Mensagens populares

Mostrar mensagens com a etiqueta Democracia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Democracia. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, setembro 03, 2015

Subscrição pela restauração do Iº de Dezembro

Ocasionalmente vou reincidindo nesta temática por me ser muito especial. Como alentejano e como português patriótico e apreciador da sua história, cultura e identidade, parece-me inteiramente justa a reposição do feriado Iº de Dezembro que celebra a Restauração da nossa Independência. Este era o feriado dos feriados e como tal parece-me de todo inusitada a extinção do mesmo, ainda para mais vindo de partidos de centro-direita, tradicionalmente mais atentos aos valores históricos e morais de uma nação.
Como o feriado, findos os 4 anos da legislatura PSD-CDS se perdeu, não obstante a saída da Troika, o Movimento Iº de Dezembro, organização apartidária e cívica tenta por variadas formas repor a justiça. Assim, e como orgulhosamente faço parte deste movimento, promovemos uma petição na rede que visa arregimentar um número significativo de assinaturas de cidadãos portugueses para sensibilizamos o nosso Presidente da República e Deputados da Nação.
Quem se quiser juntar à nossa causa, pode aceder a esta página e assinar a nossa petição.
Desde já agradeço a todos quanto se solidarizaram e solidarizarão com esta nobre causa.

terça-feira, setembro 09, 2014

Tribuna do Alentejo [Imprensa Regional]

Não sei se os caros leitores já conheciam este novo órgão de comunicação social do Alentejo, mas para mim é de certa forma uma aprazível novidade ter contacto com a Tribuna do Alentejo. Gosto do formato disponibilizado na rede, num grafismo sedutor, e numa linha editorial fresca e acutilante, que transporta para a ribalta o dinamismo crescente do nosso Alentejo, seja no empreendedorismo jovem, seja pelo crescente aparecimento de novas oportunidades e negócios na região. Saúdo os seus promotores pela excelente iniciativa de dar mais voz ao Alentejo, e tornar esta vasta região mais ouvida e esclarecida para e por quem nos deve governar.
Termino deixando aqui plasmado o seu estatuto editorial que subscrevo por inteiro:
  1. O Tribuna Alentejo é o site noticioso atualizado diariamente, em língua portuguesa, que publica informação local e edita trabalhos publicados por jornais internacionais de referência, bem como por  órgãos  de  comunicação  mais afastados  dos  circuitos  comerciais  locais  e  mundiais  de informação.
  2. O  Tribuna  Alentejo  está  comprometido  em  fornecer  aos  seus  leitores  informação  rigorosa, plural e diversificada, rejeitando o  sensacionalismo e respeitando a esfera da  vida privada dos cidadãos.
  3. O  Tribuna  Alentejo  identifica-­se  com  o  modelo  de  sociedade  democrática  preconizado  pela União Europeia, respeitando não só a livre concorrência como também os direitos do Homem e as conquistas civilizacionais da vida em democracia.
  4. O  Tribuna  Alentejo  faz  as  suas  opções  editoriais  com  base  em  critérios  de  atualidade, procurando novos prismas para a sua apresentação ao leitor.
  5. O  Tribuna  Alentejo  rejeita  a  informação  normalizada  por  correntes  de  opinião  e  interesses dominantes, sejam eles religiosos, económicos, políticos ou mediáticos.
  6. O Tribuna Alentejo procura oferecer aos seus leitores um olhar independente sobre o que os rodeia sem pretender impor-­lhes uma visão do que os rodeia.

domingo, junho 29, 2014

Atento ao Observador

Pois é meus amigos, parce que temos um novo jornal (exclusivamente em versão electrónica) que veio para ficar entre o panorama jornalístico nacional. Chama-se ele Observador, nasceu em Maio passado e assume-se como um novo jornal do século XXI. Tem um estatuto editorial que me convence na integra e por tudo isto, aliado a uma imagem acessível e grafismo apelativo, serei nos próximos tempos seu leitor assíduo. 

Deixo aqui um excerto do seu estatuto editorial -

 «O Observador é um jornal diário online, independente e livre.
O Observador procura a verdade e subordina-se aos factos. Nunca nos deixaremos condicionar por interesses partidários e económicos ou por qualquer lógica de grupo. Somos responsáveis apenas perante os nossos leitores.
O Observador não perfilha qualquer programa político mas tem um olhar sobre o país e sobre o mundo.
O Observador assume os princípios fundadores da Civilização Ocidental, derivados da antiguidade greco-romana do Cristianismo e do Iluminismo.
O Observador orienta-se pelo princípio da dignidade da pessoa humana e pelos valores da democracia, da liberdade e do pluralismo.
O Observador vê com ceticismo as utopias dirigistas e prefere as mudanças graduais, susceptíveis de teste e de correcção.
O Observador coloca a liberdade no centro das suas preocupações e defende uma sociedade aberta, com instituições respeitadoras da lei e dos direitos individuais. Acreditamos que o desenvolvimento harmonioso tem de ser inclusivo e não deixar ninguém para trás.
O Observador quer contribuir para uma opinião pública informada e interveniente. Valoriza a controvérsia e a discussão franca e descomplexada...» [para consulta integral do estatuto, clique aqui]

sexta-feira, novembro 22, 2013

Mário Soares vs. Cavaco Silva



Meus senhores resolvam-se por favor!! E deixem de nos incomodar com os vossos dislates, invejas, arrogâncias, incompetências e irresponsabilidades. Era um favor que faziam à nossa Democracia.

sábado, setembro 21, 2013

Serviço Público [Recenseamento Eleitoral]

Para quem ainda tem paciência para votar nos nossos políticos, porque felizmente não são todos (ainda) iguais, deixo aqui a ligação para o respectivo endereço do Ministério da Administração Interna onde podemos aceder aos nossos dados para confirmar o acto eleitoral, marcado para o póximo dia 29. Assim, basta clicarem aqui, que dão directamente ao sítio do recenseamento eleitoral. Basta depois dar o número do cartão de cidadão e a data de nascimento e voilá!
Simples e rápido!!

quarta-feira, dezembro 05, 2012

Estivadores: a lança em África do PCP...

para estimular o clima de agitação económico-social por que o partido comunista tanto anseia para retirar os seus dividendos políticos e fazer a ladainha de sempre junto do eleitorado. No presente momento, o acentuar do clima generalizado de descrédito pela classe política, de intolerância perante austeridade, de exasperação perante o Governo e a Troika é aproveitado indecentemente pelo  PCP numa política de terra queimada (expressão tão querida por aqueles verdadeiros patriotas) para cavar ainda mais o fosso entre a sociedade portuguesa e a sua eleite política, sendo que o PCP se arroga no direito de ser diferente e de pretender ter a equidistância suficiente para poder ser alternativa ao governo do país. Mas encobertamente ou não, faz o jogo sujo do boicote ao país e à sua retoma económica, apertando o cerco ao único item da nossa balança económica que ainda funcionava, as exportações. Pretende o PCP delapidar completamente o tecido económico e a nossa capacidade de resiliência face às adversidades económico-financeiras para surgir como o salvador da Pátria e, quiçá numa jogada arriscada, tentar subverter o actual regime democrático vigente??

sábado, setembro 22, 2012

No amanhã mandamos nós.



 

No meio de todo este caldo social que parece prestes a transbordar, só há algo que merece uma pequena discordância minha. Concordo naturalmente e compreendo mesmo todas as manifestações que se têm seguido às sucessivas ripadas fiscais e salariais de que os portugueses têm sido alvo pelo presente Governo. Compreendo e concordo que quem falhou rotundamente nos seus compromissos ao não conseguir reduzir o défice como estava previsto e ter falhado todas as suas previsões económicas foi o actual Governo. Concordo que os portugueses tiveram não apenas agora, mas sobretudo agora uma paciência de santo para as tais investidas de austeridade ordenadas por Passos Coelho em função do que o seu Governo fez para alterar a actual conjuntura. Mas não concordo que se censure apenas o actual Governo ou que se coloque a tónica do problema nele. Falharam sim, sem dúvida, mas como antes falhou cabalmente Sócrates, como antes fez trapalhadas Santana, e como antes fugiram Barroso e Guterres. Defendo sim neste contexto a reprovação de toda a nossa classe política, pela sua mediocridade, pelo seu lascismo, pela sua avareza, pela sua soberba e demais pecados mortais. Tivemos uns políticos que se deixaram iludir pelo poder e suas benesses, outros que nada dele entendiam mas que foram à boleia por pagamento de fretes, e outros ainda que estando por “convicção ideológica” em nada contribuíram para elevar o grau de exigência na governação, fazendo o jogo político que deu azo a esta ebulição social e descontentamento generalizado. Mas não tivemos políticos com sensibilidade para aferir do estado da Nação e que soubessem antecipar os problemas para lhes dar melhor solução. Chamaria a isso visionarismo e estadismo, algo que temos em grande défice, há muito tempo! E se, confesso, nunca esperei grande coisa de um garoto recém-formado na “escola do crime” da política, ainda depositei algumas esperanças no seu parceiro Portas pelo seu passado político. Mas enganei-me cabalmente. Portas não compreendeu que depois de ter reprovado conjuntamente com Passos Coelho o PEC 4 de Sócrates e de os eleitores e portugueses lhes terem dado alguma tolerância para imporem novas medidas de austeridade em função das periódicas visitas da Troika e do evoluir do quadro económico do país, a sua (de Portas e Passos) margem de manobra para governarem o país era nula. Não havia como ou porque falhar. Os portugueses com o 12 de Março de 2011 fizeram um claro aviso à navegação que Coelho e Portas negaram ler nas entrelinhas. Convenhamos que doravante em ano e meio de governação da coligação houve demasiados erros, muitos de falta de comunicação, outros de falta de sensibilidade, outros mesmo de falta de capacidade, que fizeram transbordar o copo da paciência lusa. Quando Passos Coelho faz a comunicação ao país no malogrado dia 7, deitou para trás das costas tudo aquilo que tivera corrido mal com o seu Governo como se os portugueses tivessem de carregar novo fardo sem barafustar um mínimo de desagrado. Enganou-se e Portas viu a bombar explodir dentro de casa sem que tivesse ouvido o tilintar do seu relógio. Esqueceram-se ambos dos casos Relvas, da polémica EDP, do problema das Secretas, do reavivar caso dos submarinos de Portas, das nomeações políticas, das afirmações mais insensíveis como aquelas da emigração ou do português piegas, do problema crescente do desemprego, etc… Ou seja, Portas e Coelho tinham em mãos um já longo historial a juntar aos constrangimentos sócio-económicos provenientes do mandato de Sócrates para que de ânimo leve, após se ter tido conhecimento que as previsões do défice orçamental apontavam para o incumprimento do estabelecido inicialmente, a anteceder um jogo da selecção nacional pudessem arriscar lançar uma bomba social como aquela proferida por Passos coelho no fatídico dia com nova dose proferida por Vítor Gaspar três dias depois. Toda esta retrospectiva marcaria a explosão contestatária marcada para os dias seguintes.
Compreendo, dito tudo isto a revolta de todos os compatriotas e mesmo a sinto na mesma de igual modo. Apenas discuto a alternativa política no momento (não vejo que os portugueses queiram novamente o PS e nem coloco a questão do PCP ou BE), a inusitada instabilidade governativa de que temos sido pródigos nos últimos anos onde os governos não terminam os seus mandatos, ou o risco de partirmos para convulsões político-partidárias da República velha (Iª República) pelo aprofundar das tensões entre os partidos e dos consequentes aproveitamentos políticos retirados dos movimentos populares recentes.
Além de tudo isto, gostaria que tudo aquilo que temos para exigir a um Governo o façamos agora obrigando-o a entender o desígnio e a vontade popular. Esperar pela eterna solução da alternância do poder com os mesmos partidos a repetirem soluções antigas não nos fará bem algum. Está na hora de os obrigarmos a terminarem os seus mandatos mas absolutamente escrutinados por nós. Assim se negamos a subida da TSU, se nos parece inabitável Relvas neste Governo, se achamos que o combate contra o Desemprego deverá ser mais vincado, se entendemos que Passos Coelho deve dar um murro na mesa da Troika, deveremos encetar uma cidadania mais activa e co-responsável com os governos que colocamos no poder. Isto é um imenso aligeirar das nossas responsabilidades e, ao invés, ao tomarmos o pulso do país, obrigando, coagindo mesmo o Governo a marcar o seu discurso em absoluto interesse dos seus cidadãos, obrigamo-lo a ser responsável, patriótico, dinâmico e criativo. O contrário é um cheque em branco para que possam governar sem rumo sabendo que o que lhes pode suceder é saírem um pouco mais cedo do que inicialmente previram. O que quero é sobretudo moralizar a classe política, para que o seu modus operandis se vá toldando para uma melhor governação no futuro. Sacudir a água do capote, ou melhor, empurrar a poeira para debaixo do tapete não resolve nada! Por tudo isto é que arrisco dizer que estas manifestações podem não ser tão inocentes e espontâneas quanto seria desejável. Mas mesmo assim, no amanhã mandamos nós…

quarta-feira, janeiro 11, 2012

Malam Bacai Sanhá - Um epitáfio

Ao homem que sempre tentou independentemente das circunstâncias do país, congregar todas as várias sensibilidades existentes na Guiné-Bissau para que se concretizasse um país, pela via da democracia, da ordem constitucional, do fuincionamento das instituições públicas e da solidariedade lusófona, apenas posso pedir a Deus que guarde a sua alma e aos homens que sigam os seu exemplo. Sabendo que na Guiné-Bissau a instabilidade política e constitucional eram uma constante, soube inverter essa tendência pelos seus auspiciosos virtuosismos pessoais tentando viabilizar um país que quase sempre foi tido pela comunidade internacional como uma simples miragem. Que Malam Bacai Sanhá sirva de elemento inspirador à classe política guineense vigente e na melhor homenagem que lhe poderiam prestar, tornem o seu sonho uma realidade.

domingo, março 13, 2011

Um sobressalto cívico ou o renascimento de uma geração?

Cavaco Silva após um diagnóstico avassalador do país, como que reconhecendo a legitimidade dos portugueses, exortou a geração mais jovem, aquela que tem sido mais permeável às vicissitudes do  mercado de trabalho em Portugal, de ter um sobressalto cívico. Parece-me justo dizer que algo se passou hoje por todo o país e, nada mais ficará igual doravante. Cerca de 300 mil  indignados, entre jovens e menos jovens, manifestaram-se nas ruas das cidades portuguesas, lutando por um futuro melhor, mais esperança, mais dignidade dos politicos e mais segurança na sua vida profissional. Infelizmente essas condições tem-nos sido negadas em gande parte consequência da incompetente liderança dos sucessivos governos de Portugal nas últimas décadas. E isto deverá ser feito incontáveis vezes, até que a opinião pública o propale em uníssono. Os nossos governantes tem sido um fracasso absoluto e essa condição trouxe-nos mais pobreza, mais desigualdade, mais precaridade, mais esforços e, simultaneamente menos progresso, menos reconhecimento e, em geral menos optimismo e esperança no futuro. A uma geração jovem se lhe coarctam o futuro, o que sobra nas suas vidas??
Se a incapacidade latente na classe política portuguesa provinda do 25 de Abril é assim tão evidente e escandalosamente penalizadora para os portugueses, porque estes prosseguem impunes? Este Governo e alguns partidos falaram em flexibilidade laboral. Nós nem disso careceríamos para ver a expressão despedimento por justa causa proferida por qualquer trabalho menos competente. E porque aos mais altos dignatários de Portugal incompetência é virtude?
Hoje a  juventude portuguesa demonstrou que quer participar mais activamente na vida política nacional e ser a protagonista dos ventos de mudança que ecoam por cada esquina de Portugal. A geração rasca ficou para trás. A geração anestesiada pelos confortos e amparos familiares resolveu emancipar-se e partir para a luta contrariando o que muitos vinham dizendo da sua tenacidade, combatividade, resiliência e organização. Esta geração que teve de aprender a lutar, não só não soçombrou perante os ditactes e desmandos da classe política, como reencontrou o espírito de luta que, tendo sido relatado por seus progenitores, nunca tivera de fazer uso tal não era o mundo ilusório em que crescera. O dia 12 de Março será um marco na viragem do Portugal democrático pós 25 de Abril.
Obrigado Sócrates, pois deste-nos sem saber o que de melhor tinhamos escondido entre nós. O espiríto combatente para enfrentarmos uma classe política avessa à dialéctica democrática e participação popular, a arrasadora economia, um novo arquétipo de  emprego, a ausência de justiça e, em suma,  a esperança perdida. A tua posição tem-nos juntado, feito fortes. Pessoas de todos os níveis, crenças, simpatias partidárias  hoje estiveram juntas porque  sentiram que aquilo que necessitam de fazer para construir um Portugal mais justo, harmonioso e salubre, depende de si, pondo para isso diferenças em segundo plano. Evocámos a solidariedade entre diferentes sensibilidades e gerações para te pôr a ti a à restante classe política fora deste jogo que achavam ter ganho há muito tempo pela inércia e  desgaste a que sujeitavam a população portuguesa. Sentimos que a almofada das gerações mais velhas vem agarrada ao nosso colo, não para termos um sono mais tanquilo, mas sobretudo para a estender a novos públicos, a novos elementos que se queiram juntar a esta militância activa chamada CIDADANIA. Provaste-nos com toda a tua arrogância, desfaçatez, sectarismo, incompetência e manha que independentemente das clívagens que possam existir na nossa sociedade, estas são uma gota de água no oceano de queixumes e injustiças que potenciaste. Assim, saberemos construir uma sociedade  sólida e coesa para combater os fracassos e muitos dos estéreis e oportunistas Direitos adquiridos do 25 de Abril. Tentaram ofuscar a parte da Revolução que falava em Deveres e nós agora inteirámo-nos disso!!  Hoje viste presença nas ruas, amanhã assistirás a liderança!!
Por fim e, sabendo de antemão que o fizeste inconscientemente, Obrigado por vires a acelerar, passo a passo, dia após dia, uma verdadeira revolução para reerguer um país com mais de 800 anos de História. Acreditando piamente neste desfecho, parece-me razoável julgar que as eleições antecipadas no quadro que antevejo seriam um mal bem pequeno de entre o veredicto que se aproxima para a tua pessoa!! Assim,  teremos também a nossa luta, ainda que nos teimassem em fazer crer que essas preocupações já não deveriam fazer parte do nosso cardápio político. Sócrates, estás assim, DEMITIDO por toda uma geração.
Após tantas considerações e deambulações, parece-me óbvia a resposta à questão colocada no título do texto...não queremos persistir em delegar nos outros as nossas responsabilidades.