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terça-feira, agosto 28, 2012

ANPOC solidária

Desde já aqui deixo as minhas felicitações para a ANPOC -  Associação Nacional Produtores Cereais, Oleaginosas e Proteaginosas pela sua posição no que se refere aos recentes e calamitosos incêndios deflagrados na ilha da Madeira.
Desta atitude ressaltam-me algumas considerações que aqui exponho:

1º - É salutar ver que no Continente, independentemente das provocações do Governo Regional da Madeira, há gente que aposta na coesão nacional e na solidariedade territorial.
2º - A ANPOC solidariza-se com os agricultores madeirenses,  cria toda uma logística inédita na sua hsitória para poder apoiar as vítimas dos terríveis incêndios na Madeira e dá um claro sinal não apenas aos seus colegas de sector, como a todo o país no sentido de reagir prontamente e em conjunto perante a adversidade. Temos muito a aprender com este tipo de acções!
3º - Mais importante para o sector agrícola, parece-me indicativo o facto desta causa ter sido lançada no momento em que a ANPOC é liderada por um jovem agricultor. Daqui retiro uma optimista perspectiva sobre o associativismo na Agricultura Nacional, na lógica do empreendedorismo, da solidariedade e do espírito de causa e da visão do conjunto. Julgo que esta nova geração de agricultores pode dar muito mais à Agricultura do que tudo aquilo que ficou para trás e se perdeu. O dirigente Bernardo Albino deu mostras de ter  visão, acutilância, dinamismo e cooperativismo, pressupostos essenciais para que o associativismo agrícola possa verdadeiramente vingar no país. Os meus sinceros parabéns ao homem e dirigente, à ANPOC e a todas as entidades e pessoas que se solidarizaram com esta causa.

quinta-feira, julho 29, 2010

Novidade na Agricultura Nacional


Faço os mais sinceros votos que este desejo do Sr. Ministro se torne realidade a breve trecho. Até gostaria de deixar uma sugestão, como forma de credibilizar e/ou fortalecer este tão legítimo intento do Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas (MADRP) e passa por este ministério assumir perante os subsidiários agrícolas que, por cada mês de atraso no pagamento, estes últimos veriam, à semelhança do que acontece com os contribuintes da Segurança Social, cobrados juros de mora indexados à percentagem cobrada pela SS quando sucedem atrasos dos seus contribuintes.
Seria certamente esta uma prova cabal do desejo desta tutela em alterar o panorama vigente no que toca a cumprir prazos e compromissos estabelecidos com os agricultores portugueses. Ainda hoje se queixaram agricultores beirões que investiram em programas de florestamento de terrenos outrora agrícolas e que ainda não viram qualquer tranche dos subsídios que estavam contemplados nos citos programas e para os quais se inscreveram. Não só deixam de ter qualquer rendimento sobre o terreno que alocam para floresta, como nem sequer têm capacidade para efectuar limpeza regular das respectivas áreas para minimizar o risco de incêndios e potenciar o crescimento vegetal das espécies plantadas.
A ver vamos!! De qualquer forma tenho esperança que este ministro faça por cumprir a notícia publicada. Se vier reforçada com medidas que fortaleçam os direitos do agricultores, muito melhor...