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terça-feira, fevereiro 26, 2008

Ó Alberto!

Fotografia tirada do sítio do Wikipédia.
Podias fazer-me um grande favor! Sabes qual era? Que deixasses en paz o contenente, pois essa estória de constante ameaça de uma possível independência da Madeira, caso não sejam satisfeitas integralmente as tuas exigências, já está a passar um pouco dos limites.
Agora queres ser o Presidente da Madeira, é isso?
Mas que pérola é este sítio da internet do PSD Madeira. Só lamento que, Luís Filipe Meneses nada diga para pôr na ordem Alberto e seus devaneios insulares. Quiçá, fruto do excessivo clima solarengo que por aí se tem feito sentir!!
Sou portugês de convicção e orgulho-me disso. Acredito na singularidade do nosso país e na sua história e cultura como factores de coesão nacional. Não obstante isso, respeito as maiorias e as opiniões dos outros. Se a esmagadora maioria dos madeirenses me disser explicitamente que quer ser independente, não sou eu, alentejano, mas português acima de tudo, que lhes vou exigir o contrário. Portanto isso nao me faz a mínima diferença, ou pelo menos não me choca. O que já me faz diferença é a vil e bacoca chantagem usada por Alberto para atingir os seus fins. Como disse, adoro o meu país, do Algarve ao Minho não esquecendo as ilhas magníficas dos Açores e Madeira, mas não quero ver ninguém insatisfeito.
Sugiro então ao Alberto que se realmente crês nesse pressuposto e entendes que a maioria dos madeirenses está contigo nessa luta, que avances e tenhas a coragem de propôr um referendo para a tão badalada (por tua parte) auto-determinação do povo madeirense. Fica aqui o desafio! Mas, doravante respeita quem não é madeirense e quem também te sustenta, como é o meu caso, que não consigo tolerar mais este martírio permanente de uma chantagem ignóbil que teimas em fazer-nos(contenentais).
Desde a guerra da Restauração que não nos importamos muito com território muito lonquíquos da nossa alma mater. Relembro Mazagão abandonada pelo Marquês de Pombal, a Guiné Equatorial trocada por uns míseros territórios na América do sul, a Índia Portuguesa ocupada sem regateios em 1961, Timor vilmente abandonado em 1974, Macau entregue(dado) à China em 1999, etc. Como podes ver, a não ser Salazar relativamente às colónias africanas, nós não tivemos muita cobiça, nem paixão pelas terras mais distantes. Não me venhas agora com esta chantagem estéril que se queres independência realmente, podes tê-la que ninguém fará disso um drama ou uma revolução fraticída. E se é só jogo de cintura, pecas pela praxis que evidencias, denotando pouco sensatez, qualidade que se preza num político.

Electricidade Verde

Saiu recentemente um despacho conjunto dos ministérios das finanças, economia e agricultura que termina com as ajudas à electricidade para fins agrícolas e pecuários.
Parte, o Governo Português, do princípio que os agricultores nacionais já estão devidamente adaptados ao mercado único que a UE trouxe.
Gostaria realmente de saber em que é que estes governantes se apoiam para aferir estas conclusões e, se admitem isso, porque não terminam de vez com as ajudas financeiras à Agricultura e, já agora nã podiam ao menos credibilizar um pouco a política e os seus agentes, mantendo a lei, sem contudo aplicar-lhe efeitos rectroactivos desde 2006. como pretendem fazê-lo? Os mesmos políticos que em 2006 ou 2007 achavam que a lei que existia era necessária, acham hoje em 2008(despacho assinado a 7 de Janeiro de 2008) que a mesma desde 2006 estava desfasada? Não se entende estas constantes cambalhotas num processo legislativo e governativo que se quer sério, rigoroso, entendível e dinâmico para quem nele participa e dele tira partido!!
De Jaime Silva começa-se a perceber que ele percebe de tudo, nenos de agricultura e defende todos menos os agricultores portugueses!! Para quando também o fim do gasóleo agrícola?
Não deve faltar muito....esperemos para ver!!

domingo, fevereiro 17, 2008

Discurso do Desespero

Diz Menezes: "Nós vamos ter políticas coerentes" e "não fechará mais nenhum serviço público durante uma legislatura" no interior do país.

terça-feira, fevereiro 12, 2008

Assim orgulho-me.

São notícias destas que enobrecem a academia que frequentei e frequento novamente.. A universidade tem que deixar de ser um espaço vazio e inócuo de uma aprendizagem teórica, desfasada da realidade económico-social que existe em seu torno. Deve ser sim, aliás é uma das das premissas, um trampolim para o exercício de uma actividade profissional plena. E, por isso, uma universidade que exista desconectada do tecido empresarial e industrial, é um peso-morto no investimento de milhões de euros que o Estado faz em si, em cada ano.
Parabéns Universidade de Évora! Espero que este tipo de protocolos se generalizem a muitas mais licenciaturas.

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

É verdade?

É verdade os rumores que correm que Jorge Jardim Gonçalves e Paulo Teixeira Pinto são membros da Opus Dei. É mesmo verdade? «Espírito O Opus Dei ajuda a encontrar Cristo no trabalho, na vida familiar, e nas restantes actividades habituais». Estão estes dois monstros do sector fianceiro português inscritos como supranumerários da Opus Dei? Esta Opus Dei que fala em encontrar Cristo no trabalho, na vida familiar...? No jornal Agência Fianceira, fala-se em 10 milhões de euros de indemnização a Teixeira Pinto, pela sua saída e de uma reforma vitalícia de 500 mil euros/ano, cerca de 41 mil euros mês. E Jardim Gonçalves: «Jardim Gonçalves entrava para o banco assinando as condições da sua reforma e recebia ainda 2,5% do capital, dados pelos accionistas. Há dois anos, Jardim Gonçalves abandonava a presidência do BCP, recebendo perto de 50 milhões de euros de indemnização e demais condições assinadas por Pedro Teixeira Duarte.»
Suponho que estes dois ex-colossos da actividade bancária nacional, agora reformados se dediquem a causas mais meritórias do ponto de vista social. Necessariamente terão que o fazer, a ser verdade a tal questão da sua relação com a Opus Dei, sob pena de serem considerados um tanto ou quanto hipócritas.
Certamente que nos próximos tempos, verei estas duas figuras conotadas com actos altruístas e aliados a generosidades sociais pouco vistas entre o empresariado português. Com tanto dinheiro que adquiriram na sua epopeia no Millenium BPI, amealharam o suficiente para se dedicarem a causas nobres como o voluntariado, a criação de fundações para ajuda aos mais necessitados, no combate à fome, à pobreza, à doença.... Ideias não lhes faltarão concerteza.
E eu!! Eu estou ansioso para ver quais serão as primeiras acções que estes nobres senhores terão em prol daquilo que defendem na Opus Dei.

domingo, fevereiro 03, 2008

Bingo

A ser verdade o conteúdo das notícias recentemente lançadas sobre algumas medidas tomadas pelo ex-minitro do Ambiente do CDS, Telmo Correia, o Estoril-Sol teve um autêntico jackpot no caso do casino de Lisboa.
Este alegado favorecimento a uma empresa particular, sob prejuízo evidente do Estado Português é apenas, mais um caso de delapidação do património de todos nós, por autênticos agiotas que se revezam no poder, desde a suposta revolução da libertação e da democracia, ocorrida em 1974. Não posso deixar de evocar este caso infelizmente, não como acto isolado, mas sim como parte de uma sistemática política de interesses pessoais, obscuros e ilícitos por parte de ministros que nos têm governado nestes últimos anos. O próprio acordo que o Estado Português fez com a Estradas de Portugal, o acordo da Lusoponte... são cabais sinais leviandade para com o Erário Público.

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

Do contra!

Entretanto já descobri alguém que não concorda comigo em relação ao anterior artigo. Chama-se José Maria Martins, é advogado de um dos principais arguidos do caso Casa Pia e diz o seguinte: «O que faz José Sócrates para convencer o seu "melhor amigo" Zapatero para este impedir que seja construída uma Refinaria em Badajoz?????? A poluição das águas da Barragem do Alqueva - a maior da Europa - a poluição do ar, o ataque ao ambiente tornará os milhões e milhões de milhões de euros gastos em Alqueva em LIXO!!!E matará a Barragem de Alqueva! O que já disse até hoje aos portugueses José Sócrates? O que fez José Sócrates para impedir esse ataque aos interesses de Portugal?Que medidas tomou o Governo Português para impedir Espanha de destruir a nossa Barragem do Alqueva?Sócrates já falou com o seu "melhor amigo" Zapatero? POST SCRIPTUM José Sócrates já confirmou que Portugal aceitará a Refinaria em Badajoz e , ingenuamente, veio dizer que a Refinaria ,a 50 Km da Barragem - e a cerca de 200 Km do mar - não afecta a barragem!É a capitulação do Governo de Portyugal face aos interesses de Espanha.Porque afecta, porque polui o ar, porque polui as águas da barragem, porque transforma o lago da barragem num depósito de detritos da refinaria. Elementar!Mas quem não tem força política diz o que José Sócrates disse: Tudo bem!!!»

Brindemos!

Ao melhor amigo de Sócrates na Europa. Certamente que será à custa desse elogia que Zapatero não permitirá que seja construída uma refinaria no seu país. Como poderia pôr em cheque essa relação de amizade à custa de uma mera refinariazeca que pouco mais iria acrescentar à região extremenha!!?
A confiança de Sócrates é tal e a sua fé tão inabalável que, nem seus correligionários de partido lhe demovem de uma possível "traição" do seu amigo Zapatero.

terça-feira, janeiro 29, 2008

A partilha


fotografia de Sebastião Salgado
Posted by Picasa
Evocarei um aspecto polémico para uns, certamente aceitável para outros.
Quanto maior ou menor é a capacidade económica de um indivíduo, menor ou maior probalidade tem este de sucumbir perante a tentação do poder e do dinheiro. Este premissa tenho-a para mim como algo de, em abstracto, bastante plausível. Não quero com isto dizer que não haja pobres honestos e ricos corruptos. No entanto, também não deverá ser inusitado ou inocente o facto de quem tem poderes na área da fiscalização para o Estado, ser ou dever ser altamente remunerado. Seria, digo eu, uma forma de diminuir o risco de este ser tentado a praticar ilegalidades(na forma de corrupção) sob prejuízo do bem público.
Quando vemos um político de um governo por meio de um pretenso concurso público atribuir uma licença, um contrato, um parecer favorável a uma empresa, sem grandes motivos aparentes justificativos e, logo após a saída do mesmo desse cargo, o vemos a seguir nova etapa profissional nessa msma empresa beneficiada, ficamos racionalmente, entendo, receosos da seriedade desse mesmo político!
Quando em África vimos que, países recentemente independentes, estão abocanhados por políticos autoritários, corruptos, egocêntricos e violentos, sentimos que a tentação do poder e do dinheiro é muito forte e perecível para quem nunca teve nada e se imagina de um dia para o outro na lista anual da Forbes dos multimilionários. Dá-lhe poder, dá-lhe notoriedade! É a expressão máxima do sucesso vindo de alguém nativo de um continente onde isso poderia ser apenas uma miragem...Só não lhe dá, digo eu, mais uma vez, legitimidade para hoje, passados tantos anos de independência destes países, muitos com os mesmos governantes desde que incursaram pela sua independência ou seus próximos familiares e amigos, falarem em convicções, em causas independentistas fundamentadas, em africanidade, em ocupações do homem branco,etc..Todos eles, quase sem excepção, provaram que as suas causas foram todas elas ditadas pela cor do dinheiro e pelos interesses pessoais.
O que podemos ver no "Fiel Jardineiro" de Fernado Meireles ao nível da leviandade dos governos africanos para com as suas populações, vimo-lo anos antes por parte de pretensas justiceiras democracias norte-americanas, inglesas, francesas ou potências comunistas da China, Cuba e URSS relativamente à política colonial e às suas relações com movimentos independentistas africanos, onde se falava à boca cheia dos direitos daquela gente a ter uma vida melhor, a ser soberana, a ser respeitada nos seus usos e costumes e a poder, acima de tudo decidir pelo seu futuro. Esses países, onde estão hoje? Em África sim senhor, mas cabalmente mais ricos com negócios chorundos, com a exploração de petróleo, extracção de madeiras exóticas, de diamantes e demais minérios, marfim, peles, pesca...Eles levam dinheiro para lá, sem dúvida. Não tanto quanto deveriam, mas ainda assim pagam bem. Defendiam independências de países que hoje vêm morrer pessoas sem casa, sem comida, doentes, sem roupa, onde miúdos morrem de difteria, de tubercolose, de FOME...onde crianças nascem e morrem sem terem tido um sorriso na sua curta e dramática passagem terrena...
É triste sim, ver que a partilha aconteceu em África, mas apenas bafejou as suas elites governamentais, enquanto que o resto, o resto caminha lentamente para o abismo que essas elites lhes prometera décadas antes tapar!!!

sábado, janeiro 26, 2008

Descrença no homem!

Sócrates e o Tratado Europeu, em artigo do "Expresso": «É essencial» - Outubro de 2004 «Desta vez tem de haver» - Dezembro de 2004 «Vai haver» - Fevereiro de 2005 «O Governo defende que a aprovação e ratificação do Tratado deve ser precedida de referendo popular» - Março de 2005 «Mantenho» - Dezembro de 2006

quarta-feira, janeiro 23, 2008

Um Homem, uma causa, um País!

Foto propriedade de AIMP -
Aliança Internacional Monárquica Portuguesa.
Retirada de www.regicidio.org
Posted by Picasa
Fará no dia 1 de Fevereiro 100 anos do assassinato do rei D. Carlos.
D. Carlos foi um homem que deu tudo de si a um país que não lhe deu nada, a não ser uma morte precoce, inesperada e atroz. Uma morte vincada pela intolerância, pelo desconhecimento, pela barbárie. D. Carlos foi um homem de causas, mas sobretudo de uma: Portugal.
Quem não teme, não deve fazer-se prevalecer pelo uso da violência. Os republicanos de época, ligados aos carbonários, maçons e socialistas, assumiram a sua génese radical nascida dos ideias da Revolução Francesa e, não souberam esperar serenemente por o fim de um regime que, quiçá, poderia cair de caduco, senão mesmo apressá-lo sob os sinos do vil e injustificado derramamento de sangue.
Há quem diga que não saberemos lidar com o presente se não tivermos respeito pelo passado e tirado dele as devidas ilações.
Espero que este Portugal plural, pós 25 de Novembro e assumidamente de século XXI, saiba respeitar convicções de regime, diferentes das do republicano e, simultaneamente num plano de lição democrática, assinalar a morte de um estadista português, que não sendo republicano, não deixou de amar o seu povo e o seu país!

terça-feira, janeiro 22, 2008

Sr. Presidente, o que nos diz...

Não será um pedido moderado e honesto para com o distanciamento histórico já concretizado e pela existência de um Estado democrático, plural e respeitador das liberdades e direitos do Homem, em Portugal?

sexta-feira, janeiro 18, 2008

Ele nem precisa de falar.

Ele é o ministro espanhol do Ambiente, entenda-se. Pode ficar calado que nem um rato, que o seu homólogo português trata de o defender estoicamente em campo adversário. Nem que todo o Portugal esteja contra Espanha ou, neste caso justificadamente, contra alguns abusos no respeito pelos caudais dos rios internacionais, denunciados por associações ambientalistas portuguesas.
A nossa relação com Espanha persiste em ser de subserviência, como aliás, se generaliza para com outros grandes da Europa. Outro caso flagrante foi o do retrocesso, já aqui também comentado, da quebra da promessa eleitoral de José Sócrates sobre um referendo ao tratado europeu.
C´est la vie... en Portugal!

quinta-feira, janeiro 17, 2008

Um estrondo de cidade. Évora!

E não o é pelos melhores motivos. Na Tapada/Quinta da Vista Alegre, a minha antiga zona de residência, ocorreram duas inoportunas, violentas e mesmo trágicas explosões, originadas por fugas de gás propano que se expandiu pela rede de esgotos do cito bairro. Curiosamente este incidente, teve de tudo, mas muito pouco de acidente. Ora uma rede de gás tão antiga, quanto obsoleta quanto era esta localizada na Tapada, não permitia muitas benesses tais como apelidá-la de acidente.
A Gascan, empresa fornecedora do gás propano na cidade, já se declarou responsável pelos fatídicos incidentes e, prontamente aceitou indemnizar as pessoas afectadas por tal situação. Mas parece-me que eles não assumiram totalmente a sua responsabilidade. Vão ressarcir apenas as duas pessoas afectadas fisicamente com as explosões ou vão ressarcir as, cerca de 2500, que estão há cerca de 4 dias sem gás canalizado nas suas casas?
Pois me parece que as 2500 são um número bem menos simpático para quem quer fazer papel de pessoa de bem...
E, como disse atrás, apesar de já não ser morador do famigerado bairro, ainda resido em Évora e, temo que mais cedo ou mais tarde, também eu irei pagar essa factura...

quinta-feira, janeiro 10, 2008

Uma voz lúcida

«Se outros países têm medo de dar a voz ao povo, nós não devíamos ter». Manuel Alegre em 10 de Janeiro de 2008, falando sobre a decisão do governo português ratificar o tratado de Lisboa via parlamento.

Nacionalismo vs. Patriotismo

«O patriota ama o seu povo e a sua nação, sem desprezar, nem deixar de compreender o vizinho.
O nacionalista é um cego, que não consegue ver além da sua fronteira, afundando-se num isolamento pernicioso e perigoso, com tendência para culpar os vizinhos de todos os males deste e do outro mundo.»
Estas definições foram redigidas pelo arquiduque Otto von Habsburg. Quem quiser ver o texto na íntegra, basta folhear o último número da revista Magazine grande informação.

quarta-feira, janeiro 09, 2008

Se tivesses ido ao notário...

como o teu colega de partido fez aquando das autárquicas em Montemor-o-Velho, em 2005, estavas bem tramado, ó Sócrates.
Quer dizer que agora a desculpa é que a promessa foi feita em relação à fracassada Constituição Europeia, segundo António Vitorino. Agora chama-se Tratado Constitucional e, portanto, estamos a falar em algo 180º oposto ao inicialmente defendido.

Então e a ingerência?

Não foi isto que o ministro da Defesa Nacional sublinhou ao embaixador Hoffman( representante do EUA em Portugal)? Aliás, passo a citar: «Expliquei-lhe o que é uma decisão soberana de um país soberano.» Isto é resultado da comunicação deste ministro de que o contigente português no Afeganistão iria ser reduzido. Portanto, o rebate do Hoffman foi uma crítica à iniciativa portuguesa. Entretanto parece que ontem o 1º-ministro da Eslovénia, Janez Jansa proferiu a seguinte frase: «Penso que não seria sensato realizar um referendo.» Esta afirmação, vinda do presidente em exercício da UE, parece-me mais um aviso, tipo conselho paternalista de que teremos mesmo que seguir a sua opinião, senão... E aqui não há ingerência? Ou esta deixa de o ser quando se diz algo que gostaríamos/necessitaríamos[o governo português, entenda-se] de ouvir?