobre o regime autoritário e cleptocrata de Angola. Ao povo angolano sobra a mais profunda solidariedade portuguesa por viveram sob um regime ditatorial que cala quem a si se opõe e submete quem se indigna e contesta a sua legitimidade governativa. Certamente que o povo angolano em mais uma prova de grande maturidade cívica não ficará indiferente a mais esta notícia que apenas e só vem confirmar a magnitude da fortuna ilegítma de uma filha da ditadura angolana. Ninguém discute a evolução económico-social que o país vem vivendo nestes últimos tempos, mas outra coisa não seria de esperar de um território quase infinitivamente rico e com créditos provenientes do petróleo abissais que ninguém consegue escrutinar seriamente com respectivas contas!! 

domingo, setembro 09, 2012

Exemplo de Patriotismo? Eis uma pequena lição.

Enquanto em Portugal grandes empresas e empresários, vão engrossando os seus lucros não obstante o clima económico de grande aperto e dificuldades financeiras, muitos transferindo mais valias para o estrangeiro para evitar a tributação no nosso sistema fiscal, ou investindo noutros países onde podem usufruir de mão-de--obra barata, ou negociando com Estados-Pária(Angola) para mero aproveitamento económico-financeiro, em Espanha uma actriz de reconhecida notoriedade mediática, de classe média-alta aproveita esse estatuto social e condição económica para ajudar os seus concidadãos a melhorar a conjuntura actual de Espanha. Replicando este modelo por outras tantas centenas de espanhóis, muito mais facilmente o país sairá do buraco em que se colocou. Não fosse já pela sua profissão reconhecida mundialmente, ficaria igualmente nos escaparates da história recente de Espanha pela sua atitude mobilizadora, pioneira, devota para com o seu país e servindo de estrela-guia numa sociedade ávida de referências e de exemplos.!! E o curioso é que proporcionalmente, a Espanha não enfrenta uma emigração dos seus desempregados e jovens tão alta quanto Portugal, o que poderá significar que estes encararam o "touro de frente" e se preparam para debelar esta momentânea crise ficando onde fazem efectivamente falta. E por essa via as crises noutros países como em Espanha são circunstanciais, enquanto em Portugal são estruturais e eternas. No nosso país não temos classe média, não temos classe reinvidicativa e intelectual, não temos classe política, não temos classe económica e financeira que nos possam fazer valer em momentos de apertos como o de agora. Apenas vamos tendo Troikas que nos colocam as contas em dia, até que sucessivos governos a posteriori façam questão de ir depauparando para suscitarem novas vindas destas entidades que nos vão tutelando periodicamente. Não nos esqueçamos que desde o 25 de Abril, já tivemos 3 visitas deste género e se tivessemos políticos patriotas, nunca chegaríamos a este ponto de Estado de Necessidade.
 

sábado, dezembro 10, 2011

Por falar em economia e Angola...

 recomendo vivamente este artigo do professor Manuel Ennes Ferreira do ISEG sobre a temática associada a Portugal enquanto possibilidade para sair desta crise. A ler!!

sexta-feira, dezembro 09, 2011

Novo Rumo na vitalidade angolana

Foi lançada muito recentemente uma nova marca editorial do grupo Impresa, destinada essencialmente aos assuntos económicos em África e, em particlar de Angola. Essa aposta só pode ser mais um claro indício de que o país atravessa uma fase de grande estabilidade e pujança económica, frutuosa inclusivé para o mercado da comunicação social. Parabéns e sucessos para a revista de especialidade  Rumo - Busines Intelligence.

segunda-feira, novembro 07, 2011

Um passo de gigante entre Portugal e Angola

Recentemente o Ministro dos Negócios Estrangeiros esteve em Angola para celebrar 2 acordos com o seu hómologo angolano. Assim, o Dr. Paulo Portas celebrou com o ministro angolano Georges Chicoti um acordo para vistos de curta duração e outro para vistos de trabalho.
Tomando posse o presente Governo a 21 de Junho, teve o seu Ministro dos Negócios Estrangeiros a primeira visita oficial a Angola no mês seguinte à sua tomada de posse (juntamente com outros dois lusófonos, Brasil e Moçambique), sinal clarissímo da importância que este país irmão  tem nas relações internacionais de Portugal.
Desta curta mas produtiva viagem, resultou a agilização do processo de vistos entre Portugal e Angola, há demasiado tempo por resolver. Assim, relativamente aos vistos de curta duração, os mesmos terão uma duração de 90 dias por semestre, logo até 180 dias por ano e entradas múltiplas (ou seja, cada cidadão poderá sair e voltar a entrar no mesmo país com o memso visto desde que esteja dentro da validade). Rápidas e aparentemente simples medidas que terão uma forte repercussão na internacionalização da economia portuguesa, na prospecção de mercados, no desenvolvimento das relações das empresas e ainda na condução de negociações de projectos de investimento. Este acordo tem um prazo de 8 dias para a concessão dos vistos.
O 2º acordo, sobre os vistos de trabalho,  contemplou o aumento da sua duração, de 1 para 3 anos e a possibilidade de múltiplas entradas. ESte acordo tem um praqzo máximo de 30 dias para a concessão dos citos vistos.
Estes dois acordos terão uma validade de 5 anos, automaticamente renovável.

Importa ainda aduzir a esta pequena nota alguns dados que são relevantes para o tema em questão:

Portugal exportou 870 milhões de euros para Angola[2010]
Angola exportou 325 milhões de euros para Portugal[2010]
Existem cerca de 7 mil empresas portuguesas que trabalham directamente com Angola
Residem em Angola cerca de 120 mil portugueses
Residem em Portugal cerca de 30 mil angolanos

Dito isto, parece justo dizer que temos finalmente um MNE que faz juz ao seu nome e previligia as relações económicas entre Portugal e os seus parceiros e que pertence a um Governo para ouvir e auscultar os seus cidadãos e resolver dessa forma os seus problemas e apoiá-los no seu empreendedorismo e no seu esforço para contribuir para o futuro do país.




terça-feira, maio 03, 2011

Novas de Angola: Zedu receoso

Estas últimas de Zedu, provocam-me algumas dúvidas e questões. Diz o quase monarca angolano que estas movimentações e arbitrariedade são mais facilmente ensaiadas em África porque o povo está dividido. Pergunto porquê? Porque será que África ainda vive tamanha pobreza com abundantes e ricas matérias-primas transaccionadas para todo o mundo? E porque será que existem sempre clivagens político-sociais muitos vincadas nestes estados? Terá algumas a ver com o fosso entre políticos milionários e povo a viver na miséria? Será inocente esta preocupação de Zedu ou estará meramente interessado em abafar novamente o espírito crítico que existe em Angola em torno da sua governação e autocracia? Não será irónico Zedu falar em neocolonialismo dos tais países industrializados ocidentais, para a usura das matérias-primas africanas, quando em grande medida ele próprio estimulou este modus operandis das potências ocidentais para se libertar do jugo português, através do armamento que ia recebendo em troca de favores e aumento de protagonismo e relações comerciais entre Angola e esses países? Os EUA doo há minaram o petróleo angolano por acaso? Não será o problema de Zedu ter-se apercebido que neste mundo nãamigos/aliados e que, à semelhança do outrora parceiro Kadafi que agora viu essas potências puxarem-lhe o tapete após décadas de ditadura líbia, ele está na eminência de ser descartável, assim o expresse soberanamente o povo angolano? 

segunda-feira, abril 25, 2011

Para Angola e em força?

Posted by Picasa 

O professor universitário, Manuel Ennes Ferreira, não dando essa máxima como inusitada, lembra uma série de imbróglios que devem ser solucionados para este fado se concretizar, na firme ideia de criar sinergias em ambos os lados destes lusófonos países. 
Eu é que enquanto leigo em matéria económica, julgava que a expressão seguida era  inversa: «Para Portugal e em força». Não é que tenha alguma coisa contra os capitais angolanos, desde que sejam oriundos de toda a legalidade, julgo nem terem nada a opôr o Benfica, o Belenenses, a EDP, a Zon, a GALP, o BCP, o BPI...
 O caricato é que qualquer dia, ainda que em parte o para Angola e em força querer tornar-se uma realidade a curto prazo, no sentido de querer resgatar a economia nacional do buraco (sem fundo?) em que caiu, alavancando as exportações portuguesas, notamos sim que essas exportações são essencialmente realizadas por empresas nacionais qb, ou seja, onde os capitais estrangeiros e, nomeadamente angolanos são maioritários. Não que veja necessariamente mal nesta ironia, mas sempre ouvi dizer que quem vive bem, está de saúde e se recomenda é quem está comprador, ora as empresas nacionais estão cada vez mais vendedoras...Mas enfim, volto ao início, palavras de leigo!!!

domingo, outubro 17, 2010

IV República

Já não é com militares que vamos lá. Teremos que ser nós a lutar!!
O país so terá futuro com as gerações mais velhas a deixarem de acreditar que a geração das proprinas e das pga´s não era a geração rasca. Pois, na verdade, é essa a amorfa classe que vai vivendo alienada, como que incólume a esta convulsão social e degradação política, quando ao invés, era quem teria de rasgar o actual fado de que temos padecido.Não são os lutadores de Abril que terão que fazer a nova República. Esses já tiveram as suas conquistas. Nós, apesar de educados numa sociedade da oferta, do consumo e do facilitismo, temos que saber dar valor à vida, às dificuldades e ultrapassá-las com sabedoria e empenho. Temos que ser nós a mostrar que não somos as ovelhas obedientes e estupidificantes que os vários governos nos quiseram formar e que temos capacidade, tenacidade e sobretudo desejo de tomar o rumo deste país chamado Portugal. Quando Homem sonha, a obra nasce, já dizia o poeta...pois então sonhemos poder mudar o destino desta nossa pátria, não fiquemos sentados no sofá a ver na TV o que se passa lá fora...já chega de conformismo!!! Estou optimista porque sei que este caduco regime irá cair de podre... mas a maioria dos portugueses não poderá ficar à espera que ele cai, quando sabe que está preso por um fio na árvore!! A IV República é cada vez mais uma realidade e os portugueses começarão a querer fazer parte dessa mudança e a desejar ser protagonistas dessa mesma obra. Deixarão de se limitar às críticas na imprensa, no café, nos blogues, nas redes sociais, e passarão a outra fase, da acção, da reposição da liberdade e da democracia em Portugal. Já constatámos que, não obstante décadas de denúncias de corrupção, de escândalos, de promiscuidades entre o poder político e o poder económico, esses sectores não alteraram o seu comportamento, passando um atestado de incompetência aos portugueses que se alienaram à indignação perante tais actos. Como se não bastasse, ainda nos pretendem mais ordeiros e menos expeditos, dando-nos o rebuçado da educação, formação e habilitação com programas a la carte tipo Novas Oportunidades. Mas enganam-se aqueles que confiaram que a geração que designaram de rasca e individualista, à semelhança das gerações mais novas da sociedade ocidental, ficaria impávida a aguardar pela delapidação do país. 800 anos de história e muito sofrimento permeio, dão um enorme poder de encaixe, mas simultaneamente capacidade de intervenção in extremis, para resgatar o país das trevas em que episodicamente algumas elites o teimam colocar.
Não haverá um revolução de Esquerda ou de Direita, haverá sim uma Unidade Nacional na contestação pela Dignidade de Portugal e pela Esperança no seu Futuro. Esse argumento é muito mais forte do que tudo aquilo que separa activistas políticos e todas as corporações/associações/instituições que se vêm agora, mais que nunca ameaçadas pelo sufoco financeiro e institucional em que este Governo nos colocou.
Terminando e, repetindo-me novamente, teremos de ser nós a empreender esta façanha, pois não é, obviamente o FMI e a UE que trarão novos ventos de mudança para Portugal. Aquilo que eles nos têm para oferecer são medidas avulsas e pontuais, nunca a panaceia dos nossos males. A mentalidade entranhada na nossa sociedade, que nos esmaga, nos agrilha, só poderá ser alterada se vier de dentro, da vontade expressa e inequívoca do povo português. Se este está saturado, e bem sei o paciente que sabe ser, deste status quo, é a ele que caberá esse ónus de protagonizar a mudança. A UE e o FMI dar-nos-ão o remédio habitual e temporário, divisa, nunca nos darão uma mentalidade diferente da que temos tido até à data. Tivemos as matérias-primas da costa ocidental africana, tivemos as especiarias da Índia, o ouro do Brasil, o petróleo e os diamentes de Angola, os QREN´s e agora não temos mais nada onde nos encostarmos. Só cresceremos quando deixarmos de pedir o peixe e quisermos aprender a pescar e é esse o desafio que faço aos portugueses ávidos de mudança. Não deixem mais que a classe política portuguesa brinque com a nossa dignidade e ponha em causa a nossa inteligência.


«O lugar que ocupamos é menos importante do que aquele para o qual nos dirigimos .»
Léon Tolstoi 

quarta-feira, outubro 06, 2010

História Desconhecida de Angola - Nito Alves

Para muitos portugueses e, até angolanos, a história da independência de Angola é-lhes desconhecida e padeceu de muitos sobressaltos iniciais, muitos dos quais vividos em pleno período de Guerra Fria. O episódio de Nito Alves e da tomada de poder de 27 de Maio de 1977 é um desses exemplos!
Admito que esta página seja uma perspectiva parcial ou mesmo de certa forma adulterada da verdade histórica, no entanto tem alguma coerência no defender do lado que perfilha, pelo que valerá a pena certamente lê-la! Como sou um indefectível da lusofonia e da história dos povos lusófonos, aqui deixo a ligação ao sítio da Associação 27 de Maio para os mais tentados a aprofundar um pouco da história da independência de Angola.

sábado, janeiro 02, 2010

2010 - Um ano de futebol

O presente ano será um ano em cheio para o futebol. Temos um Campeonato Africano de Futebol e um Campeonato Mundial. A curiosidade é que ambos se realizarão no continente africano!
Todas as atenções, de Janeiro a Julho, concentrar-se-ão na chamada África Austral, concretamente, em Angola e na África do Sul.
Para os mais interessados, aqui ficam as ligações aos endereços oficiais das supracitadas edições:

CAN2010

SOUTH AFRICA 2010